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Jungle Cruise é irregular e fica devendo na questão aventura

Jungle Cruise (em cartaz nos cinemas de THE) é irregular até não poder mais,  o filme, uma louvação aos filmes anos 80 de aventura (Indiana Jones e o Templo da Perdição,  Tudo por Uma Esmeralda, As Minas do Rei Salomão, Indiana Jones e a Última Cruzada) começa num pique total na história de aventureira inglesa (a bonita e talentosa Emily Blunt) que se junta ao The Rock ( de Escorpião Rei, Com as Próprias Mãos, Os Outros Caras e Velozes e Furiosos)   para encontrar planta que pode curar os males do mundo.

O filme,  ambientado na Amazônia no começo do século passado mas rodado no Havaí,  está com centenas de furos sobre o nosso país e mais uma vez mostra  o  total desconhecimento ou intenção dos ianques não estarem  interessados em nosso país e  nossa cultura.

Depois de uma queda brutal de ritmo com aparições sobrenaturais, o filme tem até um desenrolar digno mas fica devendo pelo humor chato e atores canastrões (uma atuação triste de Jesse Plemons como um nazista). Enfim, um filme com acertos e defeitos que não convenceu.

Disney amarga mais uma decepção nesse ano esquisito em que só Viúva Negra mostrou a que veio.

Jungle Cruise (em cartaz nos cinemas de THE) é irregular até não poder mais,  o filme, uma louvação aos filmes anos 80 de aventura (Indiana Jones e o Templo da Perdição,  Tudo por Uma Esmeralda, As Minas do Rei Salomão, Indiana Jones e a Última Cruzada) começa num pique total na história de aventureira inglesa (a bonita e talentosa Emily Blunt) que se junta ao The Rock ( de Escorpião Rei, Com as Próprias Mãos, Os Outros Caras e Velozes e Furiosos)   para encontrar planta que pode curar os males do mundo.

O filme,  ambientado na Amazônia no começo do século passado mas rodado no Havaí,  está com centenas de furos sobre o nosso país e mais uma vez mostra  o  total desconhecimento ou intenção dos ianques não estarem  interessados em nosso país e  nossa cultura.

Depois de uma queda brutal de ritmo com aparições sobrenaturais, o filme tem até um desenrolar digno mas fica devendo pelo humor chato e atores canastrões (uma atuação triste de Jesse Plemons como um nazista). Enfim, um filme com acertos e defeitos que não convenceu.

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