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Produção alemão completa 13 anos ainda incendiária

O Grupo Baader Meinhof (Alemanha, 2008) é um filmão que recria com perfeição a história verídica dos primeiros anos do grupo terrorista Baader-Meinhof, a organização marxista fundada com o nome oficial de Rote Armee Fraktion (Fração do Exército Vermelho) por Andreas Baader e U. Meinhof, a  fita é nitroglicerina pura nos seus 150 minutos.   

A produção cobre desde as suas origens, nos movimentos estudantis e nas comunas de jovens da década de 1960, até o período conhecido como Outono Alemão,  com um realismo absurdo e jovens atores em ponto de bala em filme rápido e sem firulas que mostra o quão foi tresloucado os anos citados.

A grande sacada da produção acontece mesmo quando uma série de sequestros de personagens importantes da política alemã são cometidos pelo grupo, deixando a Alemanha Ocidental à beira do colapso político e social visto só mesmo na época do nazismo de Adolf Hitler nos anos de 1933 a 1939 com a ascensão do terceiro Reich e a tentativa de dominação do mundo.  O diretor Uli Edel de Brumas de Avalon dirige o filme com mão de ferro e não deixa a peteca cair em nenhum momento. 

No elenco, Martina Gedeck como Ulrike Meinhof e Moritz Bleibtreu no papel de Andreas Baader dão um show de interpretação em fita que faz pensar no terrorismo e evoca o grande clássico do Legião de 1985, a violência é tão fascinante..., será?

O Grupo Baader Meinhof (Alemanha, 2008) é um filmão que recria com perfeição a história verídica dos primeiros anos do grupo terrorista Baader-Meinhof, a organização marxista fundada com o nome oficial de Rote Armee Fraktion (Fração do Exército Vermelho) por Andreas Baader e U. Meinhof, a  fita é nitroglicerina pura nos seus 150 minutos.   

A produção cobre desde as suas origens, nos movimentos estudantis e nas comunas de jovens da década de 1960, até o período conhecido como Outono Alemão,  com um realismo absurdo e jovens atores em ponto de bala em filme rápido e sem firulas que mostra o quão foi tresloucado os anos citados.

A grande sacada da produção acontece mesmo quando uma série de sequestros de personagens importantes da política alemã são cometidos pelo grupo, deixando a Alemanha Ocidental à beira do colapso político e social visto só mesmo na época do nazismo de Adolf Hitler nos anos de 1933 a 1939 com a ascensão do terceiro Reich e a tentativa de dominação do mundo.  O diretor Uli Edel de Brumas de Avalon dirige o filme com mão de ferro e não deixa a peteca cair em nenhum momento. 

No elenco, Martina Gedeck como Ulrike Meinhof e Moritz Bleibtreu no papel de Andreas Baader dão um show de interpretação em fita que faz pensar no terrorismo e evoca o grande clássico do Legião de 1985, a violência é tão fascinante..., será?

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