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O que ainda falta?

O Estado do Rio de Janeiro tornou-se uma terra de ninguém - força de expressão, logicamente, pois os verdadeiros donos de fato, atendem pelo nome de milicianos.

Vejam a manchete do jornal O Globo deste domingo: “Milícia agora rouba energia e cobra conta de luz no Rio.”

Se os milicianos já têm o monopólio da distribuição de gás e combustíveis em geral, transporte coletivo, Gato Net -  TV por assinatura - e agora a energia elétrica, além das taxas de segurança que cobram dos moradores das antigas favelas, hoje eufemisticamente denominadas de comunidades, fica faltando somente a exploração de uma central telefônica própria.

Quantos milhões de cariocas não vivem sob o jugo desse Estado paralelo?

E o Estado oficial, composto de vereador, prefeito, governador, Ministério Público, Justiça Estadual e quejandos, a tudo assiste, dando como fato consumado a força incontrastável do crime organizado, procurando  apenas fórmulas de conviverem “pacificamente.”

É isso.

O Estado do Rio de Janeiro tornou-se uma terra de ninguém - força de expressão, logicamente, pois os verdadeiros donos de fato, atendem pelo nome de milicianos.

Vejam a manchete do jornal O Globo deste domingo: “Milícia agora rouba energia e cobra conta de luz no Rio.”

Se os milicianos já têm o monopólio da distribuição de gás e combustíveis em geral, transporte coletivo, Gato Net -  TV por assinatura - e agora a energia elétrica, além das taxas de segurança que cobram dos moradores das antigas favelas, hoje eufemisticamente denominadas de comunidades, fica faltando somente a exploração de uma central telefônica própria.

Quantos milhões de cariocas não vivem sob o jugo desse Estado paralelo?

E o Estado oficial, composto de vereador, prefeito, governador, Ministério Público, Justiça Estadual e quejandos, a tudo assiste, dando como fato consumado a força incontrastável do crime organizado, procurando  apenas fórmulas de conviverem “pacificamente.”

É isso.

Contestando Paulo Guedes Rodrigo Maia, o dissimulado