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Justiça nega pedido de substituição de prisão por medidas cautelares do acusado de matar Aretha Dantas

Magistrado determinou ainda a intimação das partes sobre exame de insanidade mental

O Juiz Antônio Reis de Jesus Nolleto, da 1ª Vara do tribunal do Juro de Teresina, negou o pedido de Paulo Alves dos Santos Neto, acusado de matar Aretha Dantas para que sua prisão preventiva fosse alterada para medidas cautelares.

Paulo Alves dos Santos Neto (Foto: Reprodução Facebook)

Além de indeferir o pedido da defesa, o magistrado determinou a intimação das partes para apresentarem memoriais considerando o Exame de insanidade Mental apresentando pelo acusado. Ele também determinou o normal posicionamento do processo.

"[...] Analisado o exame de higidez mental do acusado, verificou-se que o laudo apresentado se revela suficiente para concluir pela imputabilidade mental do acusado, uma vez que cumpriu os requisitos previstos nos artigos 149 a 154, do CPP, inexistindo, portanto, vícios procedimentais”.

O Crime

Aretha Dantas Claro, de 32 anos, foi encontrada morta por volta das 4h do dia 15 de maio deste ano, na Avenida Maranhão, por populares. A mulher estava com várias perfurações de arma branca e sinais de atropelamento.  A suspeita é de que a vítima tenha sido arrastada por aproximadamente 10 metros.

Aretha Dantas (Foto: Reprodução Facebook)

As investigações sobre o caso apontam que a cabeleireira sofria agressões constantemente por parte de Paulo Alves dos Santos Neto, ex-marido da vítima. Em depoimento à polícia, ele confessou ser o autor do crime.

Veja a decisão:


Matéria relacionada:
Juiz mantém prisão de acusado de matar Aretha Dantas e autoriza exames no Areolino de Abreu

O Juiz Antônio Reis de Jesus Nolleto, da 1ª Vara do tribunal do Juro de Teresina, negou o pedido de Paulo Alves dos Santos Neto, acusado de matar Aretha Dantas para que sua prisão preventiva fosse alterada para medidas cautelares.

Paulo Alves dos Santos Neto (Foto: Reprodução Facebook)

Além de indeferir o pedido da defesa, o magistrado determinou a intimação das partes para apresentarem memoriais considerando o Exame de insanidade Mental apresentando pelo acusado. Ele também determinou o normal posicionamento do processo.

"[...] Analisado o exame de higidez mental do acusado, verificou-se que o laudo apresentado se revela suficiente para concluir pela imputabilidade mental do acusado, uma vez que cumpriu os requisitos previstos nos artigos 149 a 154, do CPP, inexistindo, portanto, vícios procedimentais”.

O Crime

Aretha Dantas Claro, de 32 anos, foi encontrada morta por volta das 4h do dia 15 de maio deste ano, na Avenida Maranhão, por populares. A mulher estava com várias perfurações de arma branca e sinais de atropelamento.  A suspeita é de que a vítima tenha sido arrastada por aproximadamente 10 metros.

Aretha Dantas (Foto: Reprodução Facebook)

As investigações sobre o caso apontam que a cabeleireira sofria agressões constantemente por parte de Paulo Alves dos Santos Neto, ex-marido da vítima. Em depoimento à polícia, ele confessou ser o autor do crime.

Veja a decisão:


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