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Até que enfim a ficha caiu

O presidente Bolsonaro mandou três ministros a São Paulo ontem selar um armistício (pedir arrego) ao ministro Alexandre Moraes. Alexandre Moraes é o ministro que conduz todas as investigações no STF em desfavor do Clã Bolsonaro. 

Ele, Presidente, parece que, até que enfim percebeu que a política suicida de incentivar os seus adeptos a desmoralizar o STF não surtiu o efeito desejado e agora desfralda uma bandeira branca, tentando salvar o mandato, e consequentemente, dar outro destino a vida dos filhos, que não seja o de uma temporada no sistema presidiário nacional. 

Bolsonaro deve de avistar nos próximos dias com o ministro Luís Fux, presidente do STF a partir de setembro, em mais uma tentativa de travar o processo de impeachment que o ameaça ainda em 2020. 

Vai tentar salvar o mandato que, praticamente, acabou. 

A prisão do Queiroz era a pá de cal que faltava. 

Até o alugado Centrão, grupo composto de partidos que não se deixam comprar, apenas faz um contrato temporário de apoio, enquanto se apodera dos cofres públicos, já começa ficar agastado com o apoio prometido ao Bolsonaro, e que dificilmente entregarão o prometido, qual seja, o apoio integral aos projetos do governo a serem enviados ao Congresso Nacional. 

Todo esse quadro de instabilidade em que o país atravessa, talvez o mais grave da sua história, só pode ser debitado na conta de uma única pessoa, o próprio presidente Bolsonaro, personificado em uma verdadeira fábrica de crises. 

Tá feia a coisa.

O presidente Bolsonaro mandou três ministros a São Paulo ontem selar um armistício (pedir arrego) ao ministro Alexandre Moraes. Alexandre Moraes é o ministro que conduz todas as investigações no STF em desfavor do Clã Bolsonaro. 

Ele, Presidente, parece que, até que enfim percebeu que a política suicida de incentivar os seus adeptos a desmoralizar o STF não surtiu o efeito desejado e agora desfralda uma bandeira branca, tentando salvar o mandato, e consequentemente, dar outro destino a vida dos filhos, que não seja o de uma temporada no sistema presidiário nacional. 

Bolsonaro deve de avistar nos próximos dias com o ministro Luís Fux, presidente do STF a partir de setembro, em mais uma tentativa de travar o processo de impeachment que o ameaça ainda em 2020. 

Vai tentar salvar o mandato que, praticamente, acabou. 

A prisão do Queiroz era a pá de cal que faltava. 

Até o alugado Centrão, grupo composto de partidos que não se deixam comprar, apenas faz um contrato temporário de apoio, enquanto se apodera dos cofres públicos, já começa ficar agastado com o apoio prometido ao Bolsonaro, e que dificilmente entregarão o prometido, qual seja, o apoio integral aos projetos do governo a serem enviados ao Congresso Nacional. 

Todo esse quadro de instabilidade em que o país atravessa, talvez o mais grave da sua história, só pode ser debitado na conta de uma única pessoa, o próprio presidente Bolsonaro, personificado em uma verdadeira fábrica de crises. 

Tá feia a coisa.

País conflagrado? Atrabiliariedade