1. Colunas
  2. Arimatéia Azevedo
  3. Fofoca eleitoral na pandemia
Publicidade

Fofoca eleitoral na pandemia

A pandemia não esfriou somente a economia. A doença que tem, por recomendação médica, mantido as pessoas isoladas, também foi uma ducha de água fria nas movimentações visando à eleição, cuja data agora é tão incerta quanto os resultados das urnas. Mas se o distanciamento social fez com que a campanha eleitoral entrasse no modo da espera incerta, nos bastidores claramente existem movimentações – algumas nem tão escondidas assim. Ontem, por exemplo, surgiu a boataria sobre uma possível discussão em torno da eleição municipal em Teresina com uma mudança que, se existente mesmo, seria um cavalo de pau. Dava conta a fofoca de que em reunião na qual estavam Firmino Filho, Ciro Nogueira e Júlio Arcoverde, o prefeito de Teresina teria admitido uma mudança no que se delineou até antes da pandemia para a campanha do grupo político de tucanos e aliados: a saída de Kleber Montezuma do páreo e a entrada no lugar dele do ex-secretário de Planejamento, Washington Bonfim, que é filiado ao Progressistas e não ao PSDB, como o secretário da Educação e já anunciado como o nome tucano para a sucessão de Firmino Filho. Firmino Filho, consultado a respeito, diz que é mentira tal informação. O mesmo afirma Júlio Arcoverde. Já Washington Bonfim achou tudo engraçado e disse que não é candidato a nada. Kleber Montezuma não foi encontrado para falar a respeito. Da soma das negativas, surgem notas aqui e acolá sugerindo que nenhum nome, seja na ala governista municipal, seja na ala governista estadual, tem peso para uma disputa. Aí aparece o nome de Sílvio Mendes, que se filiou ao Progresssistas e tem demonstrado mais fastio que fome por uma campanha eleitoral. No frigir dos ovos, com efeito, uma boa fofoca até que pode esquentar uma disputa esfriada por imposições sanitárias, mas não deixa de ser um aviso de que há muita gente querendo desenhar do zero a campanha eleitoral de data incerta deste estranho ano de 2020.

Ministra Damares Alves anuncia que vai (ou já pediu) prisões de governadores. Ela cita Wellington Dias na reunião ministerial (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)

Tiro no pé

Para quem alardeou e fez questão que o ministro do STF Celso de Melo liberasse o conteúdo do vídeo da reunião do dia 22, no Palácio do Planalto, o ex-ministro Sérgio Moro andou dando um tiro no pé. Ele achava que tinha atingido o presidente com ‘bala de prata’.
O conteúdo do vídeo da reunião presidencial mostra que o tiro disparado pelo ex-ministro Moro soou como estampido de traque no inverno.

Zorro

A bala de prata quem usava era o Zorro, companheiro do Tonto, da revista em quadrinho.

Os palavrões

Até onde se ouviu da tal reunião ministerial foram muitos palavrões, daqueles impublicáveis, saindo da boca do presidente.
Tantos que, volta e meia, quando Bolsonaro os pronuncia, faz o vice-presidente Hamilton Mourão arregalar os olhos.

Prisão de governadores

A ministra Damares Alves chegou a dizer na reunião que está pedindo prisões de governadores e de prefeitos.
E citou diretamente o piauiense Wellington Dias, informando que o governador baixou decreto que permite que a polícia invada residências para prender gente.
“Sem mandato”, diz ela, referindo-se à mandado de prisão.

Será mesmo?

Colocar o nome do secretário da Educação, Kleber Montezuma, em dúvida sobre ser candidato, assim do nada, não é só uma fofoca.
Isso é intriga palaciana, diz uma fonte da coluna.

Estímulo

Filiados ao PTB com pretensões eleitorais andam querendo que João Vicente Claudino entre firme na campanha eleitoral.
Enxergam chances para o ex-senador, o que é verdade, mas a chance maior seria a de eles terem boa sombra para fazer suas próprias campanhas.

Audiência

Retornando ao assunto já divulgado aqui, quem assistiu à audiência que a juíza federal Marina Cavalcanti Mendes determinou para ouvir as partes sobre o protocolo da cloroquina diz que o que se viu foi aquilo o que os mais jovens chamam de vergonha alheia.
Sem precedentes.

O protocolo

Ficou evidente durante a audiência, realizada dia 19, que o “protocolo espanhol” citado aqui estava embasado cientificamente em duas reportagens, uma da revista Exame, outra do portal G1. 
Mais: a médica, Dra. Marina Bucar, confessou que na Espanha não usavam o remédio e que ela tinha apenas conversado com os médicos daqui e acertaram que iriam fazer esse experimento, mas que não havia nenhuma evidência científica.

Mesma coisa

Ou seja, é praticamente aquele protocolo do Ministério da Saúde sobre uso da cloroquina, mas que depende do aceite do paciente, mediante prescrição do médico e ainda com um termo de responsabilidade sobre os efeitos colaterais da terapia.
Isso não é nada não é nada, não é nada mesmo.

Libere as atas

É por isso que se sugere sejam liberadas as atas da audiência virtual para que o grande público tome conhecimento do que se discutiu e o que ficou decidido.

E a covid-19?

No dia 22 de abril de Bolsonaro com seus ministros, não se tratou de algo realmente importante, a pandemia do novo coronavírus. 
Naquele dia os brasileiros mortos pela doença somavam 2.906, o número de casos confirmados era de 45.757.
Nenhuma palavra do presidente sobre a pandemia saiu na reunião. Ou melhor, só a do breve ministro da Saúde, Nelson Teich.

Teich, o breve

Mas o ex-ministro Nelson Teich deu seu recado. “Quando você pega uma doença que chega, que é muita gente ao mesmo tempo, você não consegue ter agilidade pra preparar o sistema para cuidar dela”.
Pelo andar da carruagem do governo, ninguém deu ouvidos a ele, que só demorou 27 dias no cargo.

Dino

Para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), o vídeo da reunião ministerial de Bolsonaro é grave porque “confirma a delação de Sérgio Moro, contém diversos crimes contra a honra, revela planos para armar a população com fins políticos e mostra inequívocos impulsos despóticos”.

Transparência

O Piauí aparece em 18º lugar entre os estados na transparência de gastos com a pandemia da covid-19. Os dados estão no site da Transparência Internacional, com data de 20 de maio.
O estado tem uma transparência de 53,16% de acordo com as contas da entidade.
Entre os nove estados do Nordeste, o Piauí está à frente de Alagoas, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Lenda urbana?

Pode ser lenda urbana, mas vem da zona Norte de Teresina uma história de arrepiar: um rapaz que dormia no mesmo quarto com a avó, assintomático para covid-19, passou a doença para a velhinha, que morreu.
Depois disso, ele fugiu de casa para não ser internado.

Exportação

O governo do Piauí destinou R$ 1,8 milhão para a uma empresa de Parnaíba, a escola de informática Tron Ensino de Robótica Educativa, recebeu alguns equipamentos (que vieram em um jatinho, não em um avião de carga) e o governador Wellington Dias já anuncia que o estado terá condições de fornecer respiradores para outras áreas do Brasil.
Enquanto isso, nem funciona o Hospital de Campanha do Verdão.

Erro de cálculo

Bolsonaro chamou os governadores de São Paulo, João Dória (PSDB), e do Rio, Wilson Witzel (PSC) de bosta e estrume.
Damares Alves, ministra da Mulher, propôs prender governadores e prefeitos.
O ministro Weintraub quer o fechamento do Congresso e prisões até de ministros do STF.
Nenhum lembrou que apoio popular serve para ganhar eleição, mas se governa é com apoio político, ainda que comprado, como fez o PT no mensalão.

Ódio

O ministro da Educação, aliás, é eloquente para atacar minorias. Na reunião cometeu a seguinte frase: “Odeio essa expressão ‘povos indígenas’”.
Não é sem razão que os povos nativos brasileiros, vulgo índios, estão sendo mortos.

Carnaval

Uma lei municipal novinha em folha reconheceu nesta semana como de utilidade pública o Bloco Carnavalesco do Paçoca, no bairro Saci.
O bloco é dirigido por Messias Jr.

Retroativo

Idoneil Santana Mesquita foi nomeado quinta-feira presidente da Fundação Wall Ferraz, a entidade municipal que cuida de cursos e qualificação profissional.
O decreto tem efeitos anteriores à data da publicação, ou seja, é como se o nomeado já estivesse no cargo desde 5 de maio

Abertura

Wellington Dias admite que a partir de dois de junho podem ser adotadas medidas de relaxamento do distanciamento social.
Firmino Filho ainda não fala no assunto. 

Escolas

Apesar de o governo admitir o retorno de atividades com protocolos sanitários restritivos, já se sabe que não haverá chance de retorno das aulas nas escolas antes de agosto.
Isso porque não há como colocar as crianças e adolescentes nas salas de aula nas condições físicas atuais das escolas.

Máscaras

Hoje, a prefeitura vai fazer no Mercado do Dirceu I uma forma diferente de funcionamento: os 128 feirantes cadastrados na parte externa do mercado devem trabalhar com maior distanciamento e todos de máscara.
A experiência poderá ser replicada em outras áreas de feira e mercados da cidade.

Ping-Pong 
A palavra vencida

Eleição de 2008. Beto Macedo é candidato a vice-prefeito de São Raimundo Nonato na chapa de Padre Herculano Negreiros. Vai visitar o ‘mui amigo’ Joãozinho do Agenor, (até então eleitor dos Ferreiras) dono do bar mais antigo da cidade.

Beto: “Joãozinho, sou candidato a vice na chapa do Padre Herculano e espero contar com seu voto.”
Joãozinho: “Pode contar, tinha prometido nunca mais votar num Macedo, mas se até cigarro vence, imagina a palavra.”

Expressas 

Uma cratera se forma no acesso de pedestres e ciclistas na cabeceira da ponte Mariano Castelo Branco, na margem direita do rio Poti, na zona norte.

A prefeitura de Teresina deveria aproveitar a pandemia de covid-19 para estabelecer um protocolo permanente de fechamento dos mercados públicos às segundas-feiras.

Isso, para agora, tiraria movimento dos mercados em um dia da semana e ajudaria na limpeza desses equipamentos sempre.

A pandemia não esfriou somente a economia. A doença que tem, por recomendação médica, mantido as pessoas isoladas, também foi uma ducha de água fria nas movimentações visando à eleição, cuja data agora é tão incerta quanto os resultados das urnas. Mas se o distanciamento social fez com que a campanha eleitoral entrasse no modo da espera incerta, nos bastidores claramente existem movimentações – algumas nem tão escondidas assim. Ontem, por exemplo, surgiu a boataria sobre uma possível discussão em torno da eleição municipal em Teresina com uma mudança que, se existente mesmo, seria um cavalo de pau. Dava conta a fofoca de que em reunião na qual estavam Firmino Filho, Ciro Nogueira e Júlio Arcoverde, o prefeito de Teresina teria admitido uma mudança no que se delineou até antes da pandemia para a campanha do grupo político de tucanos e aliados: a saída de Kleber Montezuma do páreo e a entrada no lugar dele do ex-secretário de Planejamento, Washington Bonfim, que é filiado ao Progressistas e não ao PSDB, como o secretário da Educação e já anunciado como o nome tucano para a sucessão de Firmino Filho. Firmino Filho, consultado a respeito, diz que é mentira tal informação. O mesmo afirma Júlio Arcoverde. Já Washington Bonfim achou tudo engraçado e disse que não é candidato a nada. Kleber Montezuma não foi encontrado para falar a respeito. Da soma das negativas, surgem notas aqui e acolá sugerindo que nenhum nome, seja na ala governista municipal, seja na ala governista estadual, tem peso para uma disputa. Aí aparece o nome de Sílvio Mendes, que se filiou ao Progresssistas e tem demonstrado mais fastio que fome por uma campanha eleitoral. No frigir dos ovos, com efeito, uma boa fofoca até que pode esquentar uma disputa esfriada por imposições sanitárias, mas não deixa de ser um aviso de que há muita gente querendo desenhar do zero a campanha eleitoral de data incerta deste estranho ano de 2020.

Ministra Damares Alves anuncia que vai (ou já pediu) prisões de governadores. Ela cita Wellington Dias na reunião ministerial (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)

Tiro no pé

Para quem alardeou e fez questão que o ministro do STF Celso de Melo liberasse o conteúdo do vídeo da reunião do dia 22, no Palácio do Planalto, o ex-ministro Sérgio Moro andou dando um tiro no pé. Ele achava que tinha atingido o presidente com ‘bala de prata’.
O conteúdo do vídeo da reunião presidencial mostra que o tiro disparado pelo ex-ministro Moro soou como estampido de traque no inverno.

Zorro

A bala de prata quem usava era o Zorro, companheiro do Tonto, da revista em quadrinho.

Os palavrões

Até onde se ouviu da tal reunião ministerial foram muitos palavrões, daqueles impublicáveis, saindo da boca do presidente.
Tantos que, volta e meia, quando Bolsonaro os pronuncia, faz o vice-presidente Hamilton Mourão arregalar os olhos.

Prisão de governadores

A ministra Damares Alves chegou a dizer na reunião que está pedindo prisões de governadores e de prefeitos.
E citou diretamente o piauiense Wellington Dias, informando que o governador baixou decreto que permite que a polícia invada residências para prender gente.
“Sem mandato”, diz ela, referindo-se à mandado de prisão.

Será mesmo?

Colocar o nome do secretário da Educação, Kleber Montezuma, em dúvida sobre ser candidato, assim do nada, não é só uma fofoca.
Isso é intriga palaciana, diz uma fonte da coluna.

Estímulo

Filiados ao PTB com pretensões eleitorais andam querendo que João Vicente Claudino entre firme na campanha eleitoral.
Enxergam chances para o ex-senador, o que é verdade, mas a chance maior seria a de eles terem boa sombra para fazer suas próprias campanhas.

Audiência

Retornando ao assunto já divulgado aqui, quem assistiu à audiência que a juíza federal Marina Cavalcanti Mendes determinou para ouvir as partes sobre o protocolo da cloroquina diz que o que se viu foi aquilo o que os mais jovens chamam de vergonha alheia.
Sem precedentes.

O protocolo

Ficou evidente durante a audiência, realizada dia 19, que o “protocolo espanhol” citado aqui estava embasado cientificamente em duas reportagens, uma da revista Exame, outra do portal G1. 
Mais: a médica, Dra. Marina Bucar, confessou que na Espanha não usavam o remédio e que ela tinha apenas conversado com os médicos daqui e acertaram que iriam fazer esse experimento, mas que não havia nenhuma evidência científica.

Mesma coisa

Ou seja, é praticamente aquele protocolo do Ministério da Saúde sobre uso da cloroquina, mas que depende do aceite do paciente, mediante prescrição do médico e ainda com um termo de responsabilidade sobre os efeitos colaterais da terapia.
Isso não é nada não é nada, não é nada mesmo.

Libere as atas

É por isso que se sugere sejam liberadas as atas da audiência virtual para que o grande público tome conhecimento do que se discutiu e o que ficou decidido.

E a covid-19?

No dia 22 de abril de Bolsonaro com seus ministros, não se tratou de algo realmente importante, a pandemia do novo coronavírus. 
Naquele dia os brasileiros mortos pela doença somavam 2.906, o número de casos confirmados era de 45.757.
Nenhuma palavra do presidente sobre a pandemia saiu na reunião. Ou melhor, só a do breve ministro da Saúde, Nelson Teich.

Teich, o breve

Mas o ex-ministro Nelson Teich deu seu recado. “Quando você pega uma doença que chega, que é muita gente ao mesmo tempo, você não consegue ter agilidade pra preparar o sistema para cuidar dela”.
Pelo andar da carruagem do governo, ninguém deu ouvidos a ele, que só demorou 27 dias no cargo.

Dino

Para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), o vídeo da reunião ministerial de Bolsonaro é grave porque “confirma a delação de Sérgio Moro, contém diversos crimes contra a honra, revela planos para armar a população com fins políticos e mostra inequívocos impulsos despóticos”.

Transparência

O Piauí aparece em 18º lugar entre os estados na transparência de gastos com a pandemia da covid-19. Os dados estão no site da Transparência Internacional, com data de 20 de maio.
O estado tem uma transparência de 53,16% de acordo com as contas da entidade.
Entre os nove estados do Nordeste, o Piauí está à frente de Alagoas, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Lenda urbana?

Pode ser lenda urbana, mas vem da zona Norte de Teresina uma história de arrepiar: um rapaz que dormia no mesmo quarto com a avó, assintomático para covid-19, passou a doença para a velhinha, que morreu.
Depois disso, ele fugiu de casa para não ser internado.

Exportação

O governo do Piauí destinou R$ 1,8 milhão para a uma empresa de Parnaíba, a escola de informática Tron Ensino de Robótica Educativa, recebeu alguns equipamentos (que vieram em um jatinho, não em um avião de carga) e o governador Wellington Dias já anuncia que o estado terá condições de fornecer respiradores para outras áreas do Brasil.
Enquanto isso, nem funciona o Hospital de Campanha do Verdão.

Erro de cálculo

Bolsonaro chamou os governadores de São Paulo, João Dória (PSDB), e do Rio, Wilson Witzel (PSC) de bosta e estrume.
Damares Alves, ministra da Mulher, propôs prender governadores e prefeitos.
O ministro Weintraub quer o fechamento do Congresso e prisões até de ministros do STF.
Nenhum lembrou que apoio popular serve para ganhar eleição, mas se governa é com apoio político, ainda que comprado, como fez o PT no mensalão.

Ódio

O ministro da Educação, aliás, é eloquente para atacar minorias. Na reunião cometeu a seguinte frase: “Odeio essa expressão ‘povos indígenas’”.
Não é sem razão que os povos nativos brasileiros, vulgo índios, estão sendo mortos.

Carnaval

Uma lei municipal novinha em folha reconheceu nesta semana como de utilidade pública o Bloco Carnavalesco do Paçoca, no bairro Saci.
O bloco é dirigido por Messias Jr.

Retroativo

Idoneil Santana Mesquita foi nomeado quinta-feira presidente da Fundação Wall Ferraz, a entidade municipal que cuida de cursos e qualificação profissional.
O decreto tem efeitos anteriores à data da publicação, ou seja, é como se o nomeado já estivesse no cargo desde 5 de maio

Abertura

Wellington Dias admite que a partir de dois de junho podem ser adotadas medidas de relaxamento do distanciamento social.
Firmino Filho ainda não fala no assunto. 

Escolas

Apesar de o governo admitir o retorno de atividades com protocolos sanitários restritivos, já se sabe que não haverá chance de retorno das aulas nas escolas antes de agosto.
Isso porque não há como colocar as crianças e adolescentes nas salas de aula nas condições físicas atuais das escolas.

Máscaras

Hoje, a prefeitura vai fazer no Mercado do Dirceu I uma forma diferente de funcionamento: os 128 feirantes cadastrados na parte externa do mercado devem trabalhar com maior distanciamento e todos de máscara.
A experiência poderá ser replicada em outras áreas de feira e mercados da cidade.

Ping-Pong 
A palavra vencida

Eleição de 2008. Beto Macedo é candidato a vice-prefeito de São Raimundo Nonato na chapa de Padre Herculano Negreiros. Vai visitar o ‘mui amigo’ Joãozinho do Agenor, (até então eleitor dos Ferreiras) dono do bar mais antigo da cidade.

Beto: “Joãozinho, sou candidato a vice na chapa do Padre Herculano e espero contar com seu voto.”
Joãozinho: “Pode contar, tinha prometido nunca mais votar num Macedo, mas se até cigarro vence, imagina a palavra.”

Expressas 

Uma cratera se forma no acesso de pedestres e ciclistas na cabeceira da ponte Mariano Castelo Branco, na margem direita do rio Poti, na zona norte.

A prefeitura de Teresina deveria aproveitar a pandemia de covid-19 para estabelecer um protocolo permanente de fechamento dos mercados públicos às segundas-feiras.

Isso, para agora, tiraria movimento dos mercados em um dia da semana e ajudaria na limpeza desses equipamentos sempre.

Há luz no fim do túnel A máscara da maldade