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Ninguém suporta mais

Dois temas insuportáveis, não saem da pauta da imprensa teresinense , quais sejam, uma suposta “greve dos motoristas e cobradores de ônibus” e os factóides diários advindos do Palácio de Karnak sobre lockdown.

A primeira pauta, é um jogo de gato e rato, praticado há anos pelos  donos de empresas de ônibus que circulam em Teresina e a Prefeitura de Teresina,  contando ainda com o dispensável auxílio de alguns vereadores.

É necessário que a população tome conhecimento, que os impostos municipais que recolhe, não podem ser utilizados para subsidiar gratuidades e meias passagens com valores de mercado irreais.

O sistema de transporte coletivo, faliu por completo, em decorrência  da entrada em circulação na cidade, de dezenas ou centenas de milhares de motos, tanto do sistema de moto-taxi, como de uso particular , além dos veículos de aplicativos, fazendo  com que, a atual frota de ônibus, não esteja transportando, trinta por cento dos passageiros que transportava há trinta anos atrás( com a população teresinense, tendo  mais do que dobrado entre 1980 e 2010).

Outro dado não posto à mesa de entendimento, são os vales transporte que os beneficiados ao receberem , os vendem para as empresas de ônibus, que, ao comprarem, os passam nas catracas e apresentam em forma de planilhas à Prefeitura de Teresina, como se tivessem transportado milhares de usuários do sistema,  reivindicando e recebendo à título de ‘subsídio’,  mais de R$ 2.000,000,00, milhões, mensalmente. É essa a realidade dos dias que correm.

Um terço da frota de ônibus existente em Teresina, seria plenamente suficiente para transportar parte da população , que ainda necessita utilizar um ônibus para locomover-se.

Outra pauta insuportável, diz respeito a essa pantomima diária encenada pelo  governador Wellington Dias, com esse assina decreto à noite e os revoga ao amanhecer,  versando tais decretos, sobre o que pode e o que não pode funcionar, os tais lockdowns. Chega a ser hilário.

Se atentarmos bem para os tais decretos assinados pelo governador Wellington Dias, eles exprimem um tremendo paradoxo , já que, as atividades comerciais, estão todas contempladas ao serem permitidas que funcionem normalmente.

É somente, a vontade de se exibir em entrevistas , com um discurso embromatório, pois, os leitos de UTIs dos hospitais públicos para infectados não existem mais, e material hospitalar, luvas, analgésicos, máscaras, deixaram acabar e não fizeram a reposição das mesmas.

Recursos enviados pelo Ministério da Saúde, aqui chegaram , sem que os órgãos de fiscalização e controle federais, movam uma palha sequer, para encontrarem os descaminhos desses milhões que aqui aportaram, especificamente para o atendimento da população acometida pelo Covid-19” .

Com a palavra , os órgãos federais de fiscalização e de controle, constitucionalmente, obrigados por força de lei, a fiscalizarem a aplicação dos recursos dos impostos que pagamos.

É isso.

Dois temas insuportáveis, não saem da pauta da imprensa teresinense , quais sejam, uma suposta “greve dos motoristas e cobradores de ônibus” e os factóides diários advindos do Palácio de Karnak sobre lockdown.

A primeira pauta, é um jogo de gato e rato, praticado há anos pelos  donos de empresas de ônibus que circulam em Teresina e a Prefeitura de Teresina,  contando ainda com o dispensável auxílio de alguns vereadores.

É necessário que a população tome conhecimento, que os impostos municipais que recolhe, não podem ser utilizados para subsidiar gratuidades e meias passagens com valores de mercado irreais.

O sistema de transporte coletivo, faliu por completo, em decorrência  da entrada em circulação na cidade, de dezenas ou centenas de milhares de motos, tanto do sistema de moto-taxi, como de uso particular , além dos veículos de aplicativos, fazendo  com que, a atual frota de ônibus, não esteja transportando, trinta por cento dos passageiros que transportava há trinta anos atrás( com a população teresinense, tendo  mais do que dobrado entre 1980 e 2010).

Outro dado não posto à mesa de entendimento, são os vales transporte que os beneficiados ao receberem , os vendem para as empresas de ônibus, que, ao comprarem, os passam nas catracas e apresentam em forma de planilhas à Prefeitura de Teresina, como se tivessem transportado milhares de usuários do sistema,  reivindicando e recebendo à título de ‘subsídio’,  mais de R$ 2.000,000,00, milhões, mensalmente. É essa a realidade dos dias que correm.

Um terço da frota de ônibus existente em Teresina, seria plenamente suficiente para transportar parte da população , que ainda necessita utilizar um ônibus para locomover-se.

Outra pauta insuportável, diz respeito a essa pantomima diária encenada pelo  governador Wellington Dias, com esse assina decreto à noite e os revoga ao amanhecer,  versando tais decretos, sobre o que pode e o que não pode funcionar, os tais lockdowns. Chega a ser hilário.

Se atentarmos bem para os tais decretos assinados pelo governador Wellington Dias, eles exprimem um tremendo paradoxo , já que, as atividades comerciais, estão todas contempladas ao serem permitidas que funcionem normalmente.

É somente, a vontade de se exibir em entrevistas , com um discurso embromatório, pois, os leitos de UTIs dos hospitais públicos para infectados não existem mais, e material hospitalar, luvas, analgésicos, máscaras, deixaram acabar e não fizeram a reposição das mesmas.

Recursos enviados pelo Ministério da Saúde, aqui chegaram , sem que os órgãos de fiscalização e controle federais, movam uma palha sequer, para encontrarem os descaminhos desses milhões que aqui aportaram, especificamente para o atendimento da população acometida pelo Covid-19” .

Com a palavra , os órgãos federais de fiscalização e de controle, constitucionalmente, obrigados por força de lei, a fiscalizarem a aplicação dos recursos dos impostos que pagamos.

É isso.

Pro Piauí Até quando?