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'Lula e o seu desiderato’

Só mesmo tendo como aspiração maior o desejo de encerrar de vez a sua carreira política, é que se pode tentar entender a mudez do ex-presidente Lula durante todo esse período de desmandos do presidente Bolsonaro, com destaque para os três últimos meses de pandemia do Coronavírus, causando mais de 31 mil óbitos desde então. 

O jornalista Bruno Boghossian, em sua coluna do jornal Folha de São Paulo desta quarta-feira, diz que Lula alimenta uma divisão que pode facilitar a vida de Bolsonaro e que o petista rejeita aliança por acreditar que pode se contrapor sozinho a uma recessão econômica. 

Lula disse de dentro dá prisão em Curitiba, a quatro dias do segundo turno, que o país caminhava para uma ditadura facista e que era hora de união de todos em torno da candidatura de Haddad. 

Segundo Brogossian, aquela fala de Lula era apenas um marketing de ocasião, de baixa qualidade, pois nos últimos dias, ele Lula, tem criticado a criação de uma frente contra as tendências autoritárias de Bolsonaro. 

Lula diz que as manifestações em defesa da democracia, que começam a surgir no país, são meros projetos políticos da elite brasileira, chegando mesmo a desestimular a adesão petista e sua esses movimentos.  Num evento partidário no último dia primeiro, sentindo que o controle do chamam oposição neste país, começa a furgir-lhe das mãos, Lula vaticinou: “Sinceramente, eu não tenho mais idade (e nem terá, já que a sua elegibilidade só voltará aos noventa e quatro anos) para ser Maria vai com as outras.”

Para Lula, os movimentos pela democracia são parte de um plano da elite (sempre ela, grifo nosso) para voltar a governar o país sem o PT. 

O intuitivo estará mais uma vez  com a razão, pergunta-se.

Só mesmo tendo como aspiração maior o desejo de encerrar de vez a sua carreira política, é que se pode tentar entender a mudez do ex-presidente Lula durante todo esse período de desmandos do presidente Bolsonaro, com destaque para os três últimos meses de pandemia do Coronavírus, causando mais de 31 mil óbitos desde então. 

O jornalista Bruno Boghossian, em sua coluna do jornal Folha de São Paulo desta quarta-feira, diz que Lula alimenta uma divisão que pode facilitar a vida de Bolsonaro e que o petista rejeita aliança por acreditar que pode se contrapor sozinho a uma recessão econômica. 

Lula disse de dentro dá prisão em Curitiba, a quatro dias do segundo turno, que o país caminhava para uma ditadura facista e que era hora de união de todos em torno da candidatura de Haddad. 

Segundo Brogossian, aquela fala de Lula era apenas um marketing de ocasião, de baixa qualidade, pois nos últimos dias, ele Lula, tem criticado a criação de uma frente contra as tendências autoritárias de Bolsonaro. 

Lula diz que as manifestações em defesa da democracia, que começam a surgir no país, são meros projetos políticos da elite brasileira, chegando mesmo a desestimular a adesão petista e sua esses movimentos.  Num evento partidário no último dia primeiro, sentindo que o controle do chamam oposição neste país, começa a furgir-lhe das mãos, Lula vaticinou: “Sinceramente, eu não tenho mais idade (e nem terá, já que a sua elegibilidade só voltará aos noventa e quatro anos) para ser Maria vai com as outras.”

Para Lula, os movimentos pela democracia são parte de um plano da elite (sempre ela, grifo nosso) para voltar a governar o país sem o PT. 

O intuitivo estará mais uma vez  com a razão, pergunta-se.

Não dá para segurar Covarde agressão