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O rock de Fábio Crazy e os Da Silva

Conheci meu amigo Fábio Christian em 1994, antes do Crazy, estudávamos no colégio Corujão e a amizade foi imediata, época em que o Raimundos destruía tudo com seu disco de estréia e me lembro muito bem da raiva que ele tinha do disco Pulse do Floyd e sua postura anarquista.

O tempo passou, dei um tempo em Piripiri, entrei no Jornalismo e fui revê-lo com a melhor banda de rock que já vi na nossa Terehell, o monstruoso Narguilé Hidromecânico. De lá pra cá foram muitas bandas e ouvi recentemente seu novo projeto - Fábio Crazy e os Da Silva. O carai ainda continua bom. Ele mora hoje em PHB e continua firme fazendo vídeos e som.

São três músicas de um EP produzido por eles mesmos, feito na cidade onde os caras moram, Parnaíba. A banda é formada por Sael (baixo), Paulo Death (guitarra) e Pajé na bateria. A primeira música José Mané é rock and roll puro com o nome da música sendo repetido insistentemente. Poesia concreta em forma de caos. Adoro e me lembrou clássicos.

A segunda. Dinamitamina, minha preferida, é sobre amores  nascidos de confusões e protesto e o EP termina com Subindo ao Morro, discurso válido em dias negros como estão sendo os de hoje. Gostei demais. Vale a pena ouvir e sentir na carne, o rock vindo do litoral.         

Conheci meu amigo Fábio Christian em 1994, antes do Crazy, estudávamos no colégio Corujão e a amizade foi imediata, época em que o Raimundos destruía tudo com seu disco de estréia e me lembro muito bem da raiva que ele tinha do disco Pulse do Floyd e sua postura anarquista.

O tempo passou, dei um tempo em Piripiri, entrei no Jornalismo e fui revê-lo com a melhor banda de rock que já vi na nossa Terehell, o monstruoso Narguilé Hidromecânico. De lá pra cá foram muitas bandas e ouvi recentemente seu novo projeto - Fábio Crazy e os Da Silva. O carai ainda continua bom. Ele mora hoje em PHB e continua firme fazendo vídeos e som.

São três músicas de um EP produzido por eles mesmos, feito na cidade onde os caras moram, Parnaíba. A banda é formada por Sael (baixo), Paulo Death (guitarra) e Pajé na bateria. A primeira música José Mané é rock and roll puro com o nome da música sendo repetido insistentemente. Poesia concreta em forma de caos. Adoro e me lembrou clássicos.

A segunda. Dinamitamina, minha preferida, é sobre amores  nascidos de confusões e protesto e o EP termina com Subindo ao Morro, discurso válido em dias negros como estão sendo os de hoje. Gostei demais. Vale a pena ouvir e sentir na carne, o rock vindo do litoral.         

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