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MM2 é convincente apesar da pouca acão

Esperava mais de Mulher Maravilha 1984 (2020, em cartaz nos cinemas de Teresina) o problema é que o filme passa uma hora em diálogos insuportáveis e a diretora Patty Jenkins esquece  da ação o que é fatal em um filme de heróis, já que a ação é obrigatório nesse tipo de filme.

MM2 é convincente apesar da pouca ação (Foto: reprodução internet)

Fora essa lembrança insistente de Bastardos Inglórios, o filme de Quentin Tarantino mais conversado, você tem aqui uma panorâmica espetacular de Temyscira na abertura, a cena do tanque filmada de forma magistral e um final bem bacana e super bem transado, prova de que Patty é a nossa nova Kathryn Bigelow, diretora de Caçadores de Emoção e Guerra ao Terror.

Ponto também pros vilões, o ator do ano, o chileno Pedro Pascal tá bem canastra aqui ao contrário do seu The Mandalorian  mas convence bem e a Mulher Leopardo é bem ameaçadora e defendida com maestria pela comediante Kristen Wig que surpreende no papel.

A trama é sobre artefato misterioso que dá poder e desejos incontroláveis a quem o possui. Temos também o retorno de Steve Trevor ( o competente Chris Pratt) mas nem de longe, este filme chega aos pés do espetacular primeiro Mulher Maravilha de 2017, mas vale o ingresso bonitinho, apesar de meu filho Heitor ter odiado. Coisas de cinema.

*Este artigo é de responsabilidade de Airton Ramos, não reflete, necessariamente, a opinião do Portal AZ.

Esperava mais de Mulher Maravilha 1984 (2020, em cartaz nos cinemas de Teresina) o problema é que o filme passa uma hora em diálogos insuportáveis e a diretora Patty Jenkins esquece  da ação o que é fatal em um filme de heróis, já que a ação é obrigatório nesse tipo de filme.

MM2 é convincente apesar da pouca ação (Foto: reprodução internet)

Fora essa lembrança insistente de Bastardos Inglórios, o filme de Quentin Tarantino mais conversado, você tem aqui uma panorâmica espetacular de Temyscira na abertura, a cena do tanque filmada de forma magistral e um final bem bacana e super bem transado, prova de que Patty é a nossa nova Kathryn Bigelow, diretora de Caçadores de Emoção e Guerra ao Terror.

Ponto também pros vilões, o ator do ano, o chileno Pedro Pascal tá bem canastra aqui ao contrário do seu The Mandalorian  mas convence bem e a Mulher Leopardo é bem ameaçadora e defendida com maestria pela comediante Kristen Wig que surpreende no papel.

A trama é sobre artefato misterioso que dá poder e desejos incontroláveis a quem o possui. Temos também o retorno de Steve Trevor ( o competente Chris Pratt) mas nem de longe, este filme chega aos pés do espetacular primeiro Mulher Maravilha de 2017, mas vale o ingresso bonitinho, apesar de meu filho Heitor ter odiado. Coisas de cinema.

*Este artigo é de responsabilidade de Airton Ramos, não reflete, necessariamente, a opinião do Portal AZ.

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