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Jornalista Arimatéia Azevedo está preso há 110 dias por um crime que não cometeu

Jornalista está em prisão domiciliar sem poder exercer sua função

(Atualizada às 12h35- 26.01)

O Jornalista Arimatéia Azevedo completa nesta quarta-feira (25) 110 dias que está preso. Atualmente, ele cumpre prisão domiciliar sendo obrigado a usar uma tornozeleira eletrônica por decisão do novato desembargador Manoel Dourado por um suposto crime de extorsão, que não cometeu, com base apenas em prints de terceiros em conversas no WhatsApp montados pelo delegado Anchieta Nery, que não envolvem o jornalista. 

Jornalista Arimatéia Azevedo está preso há 100 dias por um crime que não cometeu (Foto: Portal AZ)

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Piauí concedeu, em 24 de novembro, prisão domiciliar ao jornalista Arimatéia Azevedo, que estava preso há 48 dias na Penitenciária Irmão Guido, apesar do advogado Rony Samuel ter revelado em depoimento à Polícia que Arimateia nada sabia de suas conversas com a suposta vítima, Thiago Duarte, que também, não fez qualquer acusação ao jornalista.

Portanto, ficou provado que Arimateia Azevedo está sendo injustiçado, pois não cometeu qualquer crime o que leva a sua defesa a denunciar que ele tem sido perseguido desde que divulgou em 2019 a denúncia do MP sobre grilagem de terras no litoral envolvendo figuras poderosas do Estado, inclusive do judiciário e da Polícia Cuvil. 

Na decisão que transformou a prisão preventiva em domiciliar os magistrados determinaram que Arimatéia Azevedo não poderá exercer a profissão de jornalista, que é seu meio de vida e terá que fazer uso de monitoramento eletrônico. 

Os julgadores da 2ª Câmara do TJ relevaram as informações prestadas por Rony Samuel, que foi preso junto com Arimatéia em 07 de outubro (mas passou pouco mais de dez minutos) e que relatou durante interrogatório que o jornalista não participou de nenhuma prática de crime de extorsão e que ele foi que, se aproveitando de fonte do jornalista, teria cobrado valores ao empresário Thiago Duarte, do ramo de medicamentos após informações publicadas na coluna de Azevedo no Portal AZ.

 O pacote anticrime prevê revisão da prisão preventiva aos 90 dias, mas juízes e desembargadores do Piaui se fazem de surdos e mocos em relação à prisão de Arimateia Azevedo.

Leia também: Incrível: CNJ tem que mandar juízes respeitarem direitos humanos

Clique aqui e entenda o que levou o jornalista Arimatéia Azevedo ser preso

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Preso há uma semana, Arimatéia Azevedo segue sendo alvo de novas denúncias falsas sobre extorsão; entenda    

Ministério Público é favorável à prisão domiciliar do jornalista Arimatéia Azevedo    

Lawfare: a caçada ao jornalista    

Sindjor-PI e Fenaj repudiam prisão de Arimatéia Azevedo e afirmam: “perseguição está escancarada”    

Advogados reforçam ilegalidade da prisão e pré-julgamento de Arimatéia Azevedo    

Advogado destaca falta de provas em prisão de Arimatéia Azevedo: “um absurdo jurídico”

Homem que acusa Arimatéia Azevedo de extorsão nunca esteve com o jornalista

Processo não aponta ligação do jornalista Arimatéia Azevedo ao suposto crime de extorsão

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Jornalista Arimatéia Azevedo está preso há 100 dias por um crime que não cometeu (Foto: Portal AZ)

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Piauí concedeu, em 24 de novembro, prisão domiciliar ao jornalista Arimatéia Azevedo, que estava preso há 48 dias na Penitenciária Irmão Guido, apesar do advogado Rony Samuel ter revelado em depoimento à Polícia que Arimateia nada sabia de suas conversas com a suposta vítima, Thiago Duarte, que também, não fez qualquer acusação ao jornalista.

Portanto, ficou provado que Arimateia Azevedo está sendo injustiçado, pois não cometeu qualquer crime o que leva a sua defesa a denunciar que ele tem sido perseguido desde que divulgou em 2019 a denúncia do MP sobre grilagem de terras no litoral envolvendo figuras poderosas do Estado, inclusive do judiciário e da Polícia Cuvil. 

Na decisão que transformou a prisão preventiva em domiciliar os magistrados determinaram que Arimatéia Azevedo não poderá exercer a profissão de jornalista, que é seu meio de vida e terá que fazer uso de monitoramento eletrônico. 

Os julgadores da 2ª Câmara do TJ relevaram as informações prestadas por Rony Samuel, que foi preso junto com Arimatéia em 07 de outubro (mas passou pouco mais de dez minutos) e que relatou durante interrogatório que o jornalista não participou de nenhuma prática de crime de extorsão e que ele foi que, se aproveitando de fonte do jornalista, teria cobrado valores ao empresário Thiago Duarte, do ramo de medicamentos após informações publicadas na coluna de Azevedo no Portal AZ.

 O pacote anticrime prevê revisão da prisão preventiva aos 90 dias, mas juízes e desembargadores do Piaui se fazem de surdos e mocos em relação à prisão de Arimateia Azevedo.

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