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Como a vaidade é maléfica

Não se pode deixar de reconhecer, como a vaidade que inebria o ser humano, pode afetar a vida das pessoas. 

O caso mais exemplar do momento em que vivemos, está a acontecer com o ex-juiz federal e atual ministro da justiça Sérgio Moro. 

Ele Sérgio Moro , enquanto esteve à frente da décima terceira vara federal de Curitiba, foi o responsável direto pela condenação de uma organização criminosa que saqueou os cofres público, naquilo que é considerada a maior corrupção da história da humanidade. 

Sérgio Moro fez história na justiça brasileira, mas , infelizmente foi picado pela mosca azul da política, ao trocar a magistratura nacional, com todas as prerrogativas funcionais inerentes à função em que estava desempenhando, por um cargo no executivo, demissível ‘ ad nutum’. 

Vítima de uma patranha arquitetada pelo então candidato à presidência Jair Bolsonaro, que ainda em campanha , já o escolhia como futuro ministro da justiça de um hipotético governo seu e até mesmo com a possibilidade de indica-lo para ocupar umas das onze cadeiras do Supremo Tribunal Federal, deixaram Sérgio Moro inebriado com essa possível projeção meteórica . 

Agora, o que se vê é um ministro da justiça acabrunhado, vendo todos os seus planos de combate ao câncer maior da sociedade brasileira, que é o crime organizado em todas as suas formas, sendo torpedeado até mesmo pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. 

Se pedisse demissão agora, Sérgio Moro, sairia engrandecido com o reconhecimento da população brasileira, pelo que fez tentando moralizar a coisa pública. 

Se ele Sérgio Moro, postergar por mais algum tempo essa decisão, sairá bem menor do que entrou no governo e ainda humilhado , caso Bolsonaro passe a considera-lo como um estorvo. 
Quem viver, verá. 

Não se pode deixar de reconhecer, como a vaidade que inebria o ser humano, pode afetar a vida das pessoas. 

O caso mais exemplar do momento em que vivemos, está a acontecer com o ex-juiz federal e atual ministro da justiça Sérgio Moro. 

Ele Sérgio Moro , enquanto esteve à frente da décima terceira vara federal de Curitiba, foi o responsável direto pela condenação de uma organização criminosa que saqueou os cofres público, naquilo que é considerada a maior corrupção da história da humanidade. 

Sérgio Moro fez história na justiça brasileira, mas , infelizmente foi picado pela mosca azul da política, ao trocar a magistratura nacional, com todas as prerrogativas funcionais inerentes à função em que estava desempenhando, por um cargo no executivo, demissível ‘ ad nutum’. 

Vítima de uma patranha arquitetada pelo então candidato à presidência Jair Bolsonaro, que ainda em campanha , já o escolhia como futuro ministro da justiça de um hipotético governo seu e até mesmo com a possibilidade de indica-lo para ocupar umas das onze cadeiras do Supremo Tribunal Federal, deixaram Sérgio Moro inebriado com essa possível projeção meteórica . 

Agora, o que se vê é um ministro da justiça acabrunhado, vendo todos os seus planos de combate ao câncer maior da sociedade brasileira, que é o crime organizado em todas as suas formas, sendo torpedeado até mesmo pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. 

Se pedisse demissão agora, Sérgio Moro, sairia engrandecido com o reconhecimento da população brasileira, pelo que fez tentando moralizar a coisa pública. 

Se ele Sérgio Moro, postergar por mais algum tempo essa decisão, sairá bem menor do que entrou no governo e ainda humilhado , caso Bolsonaro passe a considera-lo como um estorvo. 
Quem viver, verá. 

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