1. Blogs
  2. Murilo Noleto
  3. Por um governo de união nacional
Publicidade

Por um governo de união nacional

Tudo leva a crer que, ao continuar exercendo as funções de presidente da República, o senhor Jair Messias Bolsonaro levará o país a um morticínio inimaginável.

Apesar dos EUA liderarem o número de óbitos em todo o mundo, após a saída de Trump, o presidente Joe Biden planeja vacinar um milhão de americanos por dia e já chegou a vacinar mais de um milhão e meio. Tudo leva a crer que os mais de trezentos milhões de americanos devem ser vacinados em menos de um ano.

Ao ler entrevistas dos ex-ministros da saúde do Brasil, José Serra, José Gomes Temporão, Alexandre Padilha e Luiz Henrique Mandetta, todos eles, em uníssono, discorrem sobre a gravidade do recrudescimento da pandemia e aconselham um lockdown total de no mínimo duas semanas, para que, após esse fechamento total de todas as atividades, seja feita uma avaliação sobre o avanço ou diminuição dessa nova Cepa que está acelerando o número de óbitos.
Aí, vem o presidente Bolsonaro, com as suas declarações irresponsáveis, dizendo que o governador que decretar lockdown terá que pagar o auxílio emergencial e que ninguém suporta mais ficar dentro de casa.

Resumo da ópera, ops, irresponsabilidade do presidente Bolsonaro, fazendo mais uma vez pouco caso da pandemia, dizendo, sem o mínimo de seriedade e compromisso, sobre o que quer que seja que, ninguém suporta mais ficar em casa.

Ele, Bolsonaro, de há muito, é o único responsável por, em breve, estarmos suplantando o número de óbitos verificados em solo americano, que tem uma população de mais de cem milhões em relação ao Brasil.

Uma figura de linguagem se encaixa com perfeição sobre o momento que vivemos, ao diz que, a vacinação nos EUA está a bordo de uma potente Ferrari, enquanto aqui no Brasil, uma carroça conduz a vacinação.

É isso.

Tudo leva a crer que, ao continuar exercendo as funções de presidente da República, o senhor Jair Messias Bolsonaro levará o país a um morticínio inimaginável.

Apesar dos EUA liderarem o número de óbitos em todo o mundo, após a saída de Trump, o presidente Joe Biden planeja vacinar um milhão de americanos por dia e já chegou a vacinar mais de um milhão e meio. Tudo leva a crer que os mais de trezentos milhões de americanos devem ser vacinados em menos de um ano.

Ao ler entrevistas dos ex-ministros da saúde do Brasil, José Serra, José Gomes Temporão, Alexandre Padilha e Luiz Henrique Mandetta, todos eles, em uníssono, discorrem sobre a gravidade do recrudescimento da pandemia e aconselham um lockdown total de no mínimo duas semanas, para que, após esse fechamento total de todas as atividades, seja feita uma avaliação sobre o avanço ou diminuição dessa nova Cepa que está acelerando o número de óbitos.
Aí, vem o presidente Bolsonaro, com as suas declarações irresponsáveis, dizendo que o governador que decretar lockdown terá que pagar o auxílio emergencial e que ninguém suporta mais ficar dentro de casa.

Resumo da ópera, ops, irresponsabilidade do presidente Bolsonaro, fazendo mais uma vez pouco caso da pandemia, dizendo, sem o mínimo de seriedade e compromisso, sobre o que quer que seja que, ninguém suporta mais ficar em casa.

Ele, Bolsonaro, de há muito, é o único responsável por, em breve, estarmos suplantando o número de óbitos verificados em solo americano, que tem uma população de mais de cem milhões em relação ao Brasil.

Uma figura de linguagem se encaixa com perfeição sobre o momento que vivemos, ao diz que, a vacinação nos EUA está a bordo de uma potente Ferrari, enquanto aqui no Brasil, uma carroça conduz a vacinação.

É isso.

Pro Piauí Pessoa 2022