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Falta de água em Luzilândia é devido a cheia do rio Parnaíba, diz Agespisa

Com o grande volume de água, uma peça da bomba foi danificada

A Agespisa encaminhou ao Portal AZ na tarde desta terça-feira (24) uma nota justificando a falta de água no município de Luzilândia.

Agespisa (Foto: divulgação)

A empresa afirmou que o problema é decorrente da cheia do Rio Parnaíba nos últimos dias e com isso ocasionou o rompimento de uma peça da bomba de capacitação.

Uma equipe da Agespisa já está em operação para normalizar o abastecimento na região e informa que o serviço deve ser normalizado a partir das 15h desta terça-feira (24).

Confira a nota na íntegra:

“NOTA - LUZILÂNDIA 

Cheia do Parnaíba provoca quebra de equipamento da Agespisa

A Agespisa informa  que a falta de água na cidade é decorrente da cheia do Rio Parnaíba, que se intensificou nos últimos dias. Segundo o chefe do escritório da Agespisa em Luzilândia, Marcos Viana, a força das águas do rio já provocaram o segundo rompimento consecutivo do mangote da bomba de captação de água bruta.

Uma equipe da Agespisa está em operação para normalizar o abastecimento que deve ser normalizado a partir das 15 horas dessa terça-feira.”

Entenda o caso

Moradores do município de Luzilândia denunciam que já estão sem abastecimento de água há 3 dias. Giuliano Saraiva, da guarnição da Secretaria de Segurança do Município, disse ao Portal AZ que recebeu a informação de que o problema teria sido no cano de tubulação, após a cidade ficar inundada com elevação do nível do rio que passa pela região. 

Rio Parnaíba invadindo avenida devido a cheia (Foto: divulgação)

"Ontem (23) a água até voltou durante a noite, mas por pouco tempo, logo depois o  abastecimento foi comprometido novamente", explica Giuliano. 

Ainda de acordo com o morador, os técnicos da Agespisa ainda tentaram consertar o cano mas a correnteza da água estava forte, o que impediu a conclusão do serviço.

Com a enchente, algumas famílias que moram em regiões próximas ao rio já encontram-se desabrigadas. "Estamos empenhados na retirada das pessoas que tiveram suas casas invadidas pela enchete", explica Giuliano. 

Matéria relacionada

Moradores denunciam falta de água há três dias em Luzilândia

A Agespisa encaminhou ao Portal AZ na tarde desta terça-feira (24) uma nota justificando a falta de água no município de Luzilândia.

Agespisa (Foto: divulgação)

A empresa afirmou que o problema é decorrente da cheia do Rio Parnaíba nos últimos dias e com isso ocasionou o rompimento de uma peça da bomba de capacitação.

Uma equipe da Agespisa já está em operação para normalizar o abastecimento na região e informa que o serviço deve ser normalizado a partir das 15h desta terça-feira (24).

Confira a nota na íntegra:

“NOTA - LUZILÂNDIA 

Cheia do Parnaíba provoca quebra de equipamento da Agespisa

A Agespisa informa  que a falta de água na cidade é decorrente da cheia do Rio Parnaíba, que se intensificou nos últimos dias. Segundo o chefe do escritório da Agespisa em Luzilândia, Marcos Viana, a força das águas do rio já provocaram o segundo rompimento consecutivo do mangote da bomba de captação de água bruta.

Uma equipe da Agespisa está em operação para normalizar o abastecimento que deve ser normalizado a partir das 15 horas dessa terça-feira.”

Entenda o caso

Moradores do município de Luzilândia denunciam que já estão sem abastecimento de água há 3 dias. Giuliano Saraiva, da guarnição da Secretaria de Segurança do Município, disse ao Portal AZ que recebeu a informação de que o problema teria sido no cano de tubulação, após a cidade ficar inundada com elevação do nível do rio que passa pela região. 

Rio Parnaíba invadindo avenida devido a cheia (Foto: divulgação)

"Ontem (23) a água até voltou durante a noite, mas por pouco tempo, logo depois o  abastecimento foi comprometido novamente", explica Giuliano. 

Ainda de acordo com o morador, os técnicos da Agespisa ainda tentaram consertar o cano mas a correnteza da água estava forte, o que impediu a conclusão do serviço.

Com a enchente, algumas famílias que moram em regiões próximas ao rio já encontram-se desabrigadas. "Estamos empenhados na retirada das pessoas que tiveram suas casas invadidas pela enchete", explica Giuliano. 

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