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Jovem tetraplégico arrecadou cerca de R$ 3 milhões aplicando golpes virtuais

Morando na zona Norte de Teresina, ele fez vítimas em todo o Brasil

A Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) prendeu, na fase ostensiva da Operação “X”, um jovem tetraplégico de 24 anos identificado como Francisco Walyson Nunes da Silva, suspeito de aplicar golpes na internet. Ainda foram deferidos 3 mandados de prisão temporária, 1 medida cautelar diversa da prisão, 5 mandados de busca e apreensão, e o sequestro de bens obtidos como proveito do crime.

Jovem aplicava golpes online (Foto: reprodução)

Segundo investigações da polícia, em 2020 foi identificado que uma pessoa da zona norte de Teresina estava praticando golpes online. O delegado Anchieta Nery, titular da DRCI afirmou que o golpe consistia em o suspeito se apresentar como suposto hacker e até mesmo suposto “pai de santo” para oferecer “serviços” a suas potenciais vítimas.

“O cliente pagava pelos serviços e ele em seguida bloqueava a pessoa. Até o momento foram identificados vítimas em 27 estados da federação. O levantamento da polícia aponta que foram arrecadados com o esquema quase 3 milhões em imóveis, veículos, demais ativos financeiros. Até dezembro de 2020 essa associação criminosa obteve em torno de R$2.000.000,00 (dois milhões de reais) diretamente com esse golpe”, diz o delegado.

Ele foi preso pela Polícia Civil na fase ostensiva da Operação “X(Foto: reprodução)

As investigações ainda apontam que "Branco", como é conhecido, se associou a diversos familiares que o auxiliaram na prática do crime de estelionato e na posterior lavagem do dinheiro obtido como proveito dos golpes. Todos os investigados confessaram a prática dos crimes em interrogatório policial.

“Ele contava com a ajuda de familiares para realizar as ações criminosas, até por conta da limitação que ele tinha causada por um acidente. Ele utilizava um suporte para o celular, uma caneta presa o boca, digitava e criava vários perfis falsos para aplicar os golpes. Mas está claro que ele é autor de toda a engenharia criminosa”, explica o delegado Matheus Zanatta, que participou dos trabalhos investigativos.

Branco se apresentou na polícia, assinou uma medida cautelar que o proíbe de manter contato com as vítimas ou criar novos perfis nas redes sociais. Por conta da deficiencia ele foi liberado e será cuidado por uma tia. A mãe do jovem também foi solta para cuidar do filho. 

A Polícia Civil continuará as investigações para identificar o maior número de vítimas.

A Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) prendeu, na fase ostensiva da Operação “X”, um jovem tetraplégico de 24 anos identificado como Francisco Walyson Nunes da Silva, suspeito de aplicar golpes na internet. Ainda foram deferidos 3 mandados de prisão temporária, 1 medida cautelar diversa da prisão, 5 mandados de busca e apreensão, e o sequestro de bens obtidos como proveito do crime.

Jovem aplicava golpes online (Foto: reprodução)

Segundo investigações da polícia, em 2020 foi identificado que uma pessoa da zona norte de Teresina estava praticando golpes online. O delegado Anchieta Nery, titular da DRCI afirmou que o golpe consistia em o suspeito se apresentar como suposto hacker e até mesmo suposto “pai de santo” para oferecer “serviços” a suas potenciais vítimas.

“O cliente pagava pelos serviços e ele em seguida bloqueava a pessoa. Até o momento foram identificados vítimas em 27 estados da federação. O levantamento da polícia aponta que foram arrecadados com o esquema quase 3 milhões em imóveis, veículos, demais ativos financeiros. Até dezembro de 2020 essa associação criminosa obteve em torno de R$2.000.000,00 (dois milhões de reais) diretamente com esse golpe”, diz o delegado.

Ele foi preso pela Polícia Civil na fase ostensiva da Operação “X(Foto: reprodução)

As investigações ainda apontam que "Branco", como é conhecido, se associou a diversos familiares que o auxiliaram na prática do crime de estelionato e na posterior lavagem do dinheiro obtido como proveito dos golpes. Todos os investigados confessaram a prática dos crimes em interrogatório policial.

“Ele contava com a ajuda de familiares para realizar as ações criminosas, até por conta da limitação que ele tinha causada por um acidente. Ele utilizava um suporte para o celular, uma caneta presa o boca, digitava e criava vários perfis falsos para aplicar os golpes. Mas está claro que ele é autor de toda a engenharia criminosa”, explica o delegado Matheus Zanatta, que participou dos trabalhos investigativos.

Branco se apresentou na polícia, assinou uma medida cautelar que o proíbe de manter contato com as vítimas ou criar novos perfis nas redes sociais. Por conta da deficiencia ele foi liberado e será cuidado por uma tia. A mãe do jovem também foi solta para cuidar do filho. 

A Polícia Civil continuará as investigações para identificar o maior número de vítimas.