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Irmão Guido

Sempre que íamos buscar os nossos filhos, ou resolver problemas outros referentes a eles, no Colégio Diocesano, frequentemente nos deparávamos com aquele senhor, baixinho até na voz, muito educado e atencioso com todos, que era o Irmão Guido. 

Fala mansa, carregada de um sotaque do seu país de origem, a Itália, Irmão Guido era uma doçura de pessoa. 

Nunca consegui entender o porquê de terem homenageado o padre italiano colocando o seu epíteto em uma penitenciária estadual, construída em Teresina. Presos de alta periculosidade, são ali depositados para que cumpram penas estabelecidas pela justiça estadual. Nada de anormal. 

O que nos deixa perplexo, por outro lado, é uma câmara criminal em julgamento na última quarta-feira, por dois votos a um, ter mandado para a penitenciária Irmão Guido o combativo jornalista Arimateia Azevedo, numa decisão teratológica, como há muita não se via no Estado do Piauí, em decorrência das acusações inflingidas à Arimateia Azevedo serem eivadas de absurdos dentro do que se tem como o devido processo legal, algo que obrigatoriamente deve presidir todas as investigações e instruções processuais para que uma prisão seja decretada. 

O jornalista Arimateia Azevedo sofre no instante em que se encontra recolhido em uma penitenciária, talvez a maior injustiça praticada contra um cidadão na história do Estado do Piauí. 

Senhores desembargadores, esse Estado do Piauí já é tão vilipendiado pelo resto do País, não deixem que mais um fato lamentável,como esse da prisão do jornalista Arimateia Azevedo, enriqueça o anedotário nacional sobre essa Unidade Federada. 

É isso.

P S
Irmão Guido, padre italiano , ao chegar ao Brasil, veio servir como salesiano no Colégio Diocesano. Pari-passu , criou a Pastoral Carcerária, trabalho realizado junto aos presidiários da penitenciária do Campo de Marti, localizada onde hoje se encontra o Ginásio de Esportes O Verdão. A homenagem ao seu nome, aposto na penitenciária às margens da BR 316, é uma justa homenagem , à quem em vida , dedicou o seu labor aos desafortunados presidiários de Teresina.

Sempre que íamos buscar os nossos filhos, ou resolver problemas outros referentes a eles, no Colégio Diocesano, frequentemente nos deparávamos com aquele senhor, baixinho até na voz, muito educado e atencioso com todos, que era o Irmão Guido. 

Fala mansa, carregada de um sotaque do seu país de origem, a Itália, Irmão Guido era uma doçura de pessoa. 

Nunca consegui entender o porquê de terem homenageado o padre italiano colocando o seu epíteto em uma penitenciária estadual, construída em Teresina. Presos de alta periculosidade, são ali depositados para que cumpram penas estabelecidas pela justiça estadual. Nada de anormal. 

O que nos deixa perplexo, por outro lado, é uma câmara criminal em julgamento na última quarta-feira, por dois votos a um, ter mandado para a penitenciária Irmão Guido o combativo jornalista Arimateia Azevedo, numa decisão teratológica, como há muita não se via no Estado do Piauí, em decorrência das acusações inflingidas à Arimateia Azevedo serem eivadas de absurdos dentro do que se tem como o devido processo legal, algo que obrigatoriamente deve presidir todas as investigações e instruções processuais para que uma prisão seja decretada. 

O jornalista Arimateia Azevedo sofre no instante em que se encontra recolhido em uma penitenciária, talvez a maior injustiça praticada contra um cidadão na história do Estado do Piauí. 

Senhores desembargadores, esse Estado do Piauí já é tão vilipendiado pelo resto do País, não deixem que mais um fato lamentável,como esse da prisão do jornalista Arimateia Azevedo, enriqueça o anedotário nacional sobre essa Unidade Federada. 

É isso.

P S
Irmão Guido, padre italiano , ao chegar ao Brasil, veio servir como salesiano no Colégio Diocesano. Pari-passu , criou a Pastoral Carcerária, trabalho realizado junto aos presidiários da penitenciária do Campo de Marti, localizada onde hoje se encontra o Ginásio de Esportes O Verdão. A homenagem ao seu nome, aposto na penitenciária às margens da BR 316, é uma justa homenagem , à quem em vida , dedicou o seu labor aos desafortunados presidiários de Teresina.

Rompimento? Ignomínia