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O PT, quem diria, sendo preconceituoso em nome da eleição

Nascido nos anos 80, quando o lirismo revolucionário vicejava e se tinha um necessário discurso contra preconceitos, o PT foi um sopro de renovação num carcomido sistema partidário anterior. Parecia diferente e, no poder, mostrou que era mais miragem que realidade. Tanto que os anos de poder, no caso do Piauí, fizeram do petismo um espaço para abrigar um discurso preconceituoso.

Ouvido pela TV Cidade Verde e, certamente instruído pela marquetagem que manda os escrúpulos da consciência às favas, o neopetista Wilson Martins, ex-governador do Piauí, disse o seguinte: “(...) se você coloca de um lado quais são as vantagens da pré-candidatura do Rafael e do nosso adversário, nós ganhamos em todas elas. Ser jovem, ser inteligente, ser capaz, ser competente, ser realizador, não tem preguiça de trabalhar, é vocacionado para servir...”

Martins bate na tecla preconceituosa do etarismo, que subliminarmente o PT vem evocando para desqualificar o candidato Silvio Mendes, 72 anos.  Logo o PT cujo candidato a presidente tem 76anos, justo o PT que fez de Regina Sousa, 72 anos, governadora do Piauí, justo o PT acolhendo o preconceito do recém-chegado Wilson Martins, que do alto de seus 69 anos de idade esquece de louvar a experiência como virtude para enxergá-la como defeito.

O etarismo na campanha de Rafael, que coloca sua juventude como vantagem, tem sido recorrente. Sem citar o adversário, tanto o candidato quanto seus aliados reforçam o discurso de preconceito contra uma pessoa mais velha. Um absurdo dos absurdos, sobretudo considerando que as projeções do IBGE para este ano indicam que no Piauí a população idosa (pessoal de 60+ anos) pode passar de 15% em 2022, ou seja, umas 480 mil pessoas – entre elas Wilson Martins, que com 69 anos, pratica veladamente, o preconceito contra si mesmo.

Nascido nos anos 80, quando o lirismo revolucionário vicejava e se tinha um necessário discurso contra preconceitos, o PT foi um sopro de renovação num carcomido sistema partidário anterior. Parecia diferente e, no poder, mostrou que era mais miragem que realidade. Tanto que os anos de poder, no caso do Piauí, fizeram do petismo um espaço para abrigar um discurso preconceituoso.

Ouvido pela TV Cidade Verde e, certamente instruído pela marquetagem que manda os escrúpulos da consciência às favas, o neopetista Wilson Martins, ex-governador do Piauí, disse o seguinte: “(...) se você coloca de um lado quais são as vantagens da pré-candidatura do Rafael e do nosso adversário, nós ganhamos em todas elas. Ser jovem, ser inteligente, ser capaz, ser competente, ser realizador, não tem preguiça de trabalhar, é vocacionado para servir...”

Martins bate na tecla preconceituosa do etarismo, que subliminarmente o PT vem evocando para desqualificar o candidato Silvio Mendes, 72 anos.  Logo o PT cujo candidato a presidente tem 76anos, justo o PT que fez de Regina Sousa, 72 anos, governadora do Piauí, justo o PT acolhendo o preconceito do recém-chegado Wilson Martins, que do alto de seus 69 anos de idade esquece de louvar a experiência como virtude para enxergá-la como defeito.

O etarismo na campanha de Rafael, que coloca sua juventude como vantagem, tem sido recorrente. Sem citar o adversário, tanto o candidato quanto seus aliados reforçam o discurso de preconceito contra uma pessoa mais velha. Um absurdo dos absurdos, sobretudo considerando que as projeções do IBGE para este ano indicam que no Piauí a população idosa (pessoal de 60+ anos) pode passar de 15% em 2022, ou seja, umas 480 mil pessoas – entre elas Wilson Martins, que com 69 anos, pratica veladamente, o preconceito contra si mesmo.

Deus é mãe!