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1917, uma guerra sem cortes

Em cartaz nos cinemas de Teresina, 1917 (EUA/Inglaterra, 2019) se passa durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) em abril de 1917, e mostra o general Erinmore informando a dois jovens soldados britânicos, Blake e Schofield, os ótimos George Mackay e Dean Charles que a inteligência, por meio de reconhecimento aéreo verificou que os alemães não estão em retirada, mas sim que fizeram um recuo tático para sua nova área de defesa, a linha Hindenburg.

1917, uma guerra sem cortes (Foto: reprodução internet)

Os amigos são obrigados a entregar em mãos uma mensagem ao 2º Batalhão do Regimento de Devonshire, cancelando o ataque planejado, que pode custar a vida de 1.600 homens. Num impressionante plano-sequencia, ainda que falso e com alguns cortes, o diretor Sam Mendes, aquele qe não erra - Beleza Americana, Estrada para Perdição e 007s nos entrega uma obra supimpa (até curta, 110 minutos) pra gente não cansar, afinal os protagonistas são os mesmos o tempo todo na tela e que lembra muito Gallipoli (1981) com trama semelhante.

Entre alemães traiçoeiros, bebês abandonados e um impactante final, esse drama de guerra impressiona mas ainda é pouco pra vencer os espetaculares Coringa e Era uma Vez em Hollywood no Oscar. O filme perdeu pra Parasita que é superior, mas vale cada centavo do ingresso. 

Em cartaz nos cinemas de Teresina, 1917 (EUA/Inglaterra, 2019) se passa durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) em abril de 1917, e mostra o general Erinmore informando a dois jovens soldados britânicos, Blake e Schofield, os ótimos George Mackay e Dean Charles que a inteligência, por meio de reconhecimento aéreo verificou que os alemães não estão em retirada, mas sim que fizeram um recuo tático para sua nova área de defesa, a linha Hindenburg.

1917, uma guerra sem cortes (Foto: reprodução internet)

Os amigos são obrigados a entregar em mãos uma mensagem ao 2º Batalhão do Regimento de Devonshire, cancelando o ataque planejado, que pode custar a vida de 1.600 homens. Num impressionante plano-sequencia, ainda que falso e com alguns cortes, o diretor Sam Mendes, aquele qe não erra - Beleza Americana, Estrada para Perdição e 007s nos entrega uma obra supimpa (até curta, 110 minutos) pra gente não cansar, afinal os protagonistas são os mesmos o tempo todo na tela e que lembra muito Gallipoli (1981) com trama semelhante.

Entre alemães traiçoeiros, bebês abandonados e um impactante final, esse drama de guerra impressiona mas ainda é pouco pra vencer os espetaculares Coringa e Era uma Vez em Hollywood no Oscar. O filme perdeu pra Parasita que é superior, mas vale cada centavo do ingresso. 

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