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‘Tô de saco cheio’

A expressão que encima esse pequeno texto, saiu da boca do presidente Jair Bolsonaro , ao se reportar às constantes declarações do Ministro da Saúde Henrique Mandetta.

Em reunião realizada no sábado no Palácio do Planalto com os seus principais ministros, onde as ações imediatas a serem implementadas, no combate ao Covid-19, houve um certo tensionamento, quando o ministro Mandetta, disse ao presidente Bolsonaro que, em decorrência das últimas atitudes presidenciais, todas elas indo de encontro às recomendações do Ministro da Saúde e de toda a sua equipe de médicos epidemiologistas e virologistas, Mandetta alertou Bolsonaro que poderia contraditá-lo em determinadas situações. 

Bolsonaro de imediato retrucou: ‘faça, e eu o demito’

Para ratificar a completa desobediência às recomendações do Ministério da Saúde e ao mesmo tempo desmoralizar o seu principal ministro, Bolsonaro passou o dia de ontem perambulando pela periferia de Brasília , numa atitude pra lá de irresponsável.

O ex- deputado federal dos Democratas do Estado do Mato-grosso, só não deixou ainda o ministério em decorrência dos seus principais sustentáculos políticos, tais como, o presidente dos Democratas  ACM Neto, prefeito de Salvador, o presidente do Senado Federal David Alcolumbre e o presidente da Câmara dos Deputados, “ verdadeiro primeiro ministro- Rodrigo Maia, não quererem abrir mão do maior orçamento da República , o do Ministério da Saúde que, como nos governos anteriores, os caciques políticos os detêm de porteira fechada.

Só a súplica desses três donos dos Democratas, ainda obrigam Mandetta, a tornar-se a cada dia, um ex-mandetta. Sérgio Moro que o diga.

É isso.

A expressão que encima esse pequeno texto, saiu da boca do presidente Jair Bolsonaro , ao se reportar às constantes declarações do Ministro da Saúde Henrique Mandetta.

Em reunião realizada no sábado no Palácio do Planalto com os seus principais ministros, onde as ações imediatas a serem implementadas, no combate ao Covid-19, houve um certo tensionamento, quando o ministro Mandetta, disse ao presidente Bolsonaro que, em decorrência das últimas atitudes presidenciais, todas elas indo de encontro às recomendações do Ministro da Saúde e de toda a sua equipe de médicos epidemiologistas e virologistas, Mandetta alertou Bolsonaro que poderia contraditá-lo em determinadas situações. 

Bolsonaro de imediato retrucou: ‘faça, e eu o demito’

Para ratificar a completa desobediência às recomendações do Ministério da Saúde e ao mesmo tempo desmoralizar o seu principal ministro, Bolsonaro passou o dia de ontem perambulando pela periferia de Brasília , numa atitude pra lá de irresponsável.

O ex- deputado federal dos Democratas do Estado do Mato-grosso, só não deixou ainda o ministério em decorrência dos seus principais sustentáculos políticos, tais como, o presidente dos Democratas  ACM Neto, prefeito de Salvador, o presidente do Senado Federal David Alcolumbre e o presidente da Câmara dos Deputados, “ verdadeiro primeiro ministro- Rodrigo Maia, não quererem abrir mão do maior orçamento da República , o do Ministério da Saúde que, como nos governos anteriores, os caciques políticos os detêm de porteira fechada.

Só a súplica desses três donos dos Democratas, ainda obrigam Mandetta, a tornar-se a cada dia, um ex-mandetta. Sérgio Moro que o diga.

É isso.

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