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Não criem expectativas

Amanhã à noite o Brasil conhecerá o seu futuro presidente, que regerá os destinos desta nação no quadriênio, 2019-2022. A boa é velha prudência, recomenda que não criemos expectativas, sobre melhoras significativas na vida de cada um de nós.

O Brasil, em que pese ter a oitava economia do mundo, paradoxalmente é um dos países mais injustos com o seu povo em todo o mundo. Em qualquer item que se queira analisar sobre as condições de vida da população brasileira, o quadro é aterrador. 

Quase um terço da população brasileira, habita em casebres ou em barracos, seja no campo ou nas cidades. O acesso à uma assistência médica de qualidade, continua sendo um privilégio, para aqueles que ainda têm condições de pagar um plano de saúde. 

Educação de qualidade, passou a ser um artigo de luxo, para famílias de médio e alto poder aquisitivo, que dispendem verdadeiras fortunas para encaminharam os seus filhos à cursarem carreiras que lhes possibilitem viver com dignidade.

As políticas econômicas implantadas nos últimos anos, jogaram na rua da amargura mais de quatorze milhões de brasileiros, onde, alguns ainda tentam voltar ao mercado de trabalho e uma parcela desses desempregados, simplesmente desistiram de procurar algum tipo de trabalho que o remunera de alguma forma. 

Esse quadro de desesperança nacional, construído tijolo a tijolo nos últimos vinte anos, não encontrará, nem na figura de Bolsonaro ou de Haddad, capacidades de pelo menos dar uma 'guaribada' num país em que 63 mil brasileiros são assassinados anualmente. 

É isso.

Amanhã à noite o Brasil conhecerá o seu futuro presidente, que regerá os destinos desta nação no quadriênio, 2019-2022. A boa é velha prudência, recomenda que não criemos expectativas, sobre melhoras significativas na vida de cada um de nós.

O Brasil, em que pese ter a oitava economia do mundo, paradoxalmente é um dos países mais injustos com o seu povo em todo o mundo. Em qualquer item que se queira analisar sobre as condições de vida da população brasileira, o quadro é aterrador. 

Quase um terço da população brasileira, habita em casebres ou em barracos, seja no campo ou nas cidades. O acesso à uma assistência médica de qualidade, continua sendo um privilégio, para aqueles que ainda têm condições de pagar um plano de saúde. 

Educação de qualidade, passou a ser um artigo de luxo, para famílias de médio e alto poder aquisitivo, que dispendem verdadeiras fortunas para encaminharam os seus filhos à cursarem carreiras que lhes possibilitem viver com dignidade.

As políticas econômicas implantadas nos últimos anos, jogaram na rua da amargura mais de quatorze milhões de brasileiros, onde, alguns ainda tentam voltar ao mercado de trabalho e uma parcela desses desempregados, simplesmente desistiram de procurar algum tipo de trabalho que o remunera de alguma forma. 

Esse quadro de desesperança nacional, construído tijolo a tijolo nos últimos vinte anos, não encontrará, nem na figura de Bolsonaro ou de Haddad, capacidades de pelo menos dar uma 'guaribada' num país em que 63 mil brasileiros são assassinados anualmente. 

É isso.

Pro Piauí A oscilação da "virada"