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Servidores denunciam falta de equipamentos de proteção individual em unidades de saúde

Profissionais temem contaminação devido à pandemia do coronavírus

Funcionários de hospitais estaduais e municipais do Piauí denunciam a escassez de equipamentos de proteção individual (EPI) para os profissionais da área da saúde. A falta desses materiais põe em risco o profissional e o paciente em meio à pandemia do coronavírus.

Escassez de material no Samu de Campo Maior (Foto: Reprodução)

Em Campo Maior

O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (Senatepi) denunciou a falta de EPI no almoxarifado do SAMU, em Campo Maior.

Almoxarifado do SAMU de Campo Maior (Foto: Reprodução)

De acordo com Erick Riccely, presidente do Senatepi, os profissionais de enfermagem estariam utilizando a mesma máscara durante todo um plantão de 12 horas, o que expõe o profissional a um alto risco.

"Encontramos as prateleiras do almoxarifado do SAMU de Campo Maior completamente desabastecidas e os profissionais nos relataram a falta de máscaras para os próximos plantões", afirma o presidente.

Em Cristalândia 

Representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cristalândia do Piauí também denunciaram a falta de EPI, no hospital da cidade. 

"Em nome dos profissionais da saúde, faço um apelo de primeira mão e em regime de urgência, aos representantes do poder legislativo municipal (órgão fiscalizador), que tomem conhecimento desta situação, realidade (falta de EPI no hospital municipal de Cristalândia) para que juntos poderemos, solucionar a falta destes", informa o Sinsepuc. 

Segundo o Sinsepuc, a falta desses equipamentos compromete a saúde de todos mediante a pandemia do Covid-19. "Em momento algum os EPIs poderiam faltar nos hospitais. Isso é o básico de proteção da saúde dos profissionais", explica.

Outro lado

O Portal AZ não conseguiu localizar representantes da Prefeitura de Cristalândia para comentar o caso. Já a Prefeitura de Campo Maior nos informou que iria apurar o assunto, mas até o fechamento desta matéria não deu retorno. 

Funcionários de hospitais estaduais e municipais do Piauí denunciam a escassez de equipamentos de proteção individual (EPI) para os profissionais da área da saúde. A falta desses materiais põe em risco o profissional e o paciente em meio à pandemia do coronavírus.

Escassez de material no Samu de Campo Maior (Foto: Reprodução)

Em Campo Maior

O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (Senatepi) denunciou a falta de EPI no almoxarifado do SAMU, em Campo Maior.

Almoxarifado do SAMU de Campo Maior (Foto: Reprodução)

De acordo com Erick Riccely, presidente do Senatepi, os profissionais de enfermagem estariam utilizando a mesma máscara durante todo um plantão de 12 horas, o que expõe o profissional a um alto risco.

"Encontramos as prateleiras do almoxarifado do SAMU de Campo Maior completamente desabastecidas e os profissionais nos relataram a falta de máscaras para os próximos plantões", afirma o presidente.

Em Cristalândia 

Representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cristalândia do Piauí também denunciaram a falta de EPI, no hospital da cidade. 

"Em nome dos profissionais da saúde, faço um apelo de primeira mão e em regime de urgência, aos representantes do poder legislativo municipal (órgão fiscalizador), que tomem conhecimento desta situação, realidade (falta de EPI no hospital municipal de Cristalândia) para que juntos poderemos, solucionar a falta destes", informa o Sinsepuc. 

Segundo o Sinsepuc, a falta desses equipamentos compromete a saúde de todos mediante a pandemia do Covid-19. "Em momento algum os EPIs poderiam faltar nos hospitais. Isso é o básico de proteção da saúde dos profissionais", explica.

Outro lado

O Portal AZ não conseguiu localizar representantes da Prefeitura de Cristalândia para comentar o caso. Já a Prefeitura de Campo Maior nos informou que iria apurar o assunto, mas até o fechamento desta matéria não deu retorno.