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Taxa de casos positivos de Covid-19 no futebol brasileiro é de 1,7%; Séries C e D têm as mais altas

CBF prepara relatório que demonstra não ter acontecido contaminação cruzada (em jogos)

Este blog antecipou na última terça-feira que a CBF estava finalizando um estudo no qual afirmava não existir indício de contaminação cruzada (ocorrida durante jogos oficiais) no futebol brasileiro.

Jogador do Boa Esporte-MG faz teste para atuar na Série C — Foto: Divulgação/Boa Esporte

O estudo deveria ter sido divulgado na quinta-feira, mas em virtude de checagem de dados deve ser apresentado apenas na segunda-feira, dia 23 de novembro. Um dos motivos da checagem é a existência de atletas da categoria sub-20 que também atuam em equipes principais, o que poderia gerar duplicidade de testes.

No total, foram analisadas 1.161 partidas das Séries A, B, C, D, Aspirantes, Sub-20 e Sub-17, resultando em mais de 60 mil inquéritos epidemiológicos.

A taxa de casos positivos de Covid-19 no futebol brasileiro ficou em 1,7% de um total de cerca de 47 mil testes realizados. Na Série A, o percentual é um pouco menor: 1,3%. Já na Série B é de 1,7%. O maior índice foi verificado nas Séries C e D: 2,1%. O menor, no Sub-17: 0,6%.

Ainda de acordo com o estudo, em 67 interações entre equipes não foram verificadas contaminações nas partidas.

O método utilizado é o seguinte: se o time A tem jogadores com testes positivos antes da partida contra o time B, o time B é acompanhado nos dez dias seguintes aos jogos, e dois testes são feitos para verificar se houve contaminação de algum atleta.

O entendimento geral por parte da Comissão Médica Especial da CBF (formada por 12 médicos de diversas áreas) é de que o surto de Covid-19 verificado em alguns clubes é produto do relaxamento de atletas e integrantes de comissões técnicas em suas atividades particulares.

Resta aguardar a reação dos clubes após a divulgação do estudo. A Comissão Médica da CBF pretende publicá-lo em revista científica internacional.

Este blog antecipou na última terça-feira que a CBF estava finalizando um estudo no qual afirmava não existir indício de contaminação cruzada (ocorrida durante jogos oficiais) no futebol brasileiro.

Jogador do Boa Esporte-MG faz teste para atuar na Série C — Foto: Divulgação/Boa Esporte

O estudo deveria ter sido divulgado na quinta-feira, mas em virtude de checagem de dados deve ser apresentado apenas na segunda-feira, dia 23 de novembro. Um dos motivos da checagem é a existência de atletas da categoria sub-20 que também atuam em equipes principais, o que poderia gerar duplicidade de testes.

No total, foram analisadas 1.161 partidas das Séries A, B, C, D, Aspirantes, Sub-20 e Sub-17, resultando em mais de 60 mil inquéritos epidemiológicos.

A taxa de casos positivos de Covid-19 no futebol brasileiro ficou em 1,7% de um total de cerca de 47 mil testes realizados. Na Série A, o percentual é um pouco menor: 1,3%. Já na Série B é de 1,7%. O maior índice foi verificado nas Séries C e D: 2,1%. O menor, no Sub-17: 0,6%.

Ainda de acordo com o estudo, em 67 interações entre equipes não foram verificadas contaminações nas partidas.

O método utilizado é o seguinte: se o time A tem jogadores com testes positivos antes da partida contra o time B, o time B é acompanhado nos dez dias seguintes aos jogos, e dois testes são feitos para verificar se houve contaminação de algum atleta.

O entendimento geral por parte da Comissão Médica Especial da CBF (formada por 12 médicos de diversas áreas) é de que o surto de Covid-19 verificado em alguns clubes é produto do relaxamento de atletas e integrantes de comissões técnicas em suas atividades particulares.

Resta aguardar a reação dos clubes após a divulgação do estudo. A Comissão Médica da CBF pretende publicá-lo em revista científica internacional.