1. Blogs
  2. Murilo Noleto
  3. Polêmica inútil
Publicidade

Polêmica inútil

Vem causando grande alvoroço nas redes sociais e na grande imprensa, como também no meio dos incautos de toda ordem, uma decisão do Ministro do STF Marco Aurélio Mello, por ter monocraticamente concedido um alvará de soltura para um dos chefões do tráfico internacional de drogas, conhecido como André do Rapp. 

Dada a repercussão da decisão, incensada  que foi pela onda de ódio disseminada nas redes sociais, por simpatizantes do governo de plantão, o presidente do STF ministro Luiz Fux, monocraticamente também, revogou a decisão do ministro Marco Aurélio, determinando a volta de André do Rapp à tranca, determinação essa, quase impossível de ser cumprida já que, o criminoso escafedeu-se e  jamais irá se apresentar por conta própria à autoridade policial para retornar ao cárcere. 

Quando falo sobre incautos, me refiro às pessoas que insistem em não atinar para o fato real e concreto que é: ministro não elabora leis. 

Essa tarefa de criar, modificar e suprimir qualquer regramento jurídico em Pindorama, compete ao Congresso Nacional.

Ao decidir sobre a soltura de André do Rapp, o ministro Marco Aurélio Mello, não discrepou uma vírgula sequer , do que está disposto nos nossos códigos, penal e processual.

É a letra fria da lei , o norte do julgador.

Agora, se deputados e senadores , elaboram um ordenamento jurídico , visando acima de tudo, os benefícios que poderão advir-lhes quando apanhados em falcatruas de toda ordem, aí, é que é o fulcro do que deve ser levado em consideração por todos aqueles que pugnam por uma nação igualitária em termos de justiça para todos, independentemente da função ou cargo que exerça. 

O chefe do PCC André do Rapp, através do seu advogado, fez valer o que está disposto na nossa legislação penal. 

É isso.

Vem causando grande alvoroço nas redes sociais e na grande imprensa, como também no meio dos incautos de toda ordem, uma decisão do Ministro do STF Marco Aurélio Mello, por ter monocraticamente concedido um alvará de soltura para um dos chefões do tráfico internacional de drogas, conhecido como André do Rapp. 

Dada a repercussão da decisão, incensada  que foi pela onda de ódio disseminada nas redes sociais, por simpatizantes do governo de plantão, o presidente do STF ministro Luiz Fux, monocraticamente também, revogou a decisão do ministro Marco Aurélio, determinando a volta de André do Rapp à tranca, determinação essa, quase impossível de ser cumprida já que, o criminoso escafedeu-se e  jamais irá se apresentar por conta própria à autoridade policial para retornar ao cárcere. 

Quando falo sobre incautos, me refiro às pessoas que insistem em não atinar para o fato real e concreto que é: ministro não elabora leis. 

Essa tarefa de criar, modificar e suprimir qualquer regramento jurídico em Pindorama, compete ao Congresso Nacional.

Ao decidir sobre a soltura de André do Rapp, o ministro Marco Aurélio Mello, não discrepou uma vírgula sequer , do que está disposto nos nossos códigos, penal e processual.

É a letra fria da lei , o norte do julgador.

Agora, se deputados e senadores , elaboram um ordenamento jurídico , visando acima de tudo, os benefícios que poderão advir-lhes quando apanhados em falcatruas de toda ordem, aí, é que é o fulcro do que deve ser levado em consideração por todos aqueles que pugnam por uma nação igualitária em termos de justiça para todos, independentemente da função ou cargo que exerça. 

O chefe do PCC André do Rapp, através do seu advogado, fez valer o que está disposto na nossa legislação penal. 

É isso.

Água Branca, a síntese Uma vergonha a mais