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Uma única voz

Falar em perplexidades causadas nesses dezesseis meses transcorridos do mandato do presidente Jair Bolsonaro é, como se costuma dizer, chover no molhado.

Dentre tantas asnices capazes de causar perplexidade, a mais inusitada até aqui,  é vermos uma única voz a se manifestar no governo, a do próprio presidente.

Incapaz de mostrar um único norte para o país diante das dificuldades econômicas que o país atravessa, o presidente Bolsonaro cassou a palavra dos mais de vinte ministros e auxiliares diretos e adotou como única pauta, o combate intermitente ao isolamento social, atribuindo aos prefeitos e governadores como os responsáveis diretos pelos efeitos da recessão econômica que já começa a dar sinais vigorosos em todo o mundo e no Brasil, por não ser uma ilha mas sim um continente, sofre até mais dadas as condições de insalubridade em que vive a sua população, com o flagelo mundial trazido pelo Coronavírus. 

O presidente Bolsonaro, inspirado no seu ídolo Donald Trump, resolveu desprezar a ciência e passou recomendar o uso da substância química Cloroquina (coisa que Donald Trump deixou de fazê-lo de há muito) como uma verdadeira “bala de prata” uma panaceia como saída para todo os tipos e fases dos brasileiros infectados pelo novo Coronavírus. 

Perplexidade também é essa incerteza, esse verdadeiro impasse institucional que se apossou da nação brasileira, onde os outros dois poderes constituídos, Congresso Nacional e STF, são diariamente insultados por atos e palavras advindas do poder executivo.

Até quando esse estado de coisas permanecerá? parece ser o dilema da nação brasileira. 

É isso.

Falar em perplexidades causadas nesses dezesseis meses transcorridos do mandato do presidente Jair Bolsonaro é, como se costuma dizer, chover no molhado.

Dentre tantas asnices capazes de causar perplexidade, a mais inusitada até aqui,  é vermos uma única voz a se manifestar no governo, a do próprio presidente.

Incapaz de mostrar um único norte para o país diante das dificuldades econômicas que o país atravessa, o presidente Bolsonaro cassou a palavra dos mais de vinte ministros e auxiliares diretos e adotou como única pauta, o combate intermitente ao isolamento social, atribuindo aos prefeitos e governadores como os responsáveis diretos pelos efeitos da recessão econômica que já começa a dar sinais vigorosos em todo o mundo e no Brasil, por não ser uma ilha mas sim um continente, sofre até mais dadas as condições de insalubridade em que vive a sua população, com o flagelo mundial trazido pelo Coronavírus. 

O presidente Bolsonaro, inspirado no seu ídolo Donald Trump, resolveu desprezar a ciência e passou recomendar o uso da substância química Cloroquina (coisa que Donald Trump deixou de fazê-lo de há muito) como uma verdadeira “bala de prata” uma panaceia como saída para todo os tipos e fases dos brasileiros infectados pelo novo Coronavírus. 

Perplexidade também é essa incerteza, esse verdadeiro impasse institucional que se apossou da nação brasileira, onde os outros dois poderes constituídos, Congresso Nacional e STF, são diariamente insultados por atos e palavras advindas do poder executivo.

Até quando esse estado de coisas permanecerá? parece ser o dilema da nação brasileira. 

É isso.

Gilberto Dimenstein, o exemplo de uma geração A patranha da Damares