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Partidos políticos brasileiros, uma vergonha

Nenhum país do mundo tema quantidade de  ‘partidos políticos’ , como o Brasil.

São trinta e seis agremiações partidárias regularizadas junto ao TSE-Tribunal Superior Eleitoral e outro tanto solicitando regularização junto à Corte Eleitoral Brasileira. 

Desse absurdo de siglas partidárias, pouquíssimas têm algum ideário político como linha de conduta, com plataformas estruturadas versando sobre os mais relevantes interesses dos eleitores que as seguem. 

Quase todos são siglas de aluguel, onde os seus verdadeiros donos, mudam de ‘ ideologia’ ao sabor dos próprios interesses pecuniários. 

Um exemplo bem recente dessa falta de pudor partidário, acontece agora por essas plagas . 


Aqui no Estado do Piauí, o PDT, que se resumia apenas às figuras dos médicos Flavio Nogueira, pai e Filho, eleitos deputado federal e estadual , respectivamente, existiu com esse poder de mando por mais de uma década, fruto de uma outra herança , a dos Ximenes do Prado, os Elias, pai e filho. 

Tanto isso é verdade que, ao não querer perder as emendas parlamentares e uma “valiosa” Secretaria de Estado, tanto do governo Bolsonaro, como a secretaria de turismo do governo de Wellington Dias, o pai se posicionou em apoio ao governo Bolsonaro e o filho ao governo de Wellington Dias. 

Sentindo-se instada por não ter outro filiado no Estado do Piauí que pudesse assumir a direção Estadual Pedetista , o presidente do PDT nacional Carlos Luppi, decidiu entregar a direção do partido no Estado do Piauí, ao engenheiro Chico Leitoa, prefeito de Timon por dois mandatos, tendo sido ainda, deputado federal e Estadual, sempre pelo Estado do Maranhão. 

Triste resumo dessa verdadeira ópera bufa; o PDT no Estado do Piauí, se restringia apenas a duas ‘personalidades’, Flávio Nogueira, pai e filho. 

É isso.

Nenhum país do mundo tema quantidade de  ‘partidos políticos’ , como o Brasil.

São trinta e seis agremiações partidárias regularizadas junto ao TSE-Tribunal Superior Eleitoral e outro tanto solicitando regularização junto à Corte Eleitoral Brasileira. 

Desse absurdo de siglas partidárias, pouquíssimas têm algum ideário político como linha de conduta, com plataformas estruturadas versando sobre os mais relevantes interesses dos eleitores que as seguem. 

Quase todos são siglas de aluguel, onde os seus verdadeiros donos, mudam de ‘ ideologia’ ao sabor dos próprios interesses pecuniários. 

Um exemplo bem recente dessa falta de pudor partidário, acontece agora por essas plagas . 


Aqui no Estado do Piauí, o PDT, que se resumia apenas às figuras dos médicos Flavio Nogueira, pai e Filho, eleitos deputado federal e estadual , respectivamente, existiu com esse poder de mando por mais de uma década, fruto de uma outra herança , a dos Ximenes do Prado, os Elias, pai e filho. 

Tanto isso é verdade que, ao não querer perder as emendas parlamentares e uma “valiosa” Secretaria de Estado, tanto do governo Bolsonaro, como a secretaria de turismo do governo de Wellington Dias, o pai se posicionou em apoio ao governo Bolsonaro e o filho ao governo de Wellington Dias. 

Sentindo-se instada por não ter outro filiado no Estado do Piauí que pudesse assumir a direção Estadual Pedetista , o presidente do PDT nacional Carlos Luppi, decidiu entregar a direção do partido no Estado do Piauí, ao engenheiro Chico Leitoa, prefeito de Timon por dois mandatos, tendo sido ainda, deputado federal e Estadual, sempre pelo Estado do Maranhão. 

Triste resumo dessa verdadeira ópera bufa; o PDT no Estado do Piauí, se restringia apenas a duas ‘personalidades’, Flávio Nogueira, pai e filho. 

É isso.

Urgência, uma roubada Os pagadores de impostos agradecem