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A Itararé petista

Determinadas situações políticas no Estado do Piauí, todas as vezes que ocorrem, fogem à compreensão daqueles que lançam olhares sobre o fazer política por essas bandas. 

É público e notório que com a ascensão do Partido dos Trabalhadores (PT) ao poder em 2003, o Estado do Piauí passou a ter um tipo de gestão até então inexistente já que apenas duas personalidades do universo petista passaram a enfeixar em suas mãos o poder e o têm exercido de maneira incontrastável. 

Fruto de uma liderança inconteste dentro das hostes petistas, com um poder de persuasão e "convencimento" jamais vistos, Wellington Dias e o deputado federal Assis Carvalho administram o Estado do Piaui a quatro mãos, sem qualquer tipo de questionamento.

A prova mais recente deste poder de mando aconteceu neste final de semana, quando o PT renovou o seu diretório estadual.

O vereador petista teresinense Ediberto Borges, o Dudu, numa encenação midiática, ganhou generosos espaços na imprensa local, como candidato à presidência do diretório estadual do PT, em oposição ao grupo liderado pelo deputado federal Assis Carvalho. Uma disputa de faz de conta, apenas. 

Proclamado o resultado da eleição, o vereador Dudu- se é que a expressão possa ser utilizada neste contexto de faz de conta- sofreu uma “ humilhante e acachapante” derrota , nas suas "pretensões" de presidir o diretório estadual petista.

Diante de verdade tão cristalina, há de se perguntar: em que condições o vereador Dudu poderia ter alguma chance numa disputa com um deputado federal que comanda a máquina partidária petista em todo o Estado, tendo sobre sua indicação direta, a nomeação de milhares de cargos comissionados de filiados petistas e detendo ainda de porteira fechada o comando de secretarias e órgãos públicos importantes no Estado? Nenhuma. 

Se a real intenção do vereador Dudu era ganhar mais espaços nos meios de comunicação, ao concorrer à presidência estadual do PT, sem nenhuma chance de lograr êxito, como os fatos vieram a demonstrar-Dudu atingiu plenamente o seu objetivo. 

É isso.  

Determinadas situações políticas no Estado do Piauí, todas as vezes que ocorrem, fogem à compreensão daqueles que lançam olhares sobre o fazer política por essas bandas. 

É público e notório que com a ascensão do Partido dos Trabalhadores (PT) ao poder em 2003, o Estado do Piauí passou a ter um tipo de gestão até então inexistente já que apenas duas personalidades do universo petista passaram a enfeixar em suas mãos o poder e o têm exercido de maneira incontrastável. 

Fruto de uma liderança inconteste dentro das hostes petistas, com um poder de persuasão e "convencimento" jamais vistos, Wellington Dias e o deputado federal Assis Carvalho administram o Estado do Piaui a quatro mãos, sem qualquer tipo de questionamento.

A prova mais recente deste poder de mando aconteceu neste final de semana, quando o PT renovou o seu diretório estadual.

O vereador petista teresinense Ediberto Borges, o Dudu, numa encenação midiática, ganhou generosos espaços na imprensa local, como candidato à presidência do diretório estadual do PT, em oposição ao grupo liderado pelo deputado federal Assis Carvalho. Uma disputa de faz de conta, apenas. 

Proclamado o resultado da eleição, o vereador Dudu- se é que a expressão possa ser utilizada neste contexto de faz de conta- sofreu uma “ humilhante e acachapante” derrota , nas suas "pretensões" de presidir o diretório estadual petista.

Diante de verdade tão cristalina, há de se perguntar: em que condições o vereador Dudu poderia ter alguma chance numa disputa com um deputado federal que comanda a máquina partidária petista em todo o Estado, tendo sobre sua indicação direta, a nomeação de milhares de cargos comissionados de filiados petistas e detendo ainda de porteira fechada o comando de secretarias e órgãos públicos importantes no Estado? Nenhuma. 

Se a real intenção do vereador Dudu era ganhar mais espaços nos meios de comunicação, ao concorrer à presidência estadual do PT, sem nenhuma chance de lograr êxito, como os fatos vieram a demonstrar-Dudu atingiu plenamente o seu objetivo. 

É isso.  

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