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Investigado no inquérito das fake news, Allan dos Santos diz que saiu do Brasil

A declaração foi feita em uma live promovida pela deputada federal Bia Kicis (PSL-DF)

O jornalista Allan dos Santos, dono do site Terça Livre, afirmou na noite de 5ª feira (30.jul.2020) que está fora do país. Não informou, no entanto, sua localização.

Investigado no inquérito das fake news, Allan dos Santos diz que saiu do Brasil (Foto:Planalto)

A declaração foi feita em uma live promovida pela deputada federal Bia Kicis (PSL-DF). A transmissão contou com a participação do youtuber de extrema-direita Bernardo Küster, também alvo do inquérito das fake news; e do norte-americano Ryan Hartwig, ex-funcionário da Google que teria denunciado a empresa no Congresso americano por suposta censura a conservadores na internet.

Na live, o jornalista acusou, sem apresentar provas, os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes de prevaricação. Segundo ele, os magistrados têm conhecimento sobre a existência de supostas escutas para “espionar” o presidente Jair Bolsonaro.

Allan dos Santos disse que 1 servidor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) teria contratado uma empresa de varredura para identificar grampos telefônicos. Ele declarou que uma suposta varredura teria identificado 3 maletas de escuta telefônica: uma na embaixada da China; outra na embaixada da Coreia do Norte; e uma na casa do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay.

Para ele, o objetivo da “espionagem” seria para buscar provas para “criminalizar” Bolsonaro e cassar seu mandato de presidente da República.

“A Suprema Corte brasileira está agindo de maneira ditatorial e também criminal. Já está certo de que existe 1 voto para cassar o presidente Bolsonaro e ali nós temos o voto já pronto do Fachin, do Barroso e do Alexandre de Moraes, que é quem está censurando as redes sociais. E aí, descobriram-se 3 maletas de escuta telefônica no Brasil, uma na casa do Kakay, que é advogado do PT. O outro endereça é na embaixada da Coreia do Norte e a outra maleta de escuta está na embaixada do China”, disse.

O jornalista disse que só passou essas informações na live porque já não está no país. “Se eu estivesse [no  Brasil], eu estaria com medo de morrer, essa é a verdade. Porque estamos lidando com criminosos. Eu estou acusando, aqui, agora, o Luís Roberto Barroso de prevaricação. Ele prevaricou. Ele tem uma informação de escuta telefônica vindo de duas embaixadas. Isso é contra qualquer Lei de Segurança Nacional e ele não avisou o presidente da República. Então ele prevaricou”, afirmou.

“Se alguma coisa acontecer comigo ou minha família. Só veio dessas pessoas e grupos”, disse, sobre as embaixadas da China e Coreia do Norte e sobre Kakay.

De acordo com o jornalista, a Polícia Federal instalou escutas em sua casa quando ela foi alvo de busca e apreensão.

“A única maneira de eu poder dar essa informação é fora do país. Hoje eu estou fora do país, seguro. E estou dando aqui essa notícia para vocês, estão fazendo escuta telefônica. Fizeram duas buscas e apreensões na minha casa para colocar escuta e ninguém teve duas buscas e apreensões. Porque eles colocaram uma escuta na 1ª busca e retiraram na 2ª, provavelmente. Então, eles fizeram de tudo que pudessem criminalizar o presidente Bolsonaro e utilizar isso no TSE. Inclusive, quebraram o meu sigilo bancário para tentar encontrar alguma coisa e não encontraram. São criminosos, eles não respeitam a democracia, não respeitam a liberdade”, disse.

SUSPENSÃO DOS PERFIS
Em 25 de julho, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a suspensão do perfil do jornalista nas redes sociais e de outros bolsonaristas. No entanto, eles continuaram utilizando as mídias de forma alternativa. Na 5ª feira (30.jul.2020), o ministro ordenou ao Twitter e ao Facebook a suspensão internacional dos perfis dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

No último sábado (25.jul.2020), Bolsonaro entrou com ação no Supremo contra a medida de Moraes. Pediu a liberação dos perfis dos aliados com base nos direitos fundamentais de liberdade de expressão. O relator do caso será o ministro Edson Fachin.

O jornalista Allan dos Santos, dono do site Terça Livre, afirmou na noite de 5ª feira (30.jul.2020) que está fora do país. Não informou, no entanto, sua localização.

Investigado no inquérito das fake news, Allan dos Santos diz que saiu do Brasil (Foto:Planalto)

A declaração foi feita em uma live promovida pela deputada federal Bia Kicis (PSL-DF). A transmissão contou com a participação do youtuber de extrema-direita Bernardo Küster, também alvo do inquérito das fake news; e do norte-americano Ryan Hartwig, ex-funcionário da Google que teria denunciado a empresa no Congresso americano por suposta censura a conservadores na internet.

Na live, o jornalista acusou, sem apresentar provas, os ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes de prevaricação. Segundo ele, os magistrados têm conhecimento sobre a existência de supostas escutas para “espionar” o presidente Jair Bolsonaro.

Allan dos Santos disse que 1 servidor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) teria contratado uma empresa de varredura para identificar grampos telefônicos. Ele declarou que uma suposta varredura teria identificado 3 maletas de escuta telefônica: uma na embaixada da China; outra na embaixada da Coreia do Norte; e uma na casa do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay.

Para ele, o objetivo da “espionagem” seria para buscar provas para “criminalizar” Bolsonaro e cassar seu mandato de presidente da República.

“A Suprema Corte brasileira está agindo de maneira ditatorial e também criminal. Já está certo de que existe 1 voto para cassar o presidente Bolsonaro e ali nós temos o voto já pronto do Fachin, do Barroso e do Alexandre de Moraes, que é quem está censurando as redes sociais. E aí, descobriram-se 3 maletas de escuta telefônica no Brasil, uma na casa do Kakay, que é advogado do PT. O outro endereça é na embaixada da Coreia do Norte e a outra maleta de escuta está na embaixada do China”, disse.

O jornalista disse que só passou essas informações na live porque já não está no país. “Se eu estivesse [no  Brasil], eu estaria com medo de morrer, essa é a verdade. Porque estamos lidando com criminosos. Eu estou acusando, aqui, agora, o Luís Roberto Barroso de prevaricação. Ele prevaricou. Ele tem uma informação de escuta telefônica vindo de duas embaixadas. Isso é contra qualquer Lei de Segurança Nacional e ele não avisou o presidente da República. Então ele prevaricou”, afirmou.

“Se alguma coisa acontecer comigo ou minha família. Só veio dessas pessoas e grupos”, disse, sobre as embaixadas da China e Coreia do Norte e sobre Kakay.

De acordo com o jornalista, a Polícia Federal instalou escutas em sua casa quando ela foi alvo de busca e apreensão.

“A única maneira de eu poder dar essa informação é fora do país. Hoje eu estou fora do país, seguro. E estou dando aqui essa notícia para vocês, estão fazendo escuta telefônica. Fizeram duas buscas e apreensões na minha casa para colocar escuta e ninguém teve duas buscas e apreensões. Porque eles colocaram uma escuta na 1ª busca e retiraram na 2ª, provavelmente. Então, eles fizeram de tudo que pudessem criminalizar o presidente Bolsonaro e utilizar isso no TSE. Inclusive, quebraram o meu sigilo bancário para tentar encontrar alguma coisa e não encontraram. São criminosos, eles não respeitam a democracia, não respeitam a liberdade”, disse.

SUSPENSÃO DOS PERFIS
Em 25 de julho, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a suspensão do perfil do jornalista nas redes sociais e de outros bolsonaristas. No entanto, eles continuaram utilizando as mídias de forma alternativa. Na 5ª feira (30.jul.2020), o ministro ordenou ao Twitter e ao Facebook a suspensão internacional dos perfis dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

No último sábado (25.jul.2020), Bolsonaro entrou com ação no Supremo contra a medida de Moraes. Pediu a liberação dos perfis dos aliados com base nos direitos fundamentais de liberdade de expressão. O relator do caso será o ministro Edson Fachin.