1. Blogs
  2. Murilo Noleto
  3. A hemorroida do presidente
Publicidade

A hemorroida do presidente

Autêntico diálogo de surdos

Alguns vazamentos da fatídica “reunião ministerial“ revelada ontem com a liberação do vídeo pelo ministro Celso de Melo superou todas as expectativas sobre o que de pior ali poderia ter ocorrido. 

O coordenador do encontro, presidente Jair Bolsonaro, desfiou uma série de palavrões (dos trinta e sete, vinte e nove saíram da sua boca) numa linguagem chula, que os pagadores de impostos deste país poderiam imaginar que em algum lugar da história, poderiam ser utilizadas pelo presidente da República. 

E para tornar esse verdadeiro teatro de absurdos, todos os ministros que se pronunciaram,  o fizeram usando expressões impróprias, tendo como única finalidade respaldar os insultos à nação praticados pelo presidente da República. 

A começar pelo sujeito que ocupa o Ministério da Educação, comprovadamente um analfabeto que, com um tom de voz empolado, sugeriu a prisão de todos os integrantes do Congresso Nacional e dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal.

Teve de tudo naquele verdadeiro show de horrores.

O presidente Bolsonaro foi o destaque da bagunça, já que dentre outras falas sem nenhum nexo, chegou a dizer que os caras estão querendo as nossas hemorróidas e que deseja toda a população armada até os dentes para combater o comunismo que teria no isolamento social o seu “avant première”. 

O ministro da economia, Paulo Guedes, sem uma única ideia sobre as dificuldades por que passa o país nesse flagelo do Coronavírus, dos muitos impropérios que proferiu, destaca-se a venda para iniciativa privada do Banco do Brasil. 

Um tal de Ricardo Sales, ministro do Meio Ambiente, sugeriu que, diante das notícias atuais da imprensa, versarem basicamente sobre o Coronavírus, que o governo, ilegalmente, sem passar pelo legislativo, mudasse toda a legislação ambiental existente no país. 

Uma outra integrante dessa trupe ensandecida, uma tal de Damares Alves, ministra dos Direitos Humanos, totalmente fora de si, numa fala confusa e sem nexo, chegou mesmo a dizer que o seu ministério irá botar na cadeia prefeitos e governadores que decretaram medidas restritivas de circulação de pessoas durante a pandemia.

O surrealismo foi a tônica do amontoados de asnices ditas pelo presidente e alguns dos seus serviçais auxiliares.  

É isso.

Autêntico diálogo de surdos

Alguns vazamentos da fatídica “reunião ministerial“ revelada ontem com a liberação do vídeo pelo ministro Celso de Melo superou todas as expectativas sobre o que de pior ali poderia ter ocorrido. 

O coordenador do encontro, presidente Jair Bolsonaro, desfiou uma série de palavrões (dos trinta e sete, vinte e nove saíram da sua boca) numa linguagem chula, que os pagadores de impostos deste país poderiam imaginar que em algum lugar da história, poderiam ser utilizadas pelo presidente da República. 

E para tornar esse verdadeiro teatro de absurdos, todos os ministros que se pronunciaram,  o fizeram usando expressões impróprias, tendo como única finalidade respaldar os insultos à nação praticados pelo presidente da República. 

A começar pelo sujeito que ocupa o Ministério da Educação, comprovadamente um analfabeto que, com um tom de voz empolado, sugeriu a prisão de todos os integrantes do Congresso Nacional e dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal.

Teve de tudo naquele verdadeiro show de horrores.

O presidente Bolsonaro foi o destaque da bagunça, já que dentre outras falas sem nenhum nexo, chegou a dizer que os caras estão querendo as nossas hemorróidas e que deseja toda a população armada até os dentes para combater o comunismo que teria no isolamento social o seu “avant première”. 

O ministro da economia, Paulo Guedes, sem uma única ideia sobre as dificuldades por que passa o país nesse flagelo do Coronavírus, dos muitos impropérios que proferiu, destaca-se a venda para iniciativa privada do Banco do Brasil. 

Um tal de Ricardo Sales, ministro do Meio Ambiente, sugeriu que, diante das notícias atuais da imprensa, versarem basicamente sobre o Coronavírus, que o governo, ilegalmente, sem passar pelo legislativo, mudasse toda a legislação ambiental existente no país. 

Uma outra integrante dessa trupe ensandecida, uma tal de Damares Alves, ministra dos Direitos Humanos, totalmente fora de si, numa fala confusa e sem nexo, chegou mesmo a dizer que o seu ministério irá botar na cadeia prefeitos e governadores que decretaram medidas restritivas de circulação de pessoas durante a pandemia.

O surrealismo foi a tônica do amontoados de asnices ditas pelo presidente e alguns dos seus serviçais auxiliares.  

É isso.

Gilberto Dimenstein, o exemplo de uma geração Como isso é possível?