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Centro e trinta e cinco dias de humilhação

O Poder Judiciário do Estado do Piauí, está a praticar um ato que enodoa toda a sua história, como um dos um dos poderes inscritos em nossa carta magna, como integrante de um ente federativo.

Jornalista Arimateia Azevedo segue preso e sob censura (Foto: Portal AZ)

Não se encontra exemplo de tamanha arbitrariedade, o que juiz e desembargador responsáveis diretos pela ultrajante prisão domiciliar impingida até à presente data em desfavor do jornalista Arimateia Azevedo.

Paira sobre essa exdrúxula decisão da justiça piauiense, um certo ar de coisa montada e forjada, com o intuito de quebrar e calar uma voz que esteve sempre a denunciar as malfeitorias dos poderosos deste Estado do Piauí.

A motivação da prisão do jornalista decorre de um suposto crime de extorsão que não tem prova alguma, apenas a palavra da suposta vitima. 

Decorridos centro e trinta e cinco dias de uma ilegal e arbitrária prisão domiciliar, que priva o jornalista de exercer o seu labor diário, atividade que exerce há mais de quarenta anos, fonte única a manter a sua sobrevivência, a justiça piauiense, através de um juiz de primeira instância insiste não se sabendo, mas podendo se antever a que interesses estaria subordinado em manter Arimateia Azevedo preso.

Até a varredura do celular realizada há mais de um mês por perito da Polícia Civil, nada de relevante, segundo perito, foi encontrado que pudesse ser acolhido como prova processual.

Escudando-se em um Habeas Corpus impetrado há mais de dois meses no Superior Tribunal de Justiça, o juiz de direito, se abstém de decidir sobre arbitrária e ilegal prisão de Arimateia Azevedo.

Quando frequentávamos bancos escolares na UFPI, aprendemos com os mestres doutrinadores do Direito Pátrio que, uma coisa não está vinculada à outra. O juiz a quem o processo está afeto, revogar a prisão do Jornalista Arimateia Azevedo o Habeas Corpus perde o objeto e é automaticamente arquivado. Até porque, nos diziam os nossos mestres, o  Habeas Corpus não é recurso processual. Somente os recursos processuais têm o condão para suspender um processo crime.

O HC é uma ação estritamente constitucional, com a prevalência do direito à liberdade. Tanto tal ensinamento é verdade que, o Código de Processo Penal não inclui em seu arcabouço o Habeas Corpus como recurso.

A justiça do Estado do Piauí está compelida pela sociedade piauiense, a por a cobrar tamanha e humilhante vindita (injustiça) praticada contra o jornalista Arimateia Azevedo.

É isso.

O Poder Judiciário do Estado do Piauí, está a praticar um ato que enodoa toda a sua história, como um dos um dos poderes inscritos em nossa carta magna, como integrante de um ente federativo.

Jornalista Arimateia Azevedo segue preso e sob censura (Foto: Portal AZ)

Não se encontra exemplo de tamanha arbitrariedade, o que juiz e desembargador responsáveis diretos pela ultrajante prisão domiciliar impingida até à presente data em desfavor do jornalista Arimateia Azevedo.

Paira sobre essa exdrúxula decisão da justiça piauiense, um certo ar de coisa montada e forjada, com o intuito de quebrar e calar uma voz que esteve sempre a denunciar as malfeitorias dos poderosos deste Estado do Piauí.

A motivação da prisão do jornalista decorre de um suposto crime de extorsão que não tem prova alguma, apenas a palavra da suposta vitima. 

Decorridos centro e trinta e cinco dias de uma ilegal e arbitrária prisão domiciliar, que priva o jornalista de exercer o seu labor diário, atividade que exerce há mais de quarenta anos, fonte única a manter a sua sobrevivência, a justiça piauiense, através de um juiz de primeira instância insiste não se sabendo, mas podendo se antever a que interesses estaria subordinado em manter Arimateia Azevedo preso.

Até a varredura do celular realizada há mais de um mês por perito da Polícia Civil, nada de relevante, segundo perito, foi encontrado que pudesse ser acolhido como prova processual.

Escudando-se em um Habeas Corpus impetrado há mais de dois meses no Superior Tribunal de Justiça, o juiz de direito, se abstém de decidir sobre arbitrária e ilegal prisão de Arimateia Azevedo.

Quando frequentávamos bancos escolares na UFPI, aprendemos com os mestres doutrinadores do Direito Pátrio que, uma coisa não está vinculada à outra. O juiz a quem o processo está afeto, revogar a prisão do Jornalista Arimateia Azevedo o Habeas Corpus perde o objeto e é automaticamente arquivado. Até porque, nos diziam os nossos mestres, o  Habeas Corpus não é recurso processual. Somente os recursos processuais têm o condão para suspender um processo crime.

O HC é uma ação estritamente constitucional, com a prevalência do direito à liberdade. Tanto tal ensinamento é verdade que, o Código de Processo Penal não inclui em seu arcabouço o Habeas Corpus como recurso.

A justiça do Estado do Piauí está compelida pela sociedade piauiense, a por a cobrar tamanha e humilhante vindita (injustiça) praticada contra o jornalista Arimateia Azevedo.

É isso.

Impressionante A desistência de Fábio Abreu