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A verdade sobre o transporte coletivo

O teresinense, que ainda depende do transporte coletivo para se locomover, vem  sendo humilhado no seu dia a dia há muito tempo. 

Então vejamos.

A primeira análise a ser observada nesse imbróglio diz respeito à mobilidade urbana, que teve uma guinada de ponta à cabeça.  

A entrada em circulação de milhares de motos, anualmente, mudou tudo no  que diz respeito à maneira das pessoas chegarem aos seus locais de trabalho. 

O serviço de moto-táxis e a entrada em circulação dos aplicativos em carros particulares,  contribuíram decisivamente para que o número de usuários do sistema venha caindo ano ano.

Ser proprietário de frota de ônibus deixou de ser a galinha dos ovos de ouro,  em decorrência do que afirmamos acima. 

Todo empregador, por lei, é obrigado a conceder aos seus empregados o vale transporte, que ele empregador compra no SETUT à R$ 4,00.

O empregado se desfaz desse vale transporte vendendo-os nas próprias empresas de ônibus à razão de R$ 3,00.

Se esse empregado recebe 60 vales, ao vendê-los obtém  R$ 180,00, quantia suficiente para quitar a prestação da sua  moto. 

As empresas, por seu turno, passam esses vales-transportes nas respectivas catracas dos seus  ônibus e levam à Prefeitura de Teresina um número de passageiros 'transportados' irreal e com bases em planilhas fictícias, pleiteiam e recebem recursos municipais em forma de subsídios. 

Esses fatos , públicos e notórios , vêm a desvelar essa hipocrisia reinante no sistema de transporte coletivo de Teresina.

Outro dado que agrava ainda mais essa balbúrdia, fica por conta dos senhores vereadores que, ao longo dos anos, concederam gratuidades para dezenas de categorias em todas as faixas de atividade. 

Saídas para essa falsa crise,  existem com certeza. 

A Prefeitura de Teresina, como permissionária do sistema,  têm necessariamente de sentar-se à mesa com empresários do setor, representantes dos  trabalhadores , discutindo sobre  a relação custo-benefício, de operação de todo o sistema.
  
Outro dado que não pode ser deixado de ser levado em consideração,  é a implantação de um aplicativo de celular,  para que cada usúário tenha a informação sobre a que horas, o ônibus do seu interesse estará passando naquele terminal, para que ele usúário, não desperdice minutos e às vezes horas, dentro de um terminal ou mesmo nas calçadas, sendo presa fácil para ação da marginalidade que campeia na cidade. 

Ou se trata com a devida seriedade esse fator de aborrecimento diário causado aos que ainda dependem de transporte coletivo, ou do contrário  passaremos a ver essa verdadeira bola de neve, crescendo a cada ano. 

Empresários e trabalhadores ( cobradores e motoristas) a mobilidade urbana mudou numa guinada de 180 graus.  Ficar nesse rame-rame posto em prática até os dias atuais, não vai resolver em nada a falência do sistema de transporte coletivo de Teresina. 

Sem esquecer que, o sistema de transporte coletivo,  como toda a atividade empresarial, têm que gerar lucros dentro do que preceitua as condutas daqueles que se dispõem a exercer tais atividades.  

É isso.

O teresinense, que ainda depende do transporte coletivo para se locomover, vem  sendo humilhado no seu dia a dia há muito tempo. 

Então vejamos.

A primeira análise a ser observada nesse imbróglio diz respeito à mobilidade urbana, que teve uma guinada de ponta à cabeça.  

A entrada em circulação de milhares de motos, anualmente, mudou tudo no  que diz respeito à maneira das pessoas chegarem aos seus locais de trabalho. 

O serviço de moto-táxis e a entrada em circulação dos aplicativos em carros particulares,  contribuíram decisivamente para que o número de usuários do sistema venha caindo ano ano.

Ser proprietário de frota de ônibus deixou de ser a galinha dos ovos de ouro,  em decorrência do que afirmamos acima. 

Todo empregador, por lei, é obrigado a conceder aos seus empregados o vale transporte, que ele empregador compra no SETUT à R$ 4,00.

O empregado se desfaz desse vale transporte vendendo-os nas próprias empresas de ônibus à razão de R$ 3,00.

Se esse empregado recebe 60 vales, ao vendê-los obtém  R$ 180,00, quantia suficiente para quitar a prestação da sua  moto. 

As empresas, por seu turno, passam esses vales-transportes nas respectivas catracas dos seus  ônibus e levam à Prefeitura de Teresina um número de passageiros 'transportados' irreal e com bases em planilhas fictícias, pleiteiam e recebem recursos municipais em forma de subsídios. 

Esses fatos , públicos e notórios , vêm a desvelar essa hipocrisia reinante no sistema de transporte coletivo de Teresina.

Outro dado que agrava ainda mais essa balbúrdia, fica por conta dos senhores vereadores que, ao longo dos anos, concederam gratuidades para dezenas de categorias em todas as faixas de atividade. 

Saídas para essa falsa crise,  existem com certeza. 

A Prefeitura de Teresina, como permissionária do sistema,  têm necessariamente de sentar-se à mesa com empresários do setor, representantes dos  trabalhadores , discutindo sobre  a relação custo-benefício, de operação de todo o sistema.
  
Outro dado que não pode ser deixado de ser levado em consideração,  é a implantação de um aplicativo de celular,  para que cada usúário tenha a informação sobre a que horas, o ônibus do seu interesse estará passando naquele terminal, para que ele usúário, não desperdice minutos e às vezes horas, dentro de um terminal ou mesmo nas calçadas, sendo presa fácil para ação da marginalidade que campeia na cidade. 

Ou se trata com a devida seriedade esse fator de aborrecimento diário causado aos que ainda dependem de transporte coletivo, ou do contrário  passaremos a ver essa verdadeira bola de neve, crescendo a cada ano. 

Empresários e trabalhadores ( cobradores e motoristas) a mobilidade urbana mudou numa guinada de 180 graus.  Ficar nesse rame-rame posto em prática até os dias atuais, não vai resolver em nada a falência do sistema de transporte coletivo de Teresina. 

Sem esquecer que, o sistema de transporte coletivo,  como toda a atividade empresarial, têm que gerar lucros dentro do que preceitua as condutas daqueles que se dispõem a exercer tais atividades.  

É isso.

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