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Impensável

Quem poderia, em sã consciência e por mais pessimista que fosse em relação ao futuro do Brasil, vislumbrar que poderíamos chegar a um processo de degenerescência moral como o que atravessamos no momento?

O presidente da República, Jair Bolsonaro, desce ao esgoto da infâmia, da calúnia e do decoro, ao agredir a jornalista da Folha de São Paulo, Patricia Campos de Melo, sem se importar com regras que regem àqueles que ocupam o mais alto cargo da estrutura administrativa do país.

É de uma hediondez sem limites, um presidente da República tentar denegrir com declarações repulsivas uma profissional que, no exercício de sua atividades, investigava à época uma central de envio de mensagens, via plataformas digitais, mensagens estas a favor do então candidato Jair Bolsonaro, utilizando-se de CPFs falsos para credenciar números de telefones e permanecerem na clandestinidade.

Se o clã Bolsonaro já vivia um verdadeiro inferno astral desde a execução da vereadora Marielle Franco e do seu motorista Anderson Gomes, agora, a morte de um dos chefes da milícia de Rio das Pedras do Rio de Janeiro, o ex-capitão da PM-RJ, os deixou sem chão, já que Bolsonaro e seus filhos sentem-se verdadeiramente instados a dar explicações a todo instante, se escusando de serem partícipes, direta ou indiretamente, do assassinato do miliciano Adriano da Nóbrega.

Triste país.

Quem poderia, em sã consciência e por mais pessimista que fosse em relação ao futuro do Brasil, vislumbrar que poderíamos chegar a um processo de degenerescência moral como o que atravessamos no momento?

O presidente da República, Jair Bolsonaro, desce ao esgoto da infâmia, da calúnia e do decoro, ao agredir a jornalista da Folha de São Paulo, Patricia Campos de Melo, sem se importar com regras que regem àqueles que ocupam o mais alto cargo da estrutura administrativa do país.

É de uma hediondez sem limites, um presidente da República tentar denegrir com declarações repulsivas uma profissional que, no exercício de sua atividades, investigava à época uma central de envio de mensagens, via plataformas digitais, mensagens estas a favor do então candidato Jair Bolsonaro, utilizando-se de CPFs falsos para credenciar números de telefones e permanecerem na clandestinidade.

Se o clã Bolsonaro já vivia um verdadeiro inferno astral desde a execução da vereadora Marielle Franco e do seu motorista Anderson Gomes, agora, a morte de um dos chefes da milícia de Rio das Pedras do Rio de Janeiro, o ex-capitão da PM-RJ, os deixou sem chão, já que Bolsonaro e seus filhos sentem-se verdadeiramente instados a dar explicações a todo instante, se escusando de serem partícipes, direta ou indiretamente, do assassinato do miliciano Adriano da Nóbrega.

Triste país.

Que “bela homenagem!“ Apenas um escândalo a mais?