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FHC critica Bolsonaro: “Melhor é que se emende e cale”

Ex-presidente criticou pronunciamento do atual chefe do Executivo, que pediu o fim do "confinamento em massa"

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso usou as redes sociais para criticar o pronunciamento do atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (sem partido).

FHC critica Bolsonaro: “Melhor é que se emende e cale”(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Nessa terça-feira (24/03) à noite, o presidente voltou a falar em histeria e pediu, durante pronunciamento em rede nacional, o fim do “confinamento em massa”.

“Eu não ia voltar ao tema, mas o Pr repetiu opiniões desastradas sobre a pandemia. O momento é grave, não cabe politizar, mas opor-se aos infectologistas passa dos limites. Se não calar estará preparando o fim. E é melhor o dele do que o de todo o povo. Melhor é que se emende e cale”, disse FHC.

Durante pronunciamento em rede nacional da noite dessa terça-feira (24/03), o chefe do Executivo criticou algumas medidas restritivas no Brasil.

Ele criticou também o fechamento de escolas e medidas mais severas de distanciamento social, adotadas por alguns governadores como no Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso usou as redes sociais para criticar o pronunciamento do atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (sem partido).

FHC critica Bolsonaro: “Melhor é que se emende e cale”(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Nessa terça-feira (24/03) à noite, o presidente voltou a falar em histeria e pediu, durante pronunciamento em rede nacional, o fim do “confinamento em massa”.

“Eu não ia voltar ao tema, mas o Pr repetiu opiniões desastradas sobre a pandemia. O momento é grave, não cabe politizar, mas opor-se aos infectologistas passa dos limites. Se não calar estará preparando o fim. E é melhor o dele do que o de todo o povo. Melhor é que se emende e cale”, disse FHC.

Durante pronunciamento em rede nacional da noite dessa terça-feira (24/03), o chefe do Executivo criticou algumas medidas restritivas no Brasil.

Ele criticou também o fechamento de escolas e medidas mais severas de distanciamento social, adotadas por alguns governadores como no Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.