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Duna é espetáculo visual

Ainda embasbacado com Duna (em cartaz nos cinemas de Teresina) filmão de duas horas e meia, a primeira parte de um épico de cinco horas. Baseado no clássico de 1965 de Frank Herbert, o livro gerou um filme fraco em 1984 (ainda assim, adoro) e esta é a tão esperada versão pros fãs.

No ano de 10191, a casa Atreides resolve se estabelecer em Arrakis, onde são levados a uma série de traições, luta por poder, tudo por causa da especiaria que leva controle total do universo, enquanto seu primogênito começa a ter premonições de um futuro de liderança.

Timothée Chamelet está sendo um dos atores mais hypados do momento e se garante na sua interpretação, apesar do desequilíbrio em algumas cenas, já Rebecca Ferguson como Lady Jessica está impressionante assim como Josh Brolin, Oscar Isaacs, Jason Momoa numa despedida absurda e o assustador Stelan Skasgaard como Harkonen, apesar de pouco tempo em cena.

Feito com esmero e roteiro e cinematografia agindo de forma única, o filme tem poucos senões: a ação demora e descamba sem parar, um duelo final que deixa a desejar mas nada, nada atrapalha o produto final que é fantástico.

Mr Dennis Villeneuve (o diretor) que venha o 2.

Ainda embasbacado com Duna (em cartaz nos cinemas de Teresina) filmão de duas horas e meia, a primeira parte de um épico de cinco horas. Baseado no clássico de 1965 de Frank Herbert, o livro gerou um filme fraco em 1984 (ainda assim, adoro) e esta é a tão esperada versão pros fãs.

No ano de 10191, a casa Atreides resolve se estabelecer em Arrakis, onde são levados a uma série de traições, luta por poder, tudo por causa da especiaria que leva controle total do universo, enquanto seu primogênito começa a ter premonições de um futuro de liderança.

Timothée Chamelet está sendo um dos atores mais hypados do momento e se garante na sua interpretação, apesar do desequilíbrio em algumas cenas, já Rebecca Ferguson como Lady Jessica está impressionante assim como Josh Brolin, Oscar Isaacs, Jason Momoa numa despedida absurda e o assustador Stelan Skasgaard como Harkonen, apesar de pouco tempo em cena.

Feito com esmero e roteiro e cinematografia agindo de forma única, o filme tem poucos senões: a ação demora e descamba sem parar, um duelo final que deixa a desejar mas nada, nada atrapalha o produto final que é fantástico.

Mr Dennis Villeneuve (o diretor) que venha o 2.

Ran é Obra de arte insuperável 007 fecha ciclo com chave de ouro