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Não dá para segurar

Lendo uma manchete de um órgão de imprensa local, saio da minha mudez momentânea para tecer algumas considerações a respeito da referida manchete. Ei-la: “PT diz que apoia a reeleição de Temístocles se ele se afastar de Ciro em 2022”. Haja hipocrisia. Aos fatos.

O senador Ciro Nogueira é o político piauense com maior poder de mando, como há muito não se via no Estado do Piauí.

Detém, ele Ciro, o comando e o dirige com mão de ferro um partido político da envergadura dos PROGRESSISTAS com uma bancada de quarenta deputados federais e oito senadores, tendo sido reeleito recentemente por aclamação dos seus correligionários. 

O senador Ciro Nogueira tem se posicionado politicamente com sucesso em todos os governos desde a era Lula. 

No segundo governo da presidenta Dilma, embora o seu partido o PP apoiasse integralmente o governo, Ciro Nogueira percebeu que a queda de Dilma seria inevitável e aliou-se ao vice-presidente Temer, fato esse seguido por Waldemar da Costa Neto do PL e Gilberto Kassab do PSD, garantindo os votos necessários para o defenestramento de Dilma da Presidência da República. 

Ciro Nogueira, nos 33 meses da administração Temer, deu as cartas ao seu talante, já que detinha em suas mãos, de porteira fechada, os ministérios da Agricultura, Cidades, Saúde e o super-Ministério que é a Caixa Econômica Federal, financiadora de todos os programas sociais do Governo Federal. 

Ciro Nogueira ainda teve, ou ainda tem, sob seu poder de mando, a direção nacional do GEAP, previdência do funcionalismo público federal. 

No atual governo do presidente Bolsonaro, Ciro Nogueira já emplacou o presidente do FNDE, o bilionário fundo de financiamento da Educação Brasileira, autarquia vinculada ao Ministério da Educação. 

Toda essa narrativa, a respeito da história política do senador Ciro Nogueira, é somente para lembrar que nenhum grupo político do Estado do Piauí tem força política para emparedá-lo em quaisquer circunstâncias, já que Ciro Nogueira transita e mantém suas indicações políticas, tanto no governo do Estado, bem como na Prefeitura Municipal de Teresina. 

Portanto, falece ao PT, qualquer poder de condicionar o apoio dos seus deputados estaduais a mais uma eleição de Temístocles Filho para a presidência da Assembleia Legislativa, em troca de um improvável afastamento de Temístocles Filho nas eleições de 2022. Soa por demais ridícula essa propositura do PT, diante da realidade política local e nacional em que vivemos. 

É isso.

Lendo uma manchete de um órgão de imprensa local, saio da minha mudez momentânea para tecer algumas considerações a respeito da referida manchete. Ei-la: “PT diz que apoia a reeleição de Temístocles se ele se afastar de Ciro em 2022”. Haja hipocrisia. Aos fatos.

O senador Ciro Nogueira é o político piauense com maior poder de mando, como há muito não se via no Estado do Piauí.

Detém, ele Ciro, o comando e o dirige com mão de ferro um partido político da envergadura dos PROGRESSISTAS com uma bancada de quarenta deputados federais e oito senadores, tendo sido reeleito recentemente por aclamação dos seus correligionários. 

O senador Ciro Nogueira tem se posicionado politicamente com sucesso em todos os governos desde a era Lula. 

No segundo governo da presidenta Dilma, embora o seu partido o PP apoiasse integralmente o governo, Ciro Nogueira percebeu que a queda de Dilma seria inevitável e aliou-se ao vice-presidente Temer, fato esse seguido por Waldemar da Costa Neto do PL e Gilberto Kassab do PSD, garantindo os votos necessários para o defenestramento de Dilma da Presidência da República. 

Ciro Nogueira, nos 33 meses da administração Temer, deu as cartas ao seu talante, já que detinha em suas mãos, de porteira fechada, os ministérios da Agricultura, Cidades, Saúde e o super-Ministério que é a Caixa Econômica Federal, financiadora de todos os programas sociais do Governo Federal. 

Ciro Nogueira ainda teve, ou ainda tem, sob seu poder de mando, a direção nacional do GEAP, previdência do funcionalismo público federal. 

No atual governo do presidente Bolsonaro, Ciro Nogueira já emplacou o presidente do FNDE, o bilionário fundo de financiamento da Educação Brasileira, autarquia vinculada ao Ministério da Educação. 

Toda essa narrativa, a respeito da história política do senador Ciro Nogueira, é somente para lembrar que nenhum grupo político do Estado do Piauí tem força política para emparedá-lo em quaisquer circunstâncias, já que Ciro Nogueira transita e mantém suas indicações políticas, tanto no governo do Estado, bem como na Prefeitura Municipal de Teresina. 

Portanto, falece ao PT, qualquer poder de condicionar o apoio dos seus deputados estaduais a mais uma eleição de Temístocles Filho para a presidência da Assembleia Legislativa, em troca de um improvável afastamento de Temístocles Filho nas eleições de 2022. Soa por demais ridícula essa propositura do PT, diante da realidade política local e nacional em que vivemos. 

É isso.

Rompimento? Teresina no caminho certo