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Sem provas, empresário milionário usa prisão para acusar Arimatéia Azevedo de extorsão; entenda o plano

Poderosos querem incriminar colunista do Portal AZ por algo que não cometeu

Preso há 16 dias, sem que houvesse provas ou mesmo indícios do cometimento do crime de que é acusado, Arimatéia Azevedo é alvo, mais uma vez, de falsas denúncias de prática criminosa inexistente e não comprovada à sua atividade jornalística independente e imparcial. O empresário milionário Jadyel Alencar tem usado a prisão do colunista do Portal AZ para realizar novas e falsas denúncias de extorsão. O principal objetivo dele e de outros inimigos poderosos é que o jornalista seja incriminado por algo que não cometeu.

Sem provas, empresário milionário usa prisão para acusar Arimatéia Azevedo de extorsão (Foto: Portal AZ)

Em razão da dificuldade de se comprovar materialmente ou mesmo por testemunhos a prática de crime, por sua já sabida inexistência, eles seguem, tentando, criminalizar tratativas comerciais do Instituto de Pesquisa Data AZ. O instituto foi procurado pelo empresário Jadyel Alencar para contratação de pesquisa de mercado.

Diálogos sobre custos e prazos para o trabalho estão sendo usados com o fito de incutir em seu meio uma prática de extorsão. É de conhecimento da imprensa local, que segue atacando e condenando Arimatéia Azevedo, e do público em geral, que o mesmo empresário que fez tratativas comerciais para uma pesquisa foi investigado pela polícia em razão de práticas de corrupção em transações com a administração pública. E essas investigações foram noticiadas pelo Portal AZ – que sofreu, em razão disso, ataques de hackers que tiraram do ar por dias.

Por conta disso, um ato de violência contra a liberdade de expressão, o jornalista Arimatéia Azevedo fez um Boletim de Ocorrência contra Jadyel Silva Alencar, quando hackers derrubaram o Portal AZ em função de matéria envolvendo o empresário em processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

O colunista do Portal AZ registrou queixa no 12º DP, dizendo que Jadyel tentava de toda forma assedia-lo, dele se aproximar, que o procurou para, através do Instituto Data AZ, fazer uma pesquisa qualitativa avaliando a marca Jupi, que ele acabara de adquirir. Tudo isso está comprovado em conversas pelo Whatsapp, em diálogos mantidos entre os dois, incluindo o fato de que o Jadyel nunca quis fazer a pesquisa de mercado, apesar de ter pago antecipadamente por sua realização.

Essas evidências estão em prints de conversas que Arimatéia Azevedo teve com o empresário, inclusive cobrando dele uma decisão para a autorização sobre o início da pesquisa, posto que toda a fase introdutória do estudo foi feita, com definição de amostras realizada pelo pesquisador Iônio Silva, documentos estes que foram encaminhados para Jadyel e o seu gerente para que analisassem e dessem seguimento ao serviço contratado.

Com a tentativa de transformar uma ação comercial em mais uma imputação criminosa ao jornalista, segue-se uma trilha de um inquérito policial no qual não se conseguiu estabelecer ligações de Arimatéia à suposta vítima. O jornalista segue privado da liberdade – o que tira dele a condição de exercer também sua atividade profissional, ou seja, a prisão também o pune financeiramente.

Doutor em Direito Penal pela USP diz que prisão de Arimatéia Azevedo é ilegal

O Doutor em Direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP), o jurista Conrado Gontijo, opinou sobre a prisão do jornalista Arimatéia Azevedo, acusado de extorsão, em um processo que não apresenta provas sobre qualquer ligação do colunista do Portal AZ com o referido crime.

O jurista disse que o inquérito não contém elementos suficientes para autoria delitiva e que, portanto, a prisão é ilegal.

“A prisão de Arimatéia, em minha opinião, é manifestamente ilegal. Primeiro, porque decretada no âmbito de inquérito policial que, absolutamente, não contém elementos suficientes de autoria delitiva. Foi considerada prova de autoria meros prints de supostas mensagens telefônicas, que teriam sido trocadas entre terceiros. Prints desprovidos de mínimo valor probatório”, afirmou.

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Lawfare: a caçada ao jornalista    

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Advogados reforçam ilegalidade da prisão e pré-julgamento de Arimatéia Azevedo    

Advogado destaca falta de provas em prisão de Arimatéia Azevedo: “um absurdo jurídico”

Homem que acusa Arimatéia Azevedo de extorsão nunca esteve com o jornalista

Processo não aponta ligação do jornalista Arimatéia Azevedo ao suposto crime de extorsão

Preso há 16 dias, sem que houvesse provas ou mesmo indícios do cometimento do crime de que é acusado, Arimatéia Azevedo é alvo, mais uma vez, de falsas denúncias de prática criminosa inexistente e não comprovada à sua atividade jornalística independente e imparcial. O empresário milionário Jadyel Alencar tem usado a prisão do colunista do Portal AZ para realizar novas e falsas denúncias de extorsão. O principal objetivo dele e de outros inimigos poderosos é que o jornalista seja incriminado por algo que não cometeu.

Sem provas, empresário milionário usa prisão para acusar Arimatéia Azevedo de extorsão (Foto: Portal AZ)

Em razão da dificuldade de se comprovar materialmente ou mesmo por testemunhos a prática de crime, por sua já sabida inexistência, eles seguem, tentando, criminalizar tratativas comerciais do Instituto de Pesquisa Data AZ. O instituto foi procurado pelo empresário Jadyel Alencar para contratação de pesquisa de mercado.

Diálogos sobre custos e prazos para o trabalho estão sendo usados com o fito de incutir em seu meio uma prática de extorsão. É de conhecimento da imprensa local, que segue atacando e condenando Arimatéia Azevedo, e do público em geral, que o mesmo empresário que fez tratativas comerciais para uma pesquisa foi investigado pela polícia em razão de práticas de corrupção em transações com a administração pública. E essas investigações foram noticiadas pelo Portal AZ – que sofreu, em razão disso, ataques de hackers que tiraram do ar por dias.

Por conta disso, um ato de violência contra a liberdade de expressão, o jornalista Arimatéia Azevedo fez um Boletim de Ocorrência contra Jadyel Silva Alencar, quando hackers derrubaram o Portal AZ em função de matéria envolvendo o empresário em processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

O colunista do Portal AZ registrou queixa no 12º DP, dizendo que Jadyel tentava de toda forma assedia-lo, dele se aproximar, que o procurou para, através do Instituto Data AZ, fazer uma pesquisa qualitativa avaliando a marca Jupi, que ele acabara de adquirir. Tudo isso está comprovado em conversas pelo Whatsapp, em diálogos mantidos entre os dois, incluindo o fato de que o Jadyel nunca quis fazer a pesquisa de mercado, apesar de ter pago antecipadamente por sua realização.

Essas evidências estão em prints de conversas que Arimatéia Azevedo teve com o empresário, inclusive cobrando dele uma decisão para a autorização sobre o início da pesquisa, posto que toda a fase introdutória do estudo foi feita, com definição de amostras realizada pelo pesquisador Iônio Silva, documentos estes que foram encaminhados para Jadyel e o seu gerente para que analisassem e dessem seguimento ao serviço contratado.

Com a tentativa de transformar uma ação comercial em mais uma imputação criminosa ao jornalista, segue-se uma trilha de um inquérito policial no qual não se conseguiu estabelecer ligações de Arimatéia à suposta vítima. O jornalista segue privado da liberdade – o que tira dele a condição de exercer também sua atividade profissional, ou seja, a prisão também o pune financeiramente.

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O Doutor em Direito Penal pela Universidade de São Paulo (USP), o jurista Conrado Gontijo, opinou sobre a prisão do jornalista Arimatéia Azevedo, acusado de extorsão, em um processo que não apresenta provas sobre qualquer ligação do colunista do Portal AZ com o referido crime.

O jurista disse que o inquérito não contém elementos suficientes para autoria delitiva e que, portanto, a prisão é ilegal.

“A prisão de Arimatéia, em minha opinião, é manifestamente ilegal. Primeiro, porque decretada no âmbito de inquérito policial que, absolutamente, não contém elementos suficientes de autoria delitiva. Foi considerada prova de autoria meros prints de supostas mensagens telefônicas, que teriam sido trocadas entre terceiros. Prints desprovidos de mínimo valor probatório”, afirmou.

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