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A campanha de 2024 começou?

Passadas as eleições, tudo que o eleitor quer é ver os políticos eleitos cumprindo os compromissos assumidos em palanque, e tomem as decisões prometidas, porque o que menos o eleitor que é um político agindo como se fosse um eterno manobrado por grupos e pessoas, ou se ainda estiver pedindo explicação ou cobrando do adversário de disputa, porque tudo isso já passou. Há casos em que o político vitorioso parece querer propositadamente confundir o eleitor, colocando o vice na linha de frente de um jeito que, se der certo, tentará tomar para si o louro da vitória. Se der errado, vai querer empurrar a conta negativa para o vice. O problema é que o vice, no caso de Teresina, é político experiente, astuto, habilidoso e cheio de amigos que dele dependem. Dr. Pessoa se amolda mais àquele político que confia na equipe e em todos, mas que pode vir a ser engolido pelo sistema que ajudou a montar. Esta não é mais hora de ganhar tempo, mas de assumir as responsabilidades, de agir e buscar soluções aos problemas, dividir tarefas, e colocar cada secretário em seu setor, ou cada macaco no seu galho: Gilberto cuida da Saúde, Nouga, da Semec, Robert vai controlar despesas e receitas, e os setores de obras e serviços vão cuidar do saneamento, limpeza, galerias e obras em andamento. Se o prefeito começar a misturar ou confundir funções e atribuições de assessores, em pouco tempo não vai ter ninguém mandando e muito menos gente atendendo, e o prefeito pode estar ensaiando o samba do crioulo doido. José Pessoa Leal (seu nome completo) é o prefeito, e os demais são secretários. A partir daí, espera-se uma gestão montada em soluções das aspirações populares, com forte apelo social, mas que também resolva problemas estruturais em Teresina, como as vias de tráfego, transporte coletivo, galerias inacabadas, pontes, viadutos, mercados, um sem número de necessidades em aberto. Se Dr. Pessoa não quiser mais ser prefeito daqui a quatro anos, naturalmente vai escalar o secretário para ser o seu sucessor. Que nem sempre será o que mais aparece ao seu lado. Pode vir a conhecer um nome bem escolhido, que tenha bem mais aceitação que arestas na opinião pública (ou na equipe). Mas isso é coisa para daqui a sete anos. Ou não?

Mão Santa e sua equipe: é assim que estão retratando, com pitada de humor, a forma de gestão do prefeito de Parnaíba (Foto: reprodução WhatsApp)

OAB na luta

Não se fala oficialmente em eleição na OAB. Mas se os dirigentes quiserem saber a quanto anda a baixaria (contra eles), acessem os grupos de WhatsApp. 

Reforma de Wellington

Começa a rearrumação na equipe de Wellington Dias. Deve ser a enésima reforma dita administrativa.
E já se fala que nessa reforma cabe, entre outros, o ex-governador Wilson Martins.

Caso de Polícia

Wellington Dias quer entregar ao grupo de Wilson a calamitosa secretaria de Defesa Civil.
Como a especialidade fora da política de Wilson Martins é a medicina, se recomendaria entregar a Defesa Civil a um policial.
Para apurar os desmantelos que praticaram lá com as finanças públicas ao longo dos anos.

Aliás...

Há muito se diz que a Defesa Civil está sob investigação policial.

Exemplo da Bahia

Pelo que estão fazendo com desembargadores e juízes do Tribunal de Justiça da Bahia, dá para sentir que muita coisa pode mudar no judiciário – lá e no resto do país.
O que se praticou de ilegalidades ali tem ramificação com o Piauí e até com tribunais superiores.
O tempo é senhor a razão.

De pai para filha

Quem assistiu à posse (ou leu sobre) de Mão Santa, na prefeitura de Parnaíba e a consequente nomeação do secretariado, pensou que a equipe seria a menor do mundo. Ou seja, apenas cinco secretarias.
Não foi e nem será bem assim. São várias as secretarias. Poucos são os secretários. Que as acumulam.

As secretarias

Cinco são os secretários: Adalgisa (mulher do prefeito) na Secretaria de desenvolvimento Social e Cidadania, Carlos Alberto Teles (Gestão) Gil Borges (Fazenda); Maurício Machado (Transportes) Maria das Graças Moraes Souza Nunes (Infraestrutura).

Tem as outras

Mas espera aí: Gracinha acumula ainda as secretarias de Serviços Urbanos e Defesa Civil e a EMPA.
Além de mandar nas Secretarias de Saúde (que nenhum médico até agora demonstrou interesse) e na Educação.
Em síntese, em Parnaíba se diz que de todo o secretariado são dez em dois, o prefeito e a filha.

Em Luzilândia...

A atual prefeita de Luzilândia, Fernanda Marques (PTB) nomeou a própria mãe, Maria de Jesus Ribeiro Pinto, para assumir a Secretaria Municipal de Finanças.
Sem citar que é sua mãe, Fernanda relatou que Maria de Jesus tem “muita experiência dentro da gestão pública e será responsável por desempenhar atividades relativas às questões financeiras”.

Que nome se dá a isso?

O cliente vê na tabela de preços do posto de combustível da Avenida João XXIII que o litro da gasolina está a R$ 4,19. Anúncio em letras garrafais.
Depois que abastece é que o frentista lhe informa que o preço do litro é de R$ 4,66.
“Mas ali na placa está a R$ 4,19”, avisa o cliente.
“Aquele preço é só por aplicativo”, despacha o frentista.

Letras pequenas

Discussão à parte, o cliente volta à placa e somente ali é que vê, em letras quase sumidas, bem pequenas, que a venda é só para aplicativo.
Que nome se daria a isso?

Casa Jequitibá

Abandonada há anos, a casa em que residiu em Teresina o ex-governador João Clímaco D’Almeida foi reformada e está com salas para aluguel, sob o nome de Casa Jequitibá.
Talvez uma homenagem a Joqueira, também chamado de O Velho Jequitibá.

Pedregulhos

As estradas do Piauí estão piores a cada dia, mas o governo segue fazendo obras viárias nas cidades. Somente a Secretaria das Cidades licitou, no apagar das luzes de 2020 (dias 28 e 29 de dezembro), um total de 119,6 mil metros quadrados de calçamento em 15 cidades do Piauí.

Pedregulhos 2

Não se sabem os valores envolvidos, mas é dinheiro que gente besta não conta.

Mudança no TJ

O desembargador José Ribamar Oliveira assume amanhã a presidência do Tribunal de Justiça do Piauí pelos próximos dois anos.
Se tudo correr bem, of course.

Triste sina

Bolsonaro disse ontem: “O Brasil está quebrando e não consigo fazer nada”.
Pode, sim. Renuncia.

Horror no zoo

Pode ser apenas boato – e espera que seja mesmo – mas tem se espalhado em aplicativos de mensagens a informação de que, de propósito, houve uma redução da alimentação de animais no Parque Zoobotânico. O motivo seria mesmo debilitar e levar os animais à morte por inanição.

Mais-valia animal

Essa prática estaria focada no fato de que a empesa interessada em assumir o parque em parceria público-privada não quer ter gastos com a manutenção da bicharada.
O assunto está sendo murmurado entre veterinários, mas como o parque está fechado, pode ser que isso seja menos verdade e mais especulação.

Olhar e cheirar

Convém, contudo, que organizações de proteção e defesa dos animais lancem seus olhares de lince e faro de cachorro para ver de perto e sentir se há cheiro de coisa podre naquele espaço público de lazer.

O leão morreu

Um leão que era uma grande atração no Zoobotânico já não habita mais o local.
Morreu faz algum tempo.

Ping-Pong
Estou de máscara

Valmir, morador em Goiânia-GO, faz contato com o amigo Marcos Damasceno, em Dom Inocêncio, sul do Piauí.

Valmir: “Como está, meu amigo?”
Damasceno: “Estou uma figura de Zorro, Pilatos e Zeca Pagodinho”.
Valmir: “Não entendi, explique-se!”
Damasceno: “Estou de máscara, lavando as mãos e não economizo no álcool (em gel)”.

Expressas

O vereador Jeová Alencar recebeu alta médica. Ele havia testado positivo para covid-19 pela segunda vez. Está preparado para fazer as mudanças na Câmara.

O Piauí segue em alta no número de casos e óbitos. Ontem, foram mais de 600 positivados e dez mortes em decorrência da doença.

O secretário de Educação, professor Nouga Cardoso, apresentou uma proposta ao prefeito Dr. Pessoa (MDB) para que as aulas da rede municipal sejam no formato híbrido.

Passadas as eleições, tudo que o eleitor quer é ver os políticos eleitos cumprindo os compromissos assumidos em palanque, e tomem as decisões prometidas, porque o que menos o eleitor que é um político agindo como se fosse um eterno manobrado por grupos e pessoas, ou se ainda estiver pedindo explicação ou cobrando do adversário de disputa, porque tudo isso já passou. Há casos em que o político vitorioso parece querer propositadamente confundir o eleitor, colocando o vice na linha de frente de um jeito que, se der certo, tentará tomar para si o louro da vitória. Se der errado, vai querer empurrar a conta negativa para o vice. O problema é que o vice, no caso de Teresina, é político experiente, astuto, habilidoso e cheio de amigos que dele dependem. Dr. Pessoa se amolda mais àquele político que confia na equipe e em todos, mas que pode vir a ser engolido pelo sistema que ajudou a montar. Esta não é mais hora de ganhar tempo, mas de assumir as responsabilidades, de agir e buscar soluções aos problemas, dividir tarefas, e colocar cada secretário em seu setor, ou cada macaco no seu galho: Gilberto cuida da Saúde, Nouga, da Semec, Robert vai controlar despesas e receitas, e os setores de obras e serviços vão cuidar do saneamento, limpeza, galerias e obras em andamento. Se o prefeito começar a misturar ou confundir funções e atribuições de assessores, em pouco tempo não vai ter ninguém mandando e muito menos gente atendendo, e o prefeito pode estar ensaiando o samba do crioulo doido. José Pessoa Leal (seu nome completo) é o prefeito, e os demais são secretários. A partir daí, espera-se uma gestão montada em soluções das aspirações populares, com forte apelo social, mas que também resolva problemas estruturais em Teresina, como as vias de tráfego, transporte coletivo, galerias inacabadas, pontes, viadutos, mercados, um sem número de necessidades em aberto. Se Dr. Pessoa não quiser mais ser prefeito daqui a quatro anos, naturalmente vai escalar o secretário para ser o seu sucessor. Que nem sempre será o que mais aparece ao seu lado. Pode vir a conhecer um nome bem escolhido, que tenha bem mais aceitação que arestas na opinião pública (ou na equipe). Mas isso é coisa para daqui a sete anos. Ou não?

Mão Santa e sua equipe: é assim que estão retratando, com pitada de humor, a forma de gestão do prefeito de Parnaíba (Foto: reprodução WhatsApp)

OAB na luta

Não se fala oficialmente em eleição na OAB. Mas se os dirigentes quiserem saber a quanto anda a baixaria (contra eles), acessem os grupos de WhatsApp. 

Reforma de Wellington

Começa a rearrumação na equipe de Wellington Dias. Deve ser a enésima reforma dita administrativa.
E já se fala que nessa reforma cabe, entre outros, o ex-governador Wilson Martins.

Caso de Polícia

Wellington Dias quer entregar ao grupo de Wilson a calamitosa secretaria de Defesa Civil.
Como a especialidade fora da política de Wilson Martins é a medicina, se recomendaria entregar a Defesa Civil a um policial.
Para apurar os desmantelos que praticaram lá com as finanças públicas ao longo dos anos.

Aliás...

Há muito se diz que a Defesa Civil está sob investigação policial.

Exemplo da Bahia

Pelo que estão fazendo com desembargadores e juízes do Tribunal de Justiça da Bahia, dá para sentir que muita coisa pode mudar no judiciário – lá e no resto do país.
O que se praticou de ilegalidades ali tem ramificação com o Piauí e até com tribunais superiores.
O tempo é senhor a razão.

De pai para filha

Quem assistiu à posse (ou leu sobre) de Mão Santa, na prefeitura de Parnaíba e a consequente nomeação do secretariado, pensou que a equipe seria a menor do mundo. Ou seja, apenas cinco secretarias.
Não foi e nem será bem assim. São várias as secretarias. Poucos são os secretários. Que as acumulam.

As secretarias

Cinco são os secretários: Adalgisa (mulher do prefeito) na Secretaria de desenvolvimento Social e Cidadania, Carlos Alberto Teles (Gestão) Gil Borges (Fazenda); Maurício Machado (Transportes) Maria das Graças Moraes Souza Nunes (Infraestrutura).

Tem as outras

Mas espera aí: Gracinha acumula ainda as secretarias de Serviços Urbanos e Defesa Civil e a EMPA.
Além de mandar nas Secretarias de Saúde (que nenhum médico até agora demonstrou interesse) e na Educação.
Em síntese, em Parnaíba se diz que de todo o secretariado são dez em dois, o prefeito e a filha.

Em Luzilândia...

A atual prefeita de Luzilândia, Fernanda Marques (PTB) nomeou a própria mãe, Maria de Jesus Ribeiro Pinto, para assumir a Secretaria Municipal de Finanças.
Sem citar que é sua mãe, Fernanda relatou que Maria de Jesus tem “muita experiência dentro da gestão pública e será responsável por desempenhar atividades relativas às questões financeiras”.

Que nome se dá a isso?

O cliente vê na tabela de preços do posto de combustível da Avenida João XXIII que o litro da gasolina está a R$ 4,19. Anúncio em letras garrafais.
Depois que abastece é que o frentista lhe informa que o preço do litro é de R$ 4,66.
“Mas ali na placa está a R$ 4,19”, avisa o cliente.
“Aquele preço é só por aplicativo”, despacha o frentista.

Letras pequenas

Discussão à parte, o cliente volta à placa e somente ali é que vê, em letras quase sumidas, bem pequenas, que a venda é só para aplicativo.
Que nome se daria a isso?

Casa Jequitibá

Abandonada há anos, a casa em que residiu em Teresina o ex-governador João Clímaco D’Almeida foi reformada e está com salas para aluguel, sob o nome de Casa Jequitibá.
Talvez uma homenagem a Joqueira, também chamado de O Velho Jequitibá.

Pedregulhos

As estradas do Piauí estão piores a cada dia, mas o governo segue fazendo obras viárias nas cidades. Somente a Secretaria das Cidades licitou, no apagar das luzes de 2020 (dias 28 e 29 de dezembro), um total de 119,6 mil metros quadrados de calçamento em 15 cidades do Piauí.

Pedregulhos 2

Não se sabem os valores envolvidos, mas é dinheiro que gente besta não conta.

Mudança no TJ

O desembargador José Ribamar Oliveira assume amanhã a presidência do Tribunal de Justiça do Piauí pelos próximos dois anos.
Se tudo correr bem, of course.

Triste sina

Bolsonaro disse ontem: “O Brasil está quebrando e não consigo fazer nada”.
Pode, sim. Renuncia.

Horror no zoo

Pode ser apenas boato – e espera que seja mesmo – mas tem se espalhado em aplicativos de mensagens a informação de que, de propósito, houve uma redução da alimentação de animais no Parque Zoobotânico. O motivo seria mesmo debilitar e levar os animais à morte por inanição.

Mais-valia animal

Essa prática estaria focada no fato de que a empesa interessada em assumir o parque em parceria público-privada não quer ter gastos com a manutenção da bicharada.
O assunto está sendo murmurado entre veterinários, mas como o parque está fechado, pode ser que isso seja menos verdade e mais especulação.

Olhar e cheirar

Convém, contudo, que organizações de proteção e defesa dos animais lancem seus olhares de lince e faro de cachorro para ver de perto e sentir se há cheiro de coisa podre naquele espaço público de lazer.

O leão morreu

Um leão que era uma grande atração no Zoobotânico já não habita mais o local.
Morreu faz algum tempo.

Ping-Pong
Estou de máscara

Valmir, morador em Goiânia-GO, faz contato com o amigo Marcos Damasceno, em Dom Inocêncio, sul do Piauí.

Valmir: “Como está, meu amigo?”
Damasceno: “Estou uma figura de Zorro, Pilatos e Zeca Pagodinho”.
Valmir: “Não entendi, explique-se!”
Damasceno: “Estou de máscara, lavando as mãos e não economizo no álcool (em gel)”.

Expressas

O vereador Jeová Alencar recebeu alta médica. Ele havia testado positivo para covid-19 pela segunda vez. Está preparado para fazer as mudanças na Câmara.

O Piauí segue em alta no número de casos e óbitos. Ontem, foram mais de 600 positivados e dez mortes em decorrência da doença.

O secretário de Educação, professor Nouga Cardoso, apresentou uma proposta ao prefeito Dr. Pessoa (MDB) para que as aulas da rede municipal sejam no formato híbrido.

Que luxo é esse? Hora de fechar a TV Justiça?