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Ignomínia

O Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, através de uma de suas câmaras criminais, acaba de praticar um ato que o desonra sobremaneira, ao negar, por dois votos a um, o habeas corpus impetrado pela defesa do jornalista Arimateia Azevedo, preso desde o dia 12 de junho do ano em curso. 

Arimateia Azevedo, com cinco décadas jornalismo combativo( o único a denunciar o bando do crime organizado no Piauí), está sendo mantido preso, e sem exercer o seu labor diário, em decorrência de um único depoimento em seu desfavor, tornado delação premiada por imposição de um grupo de comunicação, e acatado até pelo Ministério Público e pelos desembargadores que compõem a câmara criminal do Tribunal de Justiça.

O que mais chama a atenção desse verdadeiro opóbrio, é não existir um áudio, uma frase escrita sequer, originária do jornalista Arimateia Azevedo, instruindo ou orientando, a quem quer que seja, receber dinheiro em troca da omissão do Portal AZ sobre um clamoroso erro médico.
Essa decisão da câmara criminal, nesta manhã, envergonha à todos os cidadãos de bem, não de bens, ressalte-se, que habitam essa vilipendiada Unidade Federada.

É isso.

O Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, através de uma de suas câmaras criminais, acaba de praticar um ato que o desonra sobremaneira, ao negar, por dois votos a um, o habeas corpus impetrado pela defesa do jornalista Arimateia Azevedo, preso desde o dia 12 de junho do ano em curso. 

Arimateia Azevedo, com cinco décadas jornalismo combativo( o único a denunciar o bando do crime organizado no Piauí), está sendo mantido preso, e sem exercer o seu labor diário, em decorrência de um único depoimento em seu desfavor, tornado delação premiada por imposição de um grupo de comunicação, e acatado até pelo Ministério Público e pelos desembargadores que compõem a câmara criminal do Tribunal de Justiça.

O que mais chama a atenção desse verdadeiro opóbrio, é não existir um áudio, uma frase escrita sequer, originária do jornalista Arimateia Azevedo, instruindo ou orientando, a quem quer que seja, receber dinheiro em troca da omissão do Portal AZ sobre um clamoroso erro médico.
Essa decisão da câmara criminal, nesta manhã, envergonha à todos os cidadãos de bem, não de bens, ressalte-se, que habitam essa vilipendiada Unidade Federada.

É isso.

Rompimento? Cortesia com chapéu alheio