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Contestando Paulo Guedes

Muito aplaudido durante a sua intervenção no Fórum Mundial que ora se realiza em Davos na Suíça, com declarações sobre o futuro do Brasil , com ultra liberalismo econômico em andamento na economia Brasileira, o ministro da economia Paulo Guedes, afirmou que, ‘A maior inimiga do meio ambiente é a miséria.’

Numa análise bastante superficial da fala do ministro, pôde-se atribuir as péssimas condições de vida de um terço da população brasileira, a causa maior da degradação do meio ambiente em nosso país.

Como é cada vez maior a preocupação com a causa ambiental de todo o mundo, os grandes investidores há tempos que  veem demonstrando não estarem mais dispostos a fazerem investimentos e importações de países que não cuidam com a seriedade devida das questões ambientais e que, na visão desses investidores de países ricos, o Brasil se enquadra nesse perfil por deter 60% da floresta amazônica em seu território ( o restante da floresta amazônica ocupa os territórios do Peru,  Bolívia, Equador, Colômbia e Venezuela) sendo considerado , erroneamente ou não como pulmão do mundo.

O governo do presidente Jair Bolsonaro, que desde a campanha presidencial vinha fazendo pouco caso da questão ambiental e diante do que vem acontecendo no Fórum em Davos, foi instado a criar  um estamento burocrático ( que , na definição de Raimundo  Faoro “ comanda o ramo civil e militar da administração e, dessa base, com aparelhamento próprio, invade e dirige a esfera econômica, política e financeira) destinado a proteger a floresta amazônica)” para dizer ao mundo , que o Brasil está empenhado em preservar o seu meio ambiente.

Mas, o que mais causou estranheza nessas declarações de autoridades do porte de Paulo Guedes sobre o meio ambiente, é o escamoteio da verdade , ao atribuir à miséria da população brasileira a causa maior da degradação ambiental e não ao descaso com a educação brasileira- de qualidade para todos- , essa sim , causa única de todas as nossas mazelas.

É isso.

Muito aplaudido durante a sua intervenção no Fórum Mundial que ora se realiza em Davos na Suíça, com declarações sobre o futuro do Brasil , com ultra liberalismo econômico em andamento na economia Brasileira, o ministro da economia Paulo Guedes, afirmou que, ‘A maior inimiga do meio ambiente é a miséria.’

Numa análise bastante superficial da fala do ministro, pôde-se atribuir as péssimas condições de vida de um terço da população brasileira, a causa maior da degradação do meio ambiente em nosso país.

Como é cada vez maior a preocupação com a causa ambiental de todo o mundo, os grandes investidores há tempos que  veem demonstrando não estarem mais dispostos a fazerem investimentos e importações de países que não cuidam com a seriedade devida das questões ambientais e que, na visão desses investidores de países ricos, o Brasil se enquadra nesse perfil por deter 60% da floresta amazônica em seu território ( o restante da floresta amazônica ocupa os territórios do Peru,  Bolívia, Equador, Colômbia e Venezuela) sendo considerado , erroneamente ou não como pulmão do mundo.

O governo do presidente Jair Bolsonaro, que desde a campanha presidencial vinha fazendo pouco caso da questão ambiental e diante do que vem acontecendo no Fórum em Davos, foi instado a criar  um estamento burocrático ( que , na definição de Raimundo  Faoro “ comanda o ramo civil e militar da administração e, dessa base, com aparelhamento próprio, invade e dirige a esfera econômica, política e financeira) destinado a proteger a floresta amazônica)” para dizer ao mundo , que o Brasil está empenhado em preservar o seu meio ambiente.

Mas, o que mais causou estranheza nessas declarações de autoridades do porte de Paulo Guedes sobre o meio ambiente, é o escamoteio da verdade , ao atribuir à miséria da população brasileira a causa maior da degradação ambiental e não ao descaso com a educação brasileira- de qualidade para todos- , essa sim , causa única de todas as nossas mazelas.

É isso.

Que “bela homenagem!“ Presidiários e precatórios