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Urgência, uma roubada

Uma reforma da previdência que vai mexer na vida financeira de todos os servidores públicos do Estado do Piauí - sejam eles ativos, aposentados ou pensionistas - não pode, em hipótese nenhuma, ser empurrada goela abaixo dos barnabés piauienses com a anuência daqueles que se dizem representar a população deste Estado, em regime de urgência. 

O que justificaria tal pressa já que o governo federal deu prazo até o mês de julho para que as modificações nos sistemas previdenciários estaduais estivessem alinhados, sob pena de sofrerem sanções do tipo, não receberem as unidades federadas, o aval do Tesouro Nacional para contraírem empréstimos aqui no Brasil, bem como junto a organismos internacionais de financiamentos? 

Essa pretensa urgência na aprovação da reforma da previdência piauiense não se justifica sobre vários aspectos. Não é do conhecimento dos verdadeiramente interessados nenhuma quantificação, em termos pecuniários, de quanto será a economia do erário estadual visto que, de forma inconstitucional, suprime até mesmo o sagrado direito adquirido, princípio basilar do direito pátrio. 

O que salta aos olhos daqueles que acompanham a penúria a que esses últimos governos submeteram as finanças estaduais é que, com a capacidade de se endividar exaurida, além dos repasses do governo federal, principal fonte de recursos do Estado estarem estagnados, bem como a arrecadação dos tributos estaduais, a alternativa que resta ao governo de Wellington Dias é meter a tesoura, sem dó nem piedade, nos proventos dos servidores do executivo estadual.

É isso. 

PS: nesses debates que começam a receber a repulsa dos servidores públicos, a maior caixa preta do Estado do Piauí, o Poder Legislativo Estadual, passará ao largo dessa “economia de guerra” que o governo pretende fazer? Por outro lado, por acaso, alguém tem a mínima noção de quantos servidores existem para cada um dos trinta deputados eleitos para essa legislatura naquele parlamento estadual, já que a fonte pagadora é uma só, ou seja, os escorchantes impostos pagos por toda a população?

Uma reforma da previdência que vai mexer na vida financeira de todos os servidores públicos do Estado do Piauí - sejam eles ativos, aposentados ou pensionistas - não pode, em hipótese nenhuma, ser empurrada goela abaixo dos barnabés piauienses com a anuência daqueles que se dizem representar a população deste Estado, em regime de urgência. 

O que justificaria tal pressa já que o governo federal deu prazo até o mês de julho para que as modificações nos sistemas previdenciários estaduais estivessem alinhados, sob pena de sofrerem sanções do tipo, não receberem as unidades federadas, o aval do Tesouro Nacional para contraírem empréstimos aqui no Brasil, bem como junto a organismos internacionais de financiamentos? 

Essa pretensa urgência na aprovação da reforma da previdência piauiense não se justifica sobre vários aspectos. Não é do conhecimento dos verdadeiramente interessados nenhuma quantificação, em termos pecuniários, de quanto será a economia do erário estadual visto que, de forma inconstitucional, suprime até mesmo o sagrado direito adquirido, princípio basilar do direito pátrio. 

O que salta aos olhos daqueles que acompanham a penúria a que esses últimos governos submeteram as finanças estaduais é que, com a capacidade de se endividar exaurida, além dos repasses do governo federal, principal fonte de recursos do Estado estarem estagnados, bem como a arrecadação dos tributos estaduais, a alternativa que resta ao governo de Wellington Dias é meter a tesoura, sem dó nem piedade, nos proventos dos servidores do executivo estadual.

É isso. 

PS: nesses debates que começam a receber a repulsa dos servidores públicos, a maior caixa preta do Estado do Piauí, o Poder Legislativo Estadual, passará ao largo dessa “economia de guerra” que o governo pretende fazer? Por outro lado, por acaso, alguém tem a mínima noção de quantos servidores existem para cada um dos trinta deputados eleitos para essa legislatura naquele parlamento estadual, já que a fonte pagadora é uma só, ou seja, os escorchantes impostos pagos por toda a população?

Contestando Paulo Guedes Hilárias