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O campeoníssimo Piauí

Esse Estado do Piauí, ainda hoje, é motivo de chacota nacional. 

Às vezes injustamente mas, na maioria das vezes, as chacotas são oportunas e merecidas.
Um exemplo: como justificar diante da sociedade piauense que aqui, neste desgovernado Estado, o preço da gasolina e dos demais combustíveis seja o mais alto do Nordeste e o segundo mais elevado do Brasil. 

Além dos combustíveis, a tarifa de energia elétrica e a de telefonia é igualmente campeoníssima em relação ao resto do Brasil, já que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) escorcha sem dó e nem piedade os contribuintes piauenses. 

E o paradoxo decorrente de todo esse abuso praticado na área tributária é não perceber nenhuma melhora naqueles serviços prestados à sociedade e que são afetos à administração que se instalou no Palácio de Karnak desde 2003, pelo contrário, o que assistimos é uma degradação a cada ano dos serviços prestados pelo Estado do Piauí aos seus pagadores de impostos.

Sem medo de errar e não estar cometendo nenhuma injustiça, afirmamos, de forma peremptória que, o único Estado da Federação em que nenhuma obra de infraestrutura significativa não ocorreu, foi no Estado do Piauí. 

É isso.

Esse Estado do Piauí, ainda hoje, é motivo de chacota nacional. 

Às vezes injustamente mas, na maioria das vezes, as chacotas são oportunas e merecidas.
Um exemplo: como justificar diante da sociedade piauense que aqui, neste desgovernado Estado, o preço da gasolina e dos demais combustíveis seja o mais alto do Nordeste e o segundo mais elevado do Brasil. 

Além dos combustíveis, a tarifa de energia elétrica e a de telefonia é igualmente campeoníssima em relação ao resto do Brasil, já que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) escorcha sem dó e nem piedade os contribuintes piauenses. 

E o paradoxo decorrente de todo esse abuso praticado na área tributária é não perceber nenhuma melhora naqueles serviços prestados à sociedade e que são afetos à administração que se instalou no Palácio de Karnak desde 2003, pelo contrário, o que assistimos é uma degradação a cada ano dos serviços prestados pelo Estado do Piauí aos seus pagadores de impostos.

Sem medo de errar e não estar cometendo nenhuma injustiça, afirmamos, de forma peremptória que, o único Estado da Federação em que nenhuma obra de infraestrutura significativa não ocorreu, foi no Estado do Piauí. 

É isso.

Rompimento? País conflagrado?