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Teresina registra 18,7°C e marca menor temperatura do ano; meteorologista explica

Fenômeno é comum durante atual época do ano

Teresina registrou durante o final da madrugada desta terça-feira (29) cerca de 18,7°C, considerada até o momento, a menor temperatura do ano na capital. Ao Portal AZ, a meteorologista Sônia Feitosa, explicou que a redução é comum durante esse período do ano. 

Teresina registra 18,7°C e marca menor temperatura do ano (Foto: Fernanda Gil Lustosa / Portal AZ)

Conforme a meteorologista da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semar), isso acontece devido à baixa umidade e a temperatura seca na capital. 

Ao longo do dia, a radiação incide na atmosfera e aquece o solo. No entanto, durante à noite, o calor irradia e por conta da falta de nuvens no céu, a temperatura cai. "Em noites mais nubladas, há mais calor. Com o céu limpo, fica mais frio na atmosfera", contou.  

Entre outros fatores, a meteorologista detalhou que há penetração de massas polares que vêm do Sul e Sudeste do país. 

"Essas massas chegam até a região Centro-Oeste do país. Ainda é longe daqui, mas se essa massa fosse quente, seria mais quente. Mas como é fria, contribui", finalizou Sônia. 

Teresina registrou durante o final da madrugada desta terça-feira (29) cerca de 18,7°C, considerada até o momento, a menor temperatura do ano na capital. Ao Portal AZ, a meteorologista Sônia Feitosa, explicou que a redução é comum durante esse período do ano. 

Teresina registra 18,7°C e marca menor temperatura do ano (Foto: Fernanda Gil Lustosa / Portal AZ)

Conforme a meteorologista da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semar), isso acontece devido à baixa umidade e a temperatura seca na capital. 

Ao longo do dia, a radiação incide na atmosfera e aquece o solo. No entanto, durante à noite, o calor irradia e por conta da falta de nuvens no céu, a temperatura cai. "Em noites mais nubladas, há mais calor. Com o céu limpo, fica mais frio na atmosfera", contou.  

Entre outros fatores, a meteorologista detalhou que há penetração de massas polares que vêm do Sul e Sudeste do país. 

"Essas massas chegam até a região Centro-Oeste do país. Ainda é longe daqui, mas se essa massa fosse quente, seria mais quente. Mas como é fria, contribui", finalizou Sônia.