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A canetada

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, com uma simples canetada, anulou nesta segunda-feira, todas as condenações impostas ao ex-presidente Lula, tornando-o novamente elegível.

A “perplexidade” tomou conta do país,  até porque, os mais empedernidos petistas não acreditavam mais na reabilitação política do ex-presidente, já que, o próprio Lula incentivou o ex-candidato Fernando Haddad a percorrer o Brasil se apresentando como candidato do PT nas eleições presidenciais de 2022.

Mais a perplexidade maior,  até mesmo do que a bomba estourada por Fachin, foi a peroração feita pelo ministro Gilmar Mendes no dia de ontem em sessão da segunda turma do STF, condenando todos os atos praticados pelo juiz Sérgio Moro no curso da Operação Lava Jato, bem como o “brilhantismo jurídico” externado por esse mesmo Gilmar Mendes, em defesa do ex-presidente Lula, colocando a defesa de Lula no chinelo, numa verdadeira aula magna de cinismo jamais vista em uma corte de justiça.

Para Gilmar Mendes, a única verdade existente nos autos dos processos nos sete anos da Lava Jato, foram as supostas conversas obtidas ilegalmente ( já que são imprestáveis para nosso ordenamento jurídico) por hackers e legitimadas por indignos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Se ficamos estupefactos com a decisão do ministro Fachin, inocentando o ex-presidente Lula de todas as condenações em todas as instâncias, mais estupefacto ainda, ficamos com o verdadeiro show de tudo o que existe de mais condenável, no que tange ao descaramento e a pouca vergonha partindo de um integrante da mais alta corte de justiça brasileira.

As condenações impostas pela Lava Jato à dezenas de réus, deverão ser anuladas, os bilhões repatriados pela justiça deverão ser devolvidos aos corruptos e as delações feitas pelos corruptores, tornar-se-ão nulas, pois ficará “comprovado” que, essas delações foram prestadas sob tortura psicológica praticada pela Polícia Federal e pelo  Ministério Público Federal.

Quem viver, verá.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, com uma simples canetada, anulou nesta segunda-feira, todas as condenações impostas ao ex-presidente Lula, tornando-o novamente elegível.

A “perplexidade” tomou conta do país,  até porque, os mais empedernidos petistas não acreditavam mais na reabilitação política do ex-presidente, já que, o próprio Lula incentivou o ex-candidato Fernando Haddad a percorrer o Brasil se apresentando como candidato do PT nas eleições presidenciais de 2022.

Mais a perplexidade maior,  até mesmo do que a bomba estourada por Fachin, foi a peroração feita pelo ministro Gilmar Mendes no dia de ontem em sessão da segunda turma do STF, condenando todos os atos praticados pelo juiz Sérgio Moro no curso da Operação Lava Jato, bem como o “brilhantismo jurídico” externado por esse mesmo Gilmar Mendes, em defesa do ex-presidente Lula, colocando a defesa de Lula no chinelo, numa verdadeira aula magna de cinismo jamais vista em uma corte de justiça.

Para Gilmar Mendes, a única verdade existente nos autos dos processos nos sete anos da Lava Jato, foram as supostas conversas obtidas ilegalmente ( já que são imprestáveis para nosso ordenamento jurídico) por hackers e legitimadas por indignos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Se ficamos estupefactos com a decisão do ministro Fachin, inocentando o ex-presidente Lula de todas as condenações em todas as instâncias, mais estupefacto ainda, ficamos com o verdadeiro show de tudo o que existe de mais condenável, no que tange ao descaramento e a pouca vergonha partindo de um integrante da mais alta corte de justiça brasileira.

As condenações impostas pela Lava Jato à dezenas de réus, deverão ser anuladas, os bilhões repatriados pela justiça deverão ser devolvidos aos corruptos e as delações feitas pelos corruptores, tornar-se-ão nulas, pois ficará “comprovado” que, essas delações foram prestadas sob tortura psicológica praticada pela Polícia Federal e pelo  Ministério Público Federal.

Quem viver, verá.

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