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Começo de reparação de uma injustiça

Em decisão prolatada no final da tarde de ontem, o ministro presidente do Superior Tribunal de Justiça, como ministro plantonista, deferiu em sede de liminar a revogação da prisão do jornalista Arimateia Azevedo recolhido que estava a penitenciária Irmão Guido, fazendo-o retornar à prisão domiciliar.

Incontinenti, o desembargador Sebastião Ribeiro Martins, presidente do Tribunal de Justiça do estado do Piauí,  expediu o alvará de soltura que, cumprido ainda na noite de ontem, permitiu que o jornalista Arimateia Azevedo voltasse ao convívio dos seus familiares, que vêm tentando sobreviver,  vítimas que são dessa verdadeira provação, com todos os ingredientes de uma vindita estapafúrdia posta em prática por desafetos, dele Arimateia Azevedo,  que se julgam “intocáveis”, quando surpreendidos em malfeitos de toda ordem. 

Louve-se aqui nesse espaço, a solidariedade de parte da imprensa piauiense diante de ultrajante condenação sofrida pelo jornalista Arimateia Azevedo, de profissionais como Tony Rodrigues, Marcos Melo, Walci Vieira,  Zózimo Tavares, Luís Carlos,  presidente do SINDJOR e da própria OAB-PI, ao cerrarem fileiras sobre a liberdade de Imprensa e o direito inalienável de liberdade de expressão.  

A concessão da liminar exarada pelo presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha,  acreditamos ser o começo do reconhecimento de uma ação do poder judiciário em desfavor do jornalista Arimateia Azevedo, que caso não venha a ser reparada, irá enodoar todo o Poder Judiciário do Estado do Piauí. 

É isso.

Em decisão prolatada no final da tarde de ontem, o ministro presidente do Superior Tribunal de Justiça, como ministro plantonista, deferiu em sede de liminar a revogação da prisão do jornalista Arimateia Azevedo recolhido que estava a penitenciária Irmão Guido, fazendo-o retornar à prisão domiciliar.

Incontinenti, o desembargador Sebastião Ribeiro Martins, presidente do Tribunal de Justiça do estado do Piauí,  expediu o alvará de soltura que, cumprido ainda na noite de ontem, permitiu que o jornalista Arimateia Azevedo voltasse ao convívio dos seus familiares, que vêm tentando sobreviver,  vítimas que são dessa verdadeira provação, com todos os ingredientes de uma vindita estapafúrdia posta em prática por desafetos, dele Arimateia Azevedo,  que se julgam “intocáveis”, quando surpreendidos em malfeitos de toda ordem. 

Louve-se aqui nesse espaço, a solidariedade de parte da imprensa piauiense diante de ultrajante condenação sofrida pelo jornalista Arimateia Azevedo, de profissionais como Tony Rodrigues, Marcos Melo, Walci Vieira,  Zózimo Tavares, Luís Carlos,  presidente do SINDJOR e da própria OAB-PI, ao cerrarem fileiras sobre a liberdade de Imprensa e o direito inalienável de liberdade de expressão.  

A concessão da liminar exarada pelo presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha,  acreditamos ser o começo do reconhecimento de uma ação do poder judiciário em desfavor do jornalista Arimateia Azevedo, que caso não venha a ser reparada, irá enodoar todo o Poder Judiciário do Estado do Piauí. 

É isso.

Rompimento? Irmão Guido