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'Follow the money'

Em tempos de dinheiro escasso e corrupção endêmica em todo o Brasil, a sociedade brasileira, em especial a piauiense, haverá de encontrar mecanismos para certificar-se de que os recursos dos impostos que pagamos e prometidos pelo presidente Bolsonaro para o combate à pandemia do Covid-19 seja investido, real por real, com a lisura e honestidade por parte daqueles que irão geri-los. 

Por outro lado, somos obrigados a ler e ouvir declarações como as do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, em entrevista à CNN Brasil no dia de ontem, vociferando que o momento é de sacrifício para todos e sugerindo diminuição dos salários nos três níveis de poderes da República, citando como referência, os salários dos deputados e senadores da ordem de R$ 33.700,00. Que sujeito desavergonhado! 

Cada deputado ou senador não custa aos impostos que pagamos menos de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) mensalmente, isto é, se somarmos todos os penduricalhos destinados aos seus gabinetes, que eles, deputados e senadores, administram com mão de ferro. 

Rodrigo Maia não é devidamente explícito na sua fala de que irá encampar uma luta para que os bilhões assegurados no orçamento da República sejam destinados aos Fundos Eleitoral, Partidário e ao orçamento impositivo, mudem de destinação. Esses bilhões de reais que deputados e senadores ”destinam” aos seus currais eleitorais, verdadeiras excrescências, deveriam mudar de rubrica e ser alocados na saúde pública para salvarem vidas. 

Os recursos que chegarem no Estado do Piauí, via Secretaria Estadual de Saúde, ou pela Prefeitura Municipal de Teresina, via Fundação Municipal de Saúde, terão obrigatoriamente que ter a indispensável transparência.

Ademais, os órgãos de fiscalização e controle federais no Estado do Piauí: Polícia Federal, Controladoria-Geral da União, Ministério Publico Federal, Advocacia-Geral da União não continuem na inação que os tem caracterizado ao longos dos anos. 

É isso.

Em tempos de dinheiro escasso e corrupção endêmica em todo o Brasil, a sociedade brasileira, em especial a piauiense, haverá de encontrar mecanismos para certificar-se de que os recursos dos impostos que pagamos e prometidos pelo presidente Bolsonaro para o combate à pandemia do Covid-19 seja investido, real por real, com a lisura e honestidade por parte daqueles que irão geri-los. 

Por outro lado, somos obrigados a ler e ouvir declarações como as do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, em entrevista à CNN Brasil no dia de ontem, vociferando que o momento é de sacrifício para todos e sugerindo diminuição dos salários nos três níveis de poderes da República, citando como referência, os salários dos deputados e senadores da ordem de R$ 33.700,00. Que sujeito desavergonhado! 

Cada deputado ou senador não custa aos impostos que pagamos menos de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) mensalmente, isto é, se somarmos todos os penduricalhos destinados aos seus gabinetes, que eles, deputados e senadores, administram com mão de ferro. 

Rodrigo Maia não é devidamente explícito na sua fala de que irá encampar uma luta para que os bilhões assegurados no orçamento da República sejam destinados aos Fundos Eleitoral, Partidário e ao orçamento impositivo, mudem de destinação. Esses bilhões de reais que deputados e senadores ”destinam” aos seus currais eleitorais, verdadeiras excrescências, deveriam mudar de rubrica e ser alocados na saúde pública para salvarem vidas. 

Os recursos que chegarem no Estado do Piauí, via Secretaria Estadual de Saúde, ou pela Prefeitura Municipal de Teresina, via Fundação Municipal de Saúde, terão obrigatoriamente que ter a indispensável transparência.

Ademais, os órgãos de fiscalização e controle federais no Estado do Piauí: Polícia Federal, Controladoria-Geral da União, Ministério Publico Federal, Advocacia-Geral da União não continuem na inação que os tem caracterizado ao longos dos anos. 

É isso.

Gilberto Dimenstein, o exemplo de uma geração Hora da verdade