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Joice usa cota parlamentar para combater ataques nas redes, diz jornal

Empresa recebe R$ 2.500 mensais e o contrato foi assinado em junho

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) usa sua cota parlamentar para pagar R$ 2.500 por mês à EG Consult, empresa que gerencia redes sociais. Entre outras tarefas, a companhia administra grupo de WhatsApp para rebater acusações de traição e criticar adversários, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo publicada nesta 5ª feira (24.out.2019).

Em nota, a deputada afirmou que as postagens que são ataques a adversários são de sua responsabilidade(Foto:Sérgio Lima/Poder360 )

Joice acusa os filhos do presidente Jair Bolsonaro de usar a estrutura do Palácio do Planalto para coordenar “milícias digitais” e atacar desafetos do governo. Afirmou na 2ª feira (29.out), em entrevista ao programa Roda Viva, que essa rede conta com cerca de 1.500 perfis e páginas.

De acordo com o jornal, o contrato com a EG Consult foi assinado em junho. A proprietária da empresa, Elisa Gomes de Oliveira de Morais, é administradora e criadora do grupo de WhatsApp “Joice, eu apoio!”. A reportagem mostra que o grupo é usado para rebater a ataques.

Em 1 diálogo, Elisa reage a 1 internauta que chama Joice de “traidora disfarçada de justiceira”. “Não existe nenhuma traidora aqui. Que saiam [do grupo] todos os fakes”, escreveu.

A administradora também publicou 1 banner com texto em que Joice diz: “Os filhos dele [Jair Bolsonaro] estão induzindo ele ao erro constante e enterrando o governo. Vou proteger o presidente até mesmo dos próprios filhos. Sigo lutando pelo Brasil”.

OUTRO LADO

Joice afirmou, em nota ao jornal, que as postagens em redes sociais atacando adversários são de sua responsabilidade. “Se eu for atacada, irei rebater. A empresa não tem nada a ver com esse tipo de conteúdo”, declarou.

No entanto, afirmou que precisa de uma equipe para atender seus seguidores.“São milhões de seguidores e cidadãos que precisam ser atendidos, de modo que eu, sozinha, infelizmente não tenho condições de atender a todos”.

“Estamos falando de uma empresa regulamentada que presta serviços, que tem CNPJ, que emite notas fiscais. […] A milícia digital atua por baixo dos panos, são perfis fakes que fingem não estar vinculados a determinadas pessoas e que espalham discurso de ódio”, afirmou.

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) usa sua cota parlamentar para pagar R$ 2.500 por mês à EG Consult, empresa que gerencia redes sociais. Entre outras tarefas, a companhia administra grupo de WhatsApp para rebater acusações de traição e criticar adversários, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo publicada nesta 5ª feira (24.out.2019).

Em nota, a deputada afirmou que as postagens que são ataques a adversários são de sua responsabilidade(Foto:Sérgio Lima/Poder360 )

Joice acusa os filhos do presidente Jair Bolsonaro de usar a estrutura do Palácio do Planalto para coordenar “milícias digitais” e atacar desafetos do governo. Afirmou na 2ª feira (29.out), em entrevista ao programa Roda Viva, que essa rede conta com cerca de 1.500 perfis e páginas.

De acordo com o jornal, o contrato com a EG Consult foi assinado em junho. A proprietária da empresa, Elisa Gomes de Oliveira de Morais, é administradora e criadora do grupo de WhatsApp “Joice, eu apoio!”. A reportagem mostra que o grupo é usado para rebater a ataques.

Em 1 diálogo, Elisa reage a 1 internauta que chama Joice de “traidora disfarçada de justiceira”. “Não existe nenhuma traidora aqui. Que saiam [do grupo] todos os fakes”, escreveu.

A administradora também publicou 1 banner com texto em que Joice diz: “Os filhos dele [Jair Bolsonaro] estão induzindo ele ao erro constante e enterrando o governo. Vou proteger o presidente até mesmo dos próprios filhos. Sigo lutando pelo Brasil”.

OUTRO LADO

Joice afirmou, em nota ao jornal, que as postagens em redes sociais atacando adversários são de sua responsabilidade. “Se eu for atacada, irei rebater. A empresa não tem nada a ver com esse tipo de conteúdo”, declarou.

No entanto, afirmou que precisa de uma equipe para atender seus seguidores.“São milhões de seguidores e cidadãos que precisam ser atendidos, de modo que eu, sozinha, infelizmente não tenho condições de atender a todos”.

“Estamos falando de uma empresa regulamentada que presta serviços, que tem CNPJ, que emite notas fiscais. […] A milícia digital atua por baixo dos panos, são perfis fakes que fingem não estar vinculados a determinadas pessoas e que espalham discurso de ódio”, afirmou.