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Samurai ainda impressiona

Alain Delon (francês, nascido em 1935) nunca foi um grande ator e sim uma estrela. Galã dos mais desejados nos anos 60, fez quatro clássicos seguidos (Sol por Testemunha, Rocco e Seus Irmãos e O  Leopardo do diretor italiano Luchino Visconti e  O Eclipse de Antonioni) filmes melhores que ele, mas estrela é estrela e neste O Samurai (67, França) foi a primeira vez que o vi, um ator acima da média numa fita soturna, silenciosa, fatal. 

Delon vive o samurai do título cuja epígrafe inicial já diz o que vamos presenciar - " não existe solidão maior que a de um samurai a não ser de um tigre na floresta", amantes da cultura nipônica (como esse escriba) vão viajar na história de assassino profissional sem origens que é visto e passa a ser perseguido pela polícia, tendo como testemunha, uma bela pianista que nunca o entrega.

O assassino começa a discutir sua existência e decide dar um ponto final numa conclusão épica, o que lembra muito a honra do samurai em fitas tantas vezes feita pelo diretor Akira Kurosawa.

Filmão de uma lentidão e contemplação belíssimas mas prepare-se para uma imersão num mundo que só o cinema (ah, os filmes à mão cheia) pode proporcionar de forma inesquecível.

Alain Delon (francês, nascido em 1935) nunca foi um grande ator e sim uma estrela. Galã dos mais desejados nos anos 60, fez quatro clássicos seguidos (Sol por Testemunha, Rocco e Seus Irmãos e O  Leopardo do diretor italiano Luchino Visconti e  O Eclipse de Antonioni) filmes melhores que ele, mas estrela é estrela e neste O Samurai (67, França) foi a primeira vez que o vi, um ator acima da média numa fita soturna, silenciosa, fatal. 

Delon vive o samurai do título cuja epígrafe inicial já diz o que vamos presenciar - " não existe solidão maior que a de um samurai a não ser de um tigre na floresta", amantes da cultura nipônica (como esse escriba) vão viajar na história de assassino profissional sem origens que é visto e passa a ser perseguido pela polícia, tendo como testemunha, uma bela pianista que nunca o entrega.

O assassino começa a discutir sua existência e decide dar um ponto final numa conclusão épica, o que lembra muito a honra do samurai em fitas tantas vezes feita pelo diretor Akira Kurosawa.

Filmão de uma lentidão e contemplação belíssimas mas prepare-se para uma imersão num mundo que só o cinema (ah, os filmes à mão cheia) pode proporcionar de forma inesquecível.

Ran é Obra de arte insuperável Shang chi é decepcionante