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País conflagrado?

O Brasil vive momentos de extrema tensão entre os poderes constituídos.

A mais recente crise, muito longe de ser a última, está a envolver um membro do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o Exército Brasileiro, via Ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva e o Vice-presidente Hamilton Mourão.

Uma declaração do ministro Gilmar Mendes na última semana, dizendo que o Exército Brasileiro está sendo conivente com um ‘Genocídio’ isto é, os mais de setenta e três mil óbitos ocorridos em todo o Brasil em decorrência do Covid-19, assanhou os ânimos dos generais Fernando Azevedo e Silva, Ministro da Defesa, e do vice-presidente Hamilton Mourão.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse, nesta segunda-feira, que acionou o Ministério da Justiça para que promova uma ação contra Gilmar Mendes, exigindo uma retratação diante da fala, considerada por ele, Eduardo Ramos, como uma  leviandade.

Já o vice-presidente, Hamilton Mourão, se reportando à mesma declaração do ministro Gilmar Mendes, declarou sem meias palavras que o ministro ultrapassou todos os limites da convivência harmônica entre os poderes da república ao associar ao Exército Brasileiro a uma desídia, no que tange ao morticínio causado pelo Coronavirus, que até a presente data ceifou a vida de mais de setenta e três mil brasileiros.

O que pode se depreender da fala desses dois generais, Fernando Azevedo e Silva e Hamilton Mourão, é que ambos não estariam saindo em defesa do Exercito Brasileiro, e sim vociferando o discurso do presidente Bolsonaro, que se impôs um silêncio obsequioso desde a prisão do amigo do Clã Bolsonaro, o ex-policial Fabrício Queiroz , tem evitado dar as declarações costumeiras.

É isso.

O Brasil vive momentos de extrema tensão entre os poderes constituídos.

A mais recente crise, muito longe de ser a última, está a envolver um membro do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o Exército Brasileiro, via Ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva e o Vice-presidente Hamilton Mourão.

Uma declaração do ministro Gilmar Mendes na última semana, dizendo que o Exército Brasileiro está sendo conivente com um ‘Genocídio’ isto é, os mais de setenta e três mil óbitos ocorridos em todo o Brasil em decorrência do Covid-19, assanhou os ânimos dos generais Fernando Azevedo e Silva, Ministro da Defesa, e do vice-presidente Hamilton Mourão.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse, nesta segunda-feira, que acionou o Ministério da Justiça para que promova uma ação contra Gilmar Mendes, exigindo uma retratação diante da fala, considerada por ele, Eduardo Ramos, como uma  leviandade.

Já o vice-presidente, Hamilton Mourão, se reportando à mesma declaração do ministro Gilmar Mendes, declarou sem meias palavras que o ministro ultrapassou todos os limites da convivência harmônica entre os poderes da república ao associar ao Exército Brasileiro a uma desídia, no que tange ao morticínio causado pelo Coronavirus, que até a presente data ceifou a vida de mais de setenta e três mil brasileiros.

O que pode se depreender da fala desses dois generais, Fernando Azevedo e Silva e Hamilton Mourão, é que ambos não estariam saindo em defesa do Exercito Brasileiro, e sim vociferando o discurso do presidente Bolsonaro, que se impôs um silêncio obsequioso desde a prisão do amigo do Clã Bolsonaro, o ex-policial Fabrício Queiroz , tem evitado dar as declarações costumeiras.

É isso.

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