1. Blogs
  2. Murilo Noleto
  3. Uma vergonha a mais
Publicidade

Uma vergonha a mais

Passados cento e vinte um dias preso , o jornalista Arimatéia Azevedo é vítima de uma ‘ promiscuidade juridica’ jamais vista por essas bandas. 

Aliaram-se num conluio repugnante  , autoridades do poder judiciário e políticos-empresários poderosos que, para desgastarem e desmoralizarem , tentando acabá-lo profissionalmente, gastam o que for necessário para calar a única voz na imprensa piauiense, que teve a coragem de denunciar o temido à época o bando facinoroso do militar Correia Lima.

Os dias passam, a canalhice vai sendo sedimentada, e o jornalista Arimatéia Azevedo vai perdendo o que sempre foi um farol a iluminar os porões das patifarias praticadas pelos integrantes dos poderes constituídos deste vilipendiado Estado do Piauí. 

Há de se perguntar mais uma vez. Após o Ministério Público Estadual-dono da ação penal-ter por duas vezes encaminhado parecer ao juiz do feito , exigindo a quebra da prisão domiciliar do Jornalista Arimatéia Azevedo e a Polícia Civil,  através de um perito  seu, ter feito uma varredura no celular do jornalista e em um laudo circunstanciado remetido ao juiz do feito, o resultado da perícia , constatou  que, após perscrutar toda a memória do referido celular, não encontrou nada relevante que pudesse servir como prova processual, pergunta -se. Até quando, o Poder Judiciário Piauiense irá fazer pouco caso do nosso ordenamento jurídico concomitantemente com o Estado Democrático de Direito, mantendo o Jornalista Arimatéia Azevedo preso, e impedido de exercer a profissão que escolheu para sua subsistência e dos seus familiares? Até quando? 

Se crime há, nesse caso em tela, é essa monstruosa ilegalidade que atende pelo nome de PRISÃO PREVENTIVA DO JORNALISTA ARIMATÉIA AZEVEDO. 

É isso.

Passados cento e vinte um dias preso , o jornalista Arimatéia Azevedo é vítima de uma ‘ promiscuidade juridica’ jamais vista por essas bandas. 

Aliaram-se num conluio repugnante  , autoridades do poder judiciário e políticos-empresários poderosos que, para desgastarem e desmoralizarem , tentando acabá-lo profissionalmente, gastam o que for necessário para calar a única voz na imprensa piauiense, que teve a coragem de denunciar o temido à época o bando facinoroso do militar Correia Lima.

Os dias passam, a canalhice vai sendo sedimentada, e o jornalista Arimatéia Azevedo vai perdendo o que sempre foi um farol a iluminar os porões das patifarias praticadas pelos integrantes dos poderes constituídos deste vilipendiado Estado do Piauí. 

Há de se perguntar mais uma vez. Após o Ministério Público Estadual-dono da ação penal-ter por duas vezes encaminhado parecer ao juiz do feito , exigindo a quebra da prisão domiciliar do Jornalista Arimatéia Azevedo e a Polícia Civil,  através de um perito  seu, ter feito uma varredura no celular do jornalista e em um laudo circunstanciado remetido ao juiz do feito, o resultado da perícia , constatou  que, após perscrutar toda a memória do referido celular, não encontrou nada relevante que pudesse servir como prova processual, pergunta -se. Até quando, o Poder Judiciário Piauiense irá fazer pouco caso do nosso ordenamento jurídico concomitantemente com o Estado Democrático de Direito, mantendo o Jornalista Arimatéia Azevedo preso, e impedido de exercer a profissão que escolheu para sua subsistência e dos seus familiares? Até quando? 

Se crime há, nesse caso em tela, é essa monstruosa ilegalidade que atende pelo nome de PRISÃO PREVENTIVA DO JORNALISTA ARIMATÉIA AZEVEDO. 

É isso.

Água Branca, a síntese A primeira impressão