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Strans recebe representantes do Sintetro para tratar demandas da classe

Superintendente explicou que será feita uma mediação entre trabalhadores e funcionários

O superintendente da Strans, Bruno Pessoa e os representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário do Piauí (Sintetro) estão reunidos na manhã desta quarta-feira (13) para debater as principais reivindicações da classe.

Strans recebe representantes do Sintetro para tratar demandas da classe (Foto:Divulgação)

Na última segunda-feira (11), motoristas e cobradores do Consórcio Theresina, que envolve as empresas Emtracol, Taguatur, Transfácil resolveram paralisar as atividades em forma de protesto contra ilegalidades sobre descontos nos salários, cortes nos planos de saúde e ticket alimentação. Cerca de 70 ônibus, que atendem as zonas Sul e Sudeste de Teresina, ficaram sem circular.

Durante a reunião, Bruno Pessoa solicitou que as demandas fossem apresentadas por escrito e explicou que será feita uma mediação entre trabalhadores e empresários para que o problema seja resolvido e não prejudique a população de Teresina.

“Nós iniciamos um diálogo com os trabalhadores e entendemos as reivindicações deles. Eles tinham um salário subsidiado uma parte pela medida provisória federal, que agora expirou, então nós vamos tentar uma mediação entre os trabalhadores e patronados. Mas hoje apenas vamos ouvir os trabalhadores”, explicou. 

Reivindicações

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro), Ajuri Dias, em entrevista ao Portal AZ, informou que motoristas e cobradores estão insatisfeitos com o sistema.

“Os empresário não estão pagando o salário integral dos motoristas, mesmo com a suspensão da Medida Provisória do governo federal, que já deixou de valer e que a empresa tem que voltar a pagar o salário integral – R$ 1.941 – como determina a Convenção Coletiva”, explicou Ajuri.  

Além disso, segundo presidente do Sintetro, os empresários estão descontando os dias de greve que deveriam ser compensados segundo o julgamento do Tribunal Regional do Trabalho do Piauí.

“O TRT determinou que fossem compensados os dias de greve, mas na verdade estão sendo descontados. Além disso, estão colocando trabalhadores de férias sem o devido pagamento. Fora quem a convenção coletiva de 2019 ainda não foi julgada e já estão em negociação para a de 2021 com o salário dos motoristas no valor de R$1941,00, sem nenhum ajuste, sem plano de saúde, sem ticket e demitindo 50% dos cobradores”, esclarece Dias.

Matéria relacionada:

Motoristas e cobradores de Teresina paralisam atividades por ilegalidade em descontos nos salários

O superintendente da Strans, Bruno Pessoa e os representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário do Piauí (Sintetro) estão reunidos na manhã desta quarta-feira (13) para debater as principais reivindicações da classe.

Strans recebe representantes do Sintetro para tratar demandas da classe (Foto:Divulgação)

Na última segunda-feira (11), motoristas e cobradores do Consórcio Theresina, que envolve as empresas Emtracol, Taguatur, Transfácil resolveram paralisar as atividades em forma de protesto contra ilegalidades sobre descontos nos salários, cortes nos planos de saúde e ticket alimentação. Cerca de 70 ônibus, que atendem as zonas Sul e Sudeste de Teresina, ficaram sem circular.

Durante a reunião, Bruno Pessoa solicitou que as demandas fossem apresentadas por escrito e explicou que será feita uma mediação entre trabalhadores e empresários para que o problema seja resolvido e não prejudique a população de Teresina.

“Nós iniciamos um diálogo com os trabalhadores e entendemos as reivindicações deles. Eles tinham um salário subsidiado uma parte pela medida provisória federal, que agora expirou, então nós vamos tentar uma mediação entre os trabalhadores e patronados. Mas hoje apenas vamos ouvir os trabalhadores”, explicou. 

Reivindicações

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro), Ajuri Dias, em entrevista ao Portal AZ, informou que motoristas e cobradores estão insatisfeitos com o sistema.

“Os empresário não estão pagando o salário integral dos motoristas, mesmo com a suspensão da Medida Provisória do governo federal, que já deixou de valer e que a empresa tem que voltar a pagar o salário integral – R$ 1.941 – como determina a Convenção Coletiva”, explicou Ajuri.  

Além disso, segundo presidente do Sintetro, os empresários estão descontando os dias de greve que deveriam ser compensados segundo o julgamento do Tribunal Regional do Trabalho do Piauí.

“O TRT determinou que fossem compensados os dias de greve, mas na verdade estão sendo descontados. Além disso, estão colocando trabalhadores de férias sem o devido pagamento. Fora quem a convenção coletiva de 2019 ainda não foi julgada e já estão em negociação para a de 2021 com o salário dos motoristas no valor de R$1941,00, sem nenhum ajuste, sem plano de saúde, sem ticket e demitindo 50% dos cobradores”, esclarece Dias.

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