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A ficha que não cai

Passados cem dias do primeiro óbito causado pelo Coronavírus, a população e a mídia nacional parecem não ter atinado para esse comportamento irresponsável diário do presidente Bolsonaro. 

Na nossa tosca compreensão, a cada dia ele se compraz, ao ver o número de óbitos crescerem dia após dia, pois só assim ele permanece sendo notícia. 
Imaginem, por um instante, se esse flagelo mundial não nos tivesse acometido, como ele Bolsonaro poderia ser notícia? 

São dezessete meses de mandato, sem nenhuma estratégia, sem nenhum rascunho de um projeto para o país. 

Além de toda essa pantomima diária que ele encena, o repertório de infâmia com que brinda os pagadores de impostos deste país, parece inesgotável. Só o deboche conta. 
O mínimo que a população brasileira poderia fazer, como último recurso para conter esse mar de boçalidades que invades os lares brasileiros, seria dar esses quatro anos (2019-2022) como o quadriênio perdido da vida nacional. 

Para um país que já teve uma década perdida em termos socioeconômicos, um quadriênio passa rápido. 

É isso.

Passados cem dias do primeiro óbito causado pelo Coronavírus, a população e a mídia nacional parecem não ter atinado para esse comportamento irresponsável diário do presidente Bolsonaro. 

Na nossa tosca compreensão, a cada dia ele se compraz, ao ver o número de óbitos crescerem dia após dia, pois só assim ele permanece sendo notícia. 
Imaginem, por um instante, se esse flagelo mundial não nos tivesse acometido, como ele Bolsonaro poderia ser notícia? 

São dezessete meses de mandato, sem nenhuma estratégia, sem nenhum rascunho de um projeto para o país. 

Além de toda essa pantomima diária que ele encena, o repertório de infâmia com que brinda os pagadores de impostos deste país, parece inesgotável. Só o deboche conta. 
O mínimo que a população brasileira poderia fazer, como último recurso para conter esse mar de boçalidades que invades os lares brasileiros, seria dar esses quatro anos (2019-2022) como o quadriênio perdido da vida nacional. 

Para um país que já teve uma década perdida em termos socioeconômicos, um quadriênio passa rápido. 

É isso.

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